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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ficar em casa...


Está bom para os fabricantes e vendedores guarda-chuvas.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Segunda feira... bahh...

O dia está feio, e o que apetece é isto...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Ele voltou...

(imagem surripiada do blog do Sr. João Palmela)

Voltou o sol. Que bom! Estava tão farta de tempo cinzento, tão farta de humidade... Tal como eu acredito que muito mais gente estaria também farta deste tempo. De certeza que se continuasse a chover, com tanta humidade no ar, haveria muita gente a ganhar caruncho nas axilas, e teriam cogumelos a nascer debaixo das unhas dos pés... Agora percebo porque os nórdicos se suicidam... Ficam sem pilhas e ainda por cima cheios de fungos, daí que percam o interesse em continuar à espera que regresse o sol.
Já posso meter o edredon a apanhar sol, para matar os piolhos, e as pulgas que saltitam em corropio, à vez, como numa montanha russa. Amanhã, dormirei descansada depois de arejar a casa... e as ideias...
Entretanto nos USA, depois da eleição de Obama a máquina americana já funciona. A máquina da conspiração está em força, e já começam a haver desistências nos cargos indicados, ou anteriormente pretendidos por alguns republicanos e democratas... Resta saber porque realmente desistem, porque a desculpa de não concordarem com algumas medidas, é de todo esfarrapada, afinal depois de toda a euforia da eleição, com o mundo em suspenso com a mais que sabida vitória do primeiro presidente de origem negra na América, era mais que natural que muitos quisessem tacho neste governo... Muito ainda está para vir, e Obama não terá a tarefa facilitada, afinal de contas ainda há muito conservadorismo escondido na política americana e muito quem queira ver Obama sair de lá tão depressa como entrou, nem que seja ao género Kenedy... para além dos interesses escondidos, do interesse em manter todas as guerras no médio-oriente... e claro, este novo presidente é um empecilho à venda de armas para o médio-oriente, e para os interesses no petróleo, entre muitas outras coisas que por lá existem... e tudo isto sou eu a falar, que nada percebo do assunto.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Chuva

Na chuva da noite,
caminho na relva,
com pés descalços,
porém estou nua.

Do alto da tua janela,
vejo-te a observar
uma louca na rua,
á espera de te amar!

Abres a tua porta,
saindo quase a voar,
invades-me o jardim,
para me abraçar!

Os teus braços fortes,
envoltos em mim,
aquecem este corpo,
num desejo sem fim.

Amas-me mesmo ali,
debaixo de chuva fria,
não importa a noite,
amas-me até ser dia!

A chuva me acorda,
deste quente pensar ,
continuarei sozinha,
até ao teu regressar!

Deste sonho que sonhei,
ficou o desejo de te ter,
mais que uma noite,
mais que pelo prazer!

Onde tu estás não sei,
mas aqui está a chover,
irei nua para a relva,
esperar por te ver!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

As fotos


Terrenos vizinhos da minha casa...

estrada que passa aqui na minha terreola de salientar que é concelho
de Palmela, na planície longe do mar....

uma vítima algumas sobreviventes

Casa do caseiro numa quinta.

A trovoada

Eu tenho sorte de viver num "cabeço", quando a água chegar à minha casa, já os meus vizinhos se estarão a afogar ( não é tanto, mas quase). No entanto por aqui a água galgou a estrada em vários lados, alagou as terras e numa quinta de uns amigos fez bastantes estragos, entrando em casa deles, do caseiro, inundou as casa onde haviam galinhas e muitas... enfim, só os patos estavam nas suas sete quintas felizes da vida numa super piscina. Eu ia a passar na estrada quando me lembrei que esta quinta mete água nestas situações, olhei e vi tudo debaixo de água e o caseiro de mãos na cabeça, sem aaber o que fazer. O senhor é de romeno, estava aflito e só me dizia tudo é morto, eu choro muito, não sei que fazer, aconteceu em 10 minutos... Vim a casa telefonar à senhora da quinta e voltei lá para ver o que podia fazer. Não fui de modas, meti-me na água, bem acima dos joelhos... e comecei a abrir portas e a retirar as galinhas, algumas estavam nos poleiros, mas algumas andavam na água a flutuar ainda vivas. Salvei tudo o que pude, mas algumas galinhas não tiveram tanta sorte, ou se afogaram ou morreram de hipotermia, fiquei arrasada, custou-me tanto ver os animais assim. A água estava gelada, deixei de sentir os pés e pernas e perdi as forças, mas segurei-me e aguentei até finalizar a minha missão. A senhora tem uma vala que passa na quinta toda murada e desimpedida, mas as pessoas que estão nos terrenos a seguir, não tem a vala murada e também não limpam, logo a água não passa, começa a ficar retida nesta quinta. Os vizinhos como não tem casa naqueles terrenos, estão-se a marimbar, a senhora por vezes paga a uma recta-escavadora para que limpe os terrenos dos vizinhos por forma a desimpedir a vala, para que isto não se repita, mas não pode andar sempre a limpar o terreno dos outros. Não tem conta as vezes que isto lhe acontece...
Tenho um problema semelhante num terreno que tenho, mas aí só tenho mesmo o terreno que fica alagado porque os vizinhos de baixo não abrem, nem limpam a vala. Um dia faço queixa porque é uma vala inscrita no mapa, tem de ser mantida nas devidas condições para permitir o escoamento das águas em excesso.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Não quero que te constipes

A tarde estava fria, uma chuva miudinha teimava em cair. Entraram em casa, já com a roupa e o cabelo molhados.
_Toma. - diz-lhe ele estendendo uma toalha. _Seca o teu cabelo, pelo menos!
_Obrigado! Vou ficar constipada. - responde-lhe ela ao mesmo tempo que estende a mão para pegar na toalha.Tocam-se, e como que atraída por um híman, ela dá por si, com o rosto quase colado ao dele.
_ Não quero que te constipes. - diz-lhe ele ao mesmo tempo que a abraça. Os corações de ambos batem a um ritmo acelerado. Ele olha-a nos olhos e um beijo une-os, num longo momento que apenas acabará muito tempo depois. Puxa-lhe a camisola, desnudando-a. Ela está assustada, não sabe se foge ou se fica e se deixa levar. Um desejo súbito invade-a e puxa-lhe a camisa enquanto lhe beija o pescoço. Sente as pernas tremerem. Ele pega-a ao colo, e leva-a até á banheira. Abre a água, enquanto os beijos são cada vez mais quentes, sentem a urgência daquele momento apoderar-se de ambos. A roupa já está no chão, ele pega-lhe e entram para debaixo do chuveiro. As mãos dele percorrem o corpo dela, os seus lábios param nos mamilos erectos que clamam por mais. Ela sente-se elevar e é encostada á parede. A sensação que obtém, é indescritível, o frio da parede em contraste com o calor do corpo dele encostado ao dela, e da água quente, deixa-na louca de desejo. Sente-o penetrar dentro de si, e põe as pernas de volta da cintura dele. Aquele momento, ela deseja que não acabe. A união dos dois corpos é perfeita, ela aperta-o dentro de si, e ambos se sentem chegar ao derradeiro momento final. Beijam-se prolongadamente.

_ Um banho quente, é sempre bom quando nos molhamos, à chuva. Não quero que te constipes! - diz-lhe ele. Ela sorriu, sorriu como nunca tinha sorrido antes.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Vai passando

A chuva parece que cessou e com ela levou o mau tempo que me assolava a alma. Estou mais calma, mais objectiva. Sei o que quero, sei de onde venho e para onde vou. Terei de ser cautelosa, não quer dizer que ande com medo, muito menos que vou enfiar um saco preto na cabeça, apenas que vou tentar passar despercebida, que deve ser fácil, a emagrecer desta maneira daqui a pouco será difícil darem por mim. Vou tentar fazer deste Natal um pouco como se fosse mesmo um nascimento ou melhor será o meu renascer das cinzas tal qual a Fénix. Sim porque o que não nos mata, torna-nos mais fortes. E ao longo desta vida aprendi a fazer das fraquezas, forças para me levantar e continuar. Eu não deixei de ser quem era, apenas me tornei mais atenta a tudo o que me rodeia. Vou continuar a batalhar todos os dias para ser quem sempre estive destinada a ser. Uma vencedora. Sim, vou escrever um livro, sim vou encontrar um amor tão grandioso como o outro, sim eu vou fazer a viagem às ilhas gregas. Vai demorar, eu sei, mas desistir nunca. A desistência é para o fracos, e isso eu não sou, posso deixar-me abater por vezes, mas sempre me levantei, e desta vez não será diferente. Porque depois de uma tempestade vem um sol radiante, e porque para mim existe uma luz brilhante que me guia na escuridão, tal como guia os marinheiros ao chegar à costa em dia de tempestade. Existe um farol que me ilumina o caminho, e um dia eu chego à costa, cansada porventura, mas com o sentimento de sonho cumprido.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Já chove....

Já chove!! Que bom!? Este vento é que não está com nada. Faz com que a chuva entre nos sítios onde geralmente não entra. Eu estou falar da chuva, não é do sol, isso onde o sol não entra é noutro departamento. Agora falo de chuva, essa água que vem do céu para alegrar as plantinhas, rios, lagos e albufeiras. Faz muita falta, embora com este vento se torne aborrecida, porque faz com que esteja tudo molhado, mas mesmo tudo. A humidade trespassa paredes, telhas, e frestas. Mas finalmente, o tempo está no tempo certo! Espero que chova o suficiente, para que as plantas cresçam, para dar pasto aos animais, e algumas para nós. Que encham as albufeiras para dar água, para a electricidade, e para o que for necessário quando não chover.
Que venha chuva! Enquanto for necessária.
Tenho boas recordações de chuvas anteriores! :)
Nesta altura também gosto de estar junto ao mar! É tão bom, ver um dia cinzento na praia, o mar algo revolto. Gosto de apreciar uma trovoada no mar, se for á noite então... é um fenómeno bonito, algo perigoso, para quem anda no mar, eu sei. Por isso admiro os pescadores que se fazem ao mar, para trazerem um alimento tão importante, e nós não lhes damos o devido valor. Enfrentam tempestades, correm risco de vida, mas por outro lado vivem o mar como a própria vida. Lá irei logo que possa, ver chover no mar. Agora vou apenas ouvir, o bater da chuva, desta vez, na minha janela...

Mais uma vez fica um vídeo, da minha banda favorita, com a minha música, The rain. Condiz com o tempo, e a melodia é linda, pelo menos eu gosto. Desta vez não é ao vivo, mas mostra alguns momentos desta banda.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Se ficar não vou, se for, não fico....aiii....

Ando com o coração nas mãos, não sei se vá, não sei se fique, se vou lá, não fico aqui, se fico aqui não vou lá. Confuso? Pois para mim também. De há uns anos para cá tenho ponderado ir trabalhar para o estrangeiro, este ano mesmo, por alturas de Abril/ Maio, pensei mesmo que em Outubro, altura em que acabava o meu contrato de trabalho, iria embora. As coisas, não se encaminharam nesse sentido, e esqueci um pouco essa ideia peregrina. Entretanto, tomei conhecimento de um amigo que está em Inglaterra que me pode ajudar, e hoje, encontrei mais um emprego em Inglaterra. Vou, fico, que faço? É uma decisão difícil, não que tenha alguma coisa a prender-me, mas a decisão de deixar tudo, mesmo que seja uma vida um pouco ingrata para trás, é complicado. Arriscar sair do país, sozinha, torna tudo mais complicado. Se partir, como vou ter o mar para me dar aquele conforto, que encontro nas suas margens? Como vou aguentar ir para o país do nevoeiro, sem o nosso sol? Por outro lado preciso sair daqui para bem longe... sair daqui, vai fazer-me ocupar a cabeça, olhar o mundo com outros olhos. Vai custar um pouco, mas a minha vida tem de mudar, sob pena de não sair da cepa torta, e além disso preciso mesmo ser eu novamente, ando um pouco afastada de mim. Sim, vou partir. U.K. whait for me. I kept the rain, falling down on me,all the time. Tal como o refrão da música que ouço neste momento:The rain - Roxette, a chuva cai em mim o tempo todo, por isso vou, para poder esquecer a chuva....

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Uma carcaça....

Depois de um dia mau, um dia bem melhor. Após ter ido tratar do imbróglio de ontem, não me apeteceu rumar a casa, e como estou no desemprego, fui ao centro de emprego, a ver se encontrava alguma coisa para fazer, porque a vida de uma desempregada tem que se lhe diga, e porque ainda não me deram a papelada que agora nos fornecem, e estava preocupada com o raio dos carimbos. Lá me disseram que não precisava de fazer nada, que estava convocada para dia 9 do próximo mês, que haveria de receber a convocatória. Essa de não precisar fazer nada, fez-me rir, como é óbvio, eu lá sou de ficar á espera sem fazer nada? Resposta pronta e na hora : "_ Não preciso fazer nada? Preciso procurar trabalho...!!!" , ao que a funcionária esboçou um sorriso, do tipo seco, e deve ter pensado que era treta. Enfim, depois de ver que só há trabalho para carpinteiros, cozinheiros, serralheiros e outras coisas a acabar em "eiros" ( as cabecinhas pensadoras já devem estar rir, mas não, isso não pedem por lá), e para técnicos de vendas , que eu também sou, mas agora não me apetece, lá saí e fui a um hiper para comprar bens de primeira necessidade ( chocolate, verniz para as unhas, depilatório, xiii que mentirosa), foram mesmo bens essenciais, o orçamento não permite esse tipo de estrago.
Hora de almoço após sair do hiper, logo, faço um esforço, sim que para comer uma coisa daquelas eu preciso fazer um esforço, e vou comprar um "Happy meal"( passo a publicidade), só para trazer um brinquedo para a sobrinha. Um dia explico a cena de ter de fazer um esforço, mas lá gastei 3€, e com a refeição na caixinha rumei ao meu local de terapia, a praia. Comi o dito, com pouca vontade, mas vir para casa comer, não era opção, pelo menos hoje, e depois fui tomar a única droga de que dependo, o café, num tasco á beira mar, e como não podia ser de outra maneira, fui passear na beira da água. A certo ponto, lá me aparece um sr, de fato de surfista com um cão pela trela, conversa puxa conversa, e a páginas tantas, começa tipo a contar-me as desventuras de casado, que não era feliz, que pensava arranjar uma moça, que lhe pagava o apartamento, que queria ser feliz, a ver se colava, e por aí fora. Só me saem cromos. Ainda se fosse um gajo novo, cheio de charme, eu pisava o tapete, agora um fulano com idade para ser meu pai (58 anos tem o fulano, chiça)? Não sou preconceituosa, mas francamente, o velho atirou-se a mim....aiiii, que cena. Para cúmulo, ainda me pede o número de telefone, depois de eu lhe dizer, que não gosto de homens, e se me podia encontrar ali na praia outras vezes. Já viram a minha vida, uma gaja já não pode ir para um sitio sossegado, sem levar com uma cena destas? Que faço eu, quando voltar á praia e o fulano lá estiver? Já nem posso fazer terapia....
Enfim, lá venho eu para um outro mini-hiper, para levantar uma encomenda da La Redoute, e enfim, o ego de uma solteira tem destas coisas, fui á loja de roupa, e saio com uma jeans novas( até estou a precisar, foi só por isso). Não foi um dia produtivo, mas pelo menos foi positivo, mesmo com a cena do dito sr, a quem corre mal o casório. Que não se casasse, ou então procure um conselheiro matrimonial, mas não se ande a fazer a meninas que gostam de meninas, lol. Que eu gosto é de homens, não de carcaças, e nem de mulheres, mas não lhe ia dizer isso.
E para fechar o meu dia está a chover, que bom vai ser ir deitar-me e ouvir a chuva a cair, embora faltem alguns "gadjets", para ficar uma noite perfeita.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A chuva

Estou sempre a jurar que me deito cedo, mas, não consigo. Já era para ter ido para a cama a estas horas. Não só não tenho sono, como não tenho a miníma vontade de ir trabalhar amanhã, por saber que vou para o desemprego, e porque simplesmente estou saturada de acordar ás 5.30h, para nada. Eu sou meio morcega, gosto da noite, ou melhor, sou gata. Nome de gata: Xana, olhos de gata: azuis, e signo chinês de gata: Tigre, portanto a noite é minha amiga. Só me faltam os telhados, lol.
Bem , mas este post é para falar do tempo lá fora. Desde ontem que de noite está de trovoada. Para muitos, não é nada bom, para mim é algo que podia ser fixe, e só não é porque não tenho mais aquela pessoa para partilhar a noite. Sinto a falta dessa companhia, nestas noites chuvosas( e nas outras também). É tão bom estar enroscada, debaixo do lençol, com quem amamos, a ouvir a chuva bater nas janelas, e a trovoada a ressoar com voz grossa. A trovoada continua a ressoar lá fora, e eu vou continuar sozinha....

sábado, 16 de junho de 2007

Banalidades

Agora que já desabafei, vou falar de outras coisas, de banalidades, ou outra gaita qualquer.
O tempo não está "grande espingarda", estamos em Junho, quase no Verão, anda tudo trocado. Não é, que não seja normal chover em Junho, mas isso geralmente dura no máximo 2 dias, e não chove tanto assim, são uns aguaceiros que nem chegam a molhar as terras em profundidade. Enfim, vamos ter de nos habituar a estas alterações climáticas repentinas, e quando houver tempo agradável, aproveitá-lo da melhor forma possível.
Politicamente, ainda se discute o novo aeroporto de Lisboa, e agora também, os mesmos que tem contestado o aeroporto na Ota, como a situação parece estar a ser tratada como pretendem, vêm, contestar o projecto para o TGV. Isto é mesmo vida de político, e de oposição. Em Portugal, os políticos, nada fazem, passam o tempo a dizer mal de tudo e de todos, a contestar tudo e todos, a prometer e quando lá se apanham, fazem exactamente o contrário daquilo que prometeram, e fazem igual aqueles que tanto criticaram. É o caso dos que estão actualmente no poder, e daqueles que os criticam, com pretensões de irem para o lugar deles. Depois....fazem o mesmo. E nós os eleitores somos os culpados, porque ora pomos lá uns, ora pomos lá os outros, e nada muda. Como se costuma dizer " a merda é a mesma, só mudam as moscas"....
A selecção de sub-21, foi eliminada do Europeu de Futebol 2007, não sei se com razão ou não, ouvi uns casos, mas estou por fora. Joe Berardo lançou uma OPA ao Benfica, também estou meio por fora, mas vou tentar acompanhar, porque sempre é o meu clube. Pinto da Costa, presidente do FCP não se espantou com o facto de ser acusado pelo ministério público no âmbito do processo apito dourado, pudera, sabe o que fez, não se poderia espantar mesmo, ou pensará que a "Judite", anda aí só por andar?