Pesquisa personalizada
Mostrar mensagens com a etiqueta açores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta açores. Mostrar todas as mensagens

sábado, 24 de setembro de 2011

As vacas... sorriem... nos Açores...















Eu tento, mas é mais forte que eu... e mesmo com o seu quê de piadinha, há política no meio...
Já devo ter referido aqui no blogue a propósito do namorado que me fugiu para os Açores, que o danado deve ter fugido porque eu lhe tinha dito que o leite de vaca dos Açores é que era bom, e ele não foi de modas, quando lá foi já não voltou, deixou-se ficar encantado com o leite das vacas... e agora o Presidente da República, veio mostrar que as vacas por lá, não servem só para dar leite... afinal recebem as vistas com um sorriso... e está explicado porque fiquei eu a chuchar no dedo... um sorriso, e umas boas tetas, e um homem fica perdido nos Açores...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Em zigue-zague


Por vezes concluo que só posso ser masoquista. Procuro de formas variadas, maneira de sofrer. Se isto não é masoquismo, é o quê? Não me bastava já a dor que me consome há quase um ano, ainda fui procurar a forma de aumentar a mesma dor, mas porquê? Deveria estar quieta no meu mundo, já de si um casulo negro, e não procurar escurecer ainda mais o casulo. Nem eu sei o que estou a tentar provar a mim mesma, procurando a minha própria dor. Será que o meu instinto me instiga a procurar um dor tão grande, mas tão grande, que me deite completamente abaixo, e me deixe outra vez de rastos, para só assim eu perceber que tenho de me levantar por mim mesma, sem ajuda? Para quê dar conselhos aos outros, quando eu não estou a conseguir levantar-me da minha própria dor. Não serei eu a culpada de a mesma ainda estar a debater-se no meu interior, como uma bola que cresce, cresce sem parar? Levei com os pés, da pior forma que poderia imaginar, então porquê ainda me debater com a dor? Não sou eu que não presto, eu não fui dormir com outro no dia a seguir. Porque é que eu ainda levo noites sem dormir, se eu apenas dei o melhor de mim? Sigo um caminho em zigue-zague, uns dias a sorrir, outros quase mato as pessoas só com o olhar. Há que por um ponto final nesta dor. Há que matar os fantasmas que me atormentam, e quem sabe enfrentar os touro pelos cornos, deixar de ser a sofredora e passar a ser a mulher feliz que sempre desejei ser. Um dia, ainda vou bater de frente com os fantasmas e vou estar a rir, mas a rir tanto, que só isso será o bastante para que nunca mais me apoquentem, para que metam o rabo entre as pernas e percebam que eu consigo ser feliz, sem pisar no amor de ninguém.