Pareço um arqueólogo, só achados... bem não há dinossauros, só poemas. É o resultado das pinturas, obrigou a que mexesse em papeis antigos, que já não me lembrava por onde tinha deixado. Mas no caderno de poesia, encontrei alguns perdidos que ainda não transcrevi para o mesmo, mas que faço gosto em partilhar com os meus leitores. Ora cá fica mais um:
Se eu fosse o vento ia soprar à tua janela,
ia sussurrar ao teu ouvido,
diria aquilo que te quero contar mas não consigo,
ia dizer que te quero, mesmo que não faça sentido.
Se eu fosse o sol ia iluminar a tua janela,
ia acordar-te pela manhã,
beijava o teu rosto adormecido,
acordava-te com um sorriso.
Se eu fosse o luar ia espreitar à tua janela,
ia suavemente adormecer-te,
velava os teus sonhos,
dormia na tua companhia.
Quem me dera ser
o vento, o sol, o luar,
ter 24 horas por dia,
para te poder amar.
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
Achado...

Nem o silêncio da noite me aquieta a alma.
Nem o sossego das estrelas sossega o meu coração.
Sinto os destroços da tua passagem, tal qual uma tempestade;
Tento reunir os pedaços, mas nada posso fazer, a alma dói-me, o coração está
em destroços, enchem-se de água os olhos, tal qual um oceano revolto, um
turbilhão de ideias povoa-me os pensamentos. E só me apetece fugir.
De que serve a fuga, se nem a calma noite, nem o brilho das estrelas apagam
a dor que sinto.
Hei-de te odiar muito mais do que te amo.
Em 01/11/ ? , 2h 40m
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