O tempo decorreu, o tempo segundo dizem tudo cura. Parece ser verdade, passado algum tempo ela já se sente muito melhor, está mais animada, e já começou a dar uns passos em frente. Afinal, de nada adiantava o mal estar que sentia, não ia resolver nada e só a estava a martirizar mais, ele não valia o sacrifício. Agora ela percebe que só saiu a ganhar. Está mais forte, mas decidida, e agora mais que nunca sabe onde quer chegar, e onde pode chegar. Agora tem a certeza de que é uma mulher forte e bonita, muito bonita por dentro, (e por fora, pelo que ouviu recentemente). Ela cresceu, já não se deixa encantar com sorrisos e promessas. Fez amizades, algumas nem duraram mais que o tempo que levou a dizer não, que não está interessada em ter namorados, e isso não se podem contar como amizades. Outras, ficam, valem pelo respeito que se tem pelo outro, valem pela amizade que pode ir crescendo, pelas conversas tolas, pelas risadas de satisfação e valem pelos sorrisos que provocam, pelos sorriso que ela consegue provocar. Ela não está no mercado, diz ela. Agora é mais difícil ser conquistada, porque criou uma carapaça que a protege, quase impenetrável. Sabe que um dia, vai abrir a guarda, mas não para já, ainda tem alguns cacos para juntar. Quem sabe ela abre a guarda se a ajudarem a juntar os cacos, pensa ela quando lembra o dia anterior... recua um pouco no tempo, e lembra-se que terá de aprender a portar-se menos bem... afinal porta-se bem demais... Solta uma gargalhada interior e um sorriso enorme abre-se no seu rosto, mas fica com dúvidas se voltará a acontecer, voltará ela a ter um dia assim? Tudo pode acontecer, ela não sabe, vai deixar correr ao sabor do vento, vai deixar que o tal tempo que tudo cura, também possa ser o tempo dela, o tempo para ser feliz.
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Tempo para sorrir
O tempo decorreu, o tempo segundo dizem tudo cura. Parece ser verdade, passado algum tempo ela já se sente muito melhor, está mais animada, e já começou a dar uns passos em frente. Afinal, de nada adiantava o mal estar que sentia, não ia resolver nada e só a estava a martirizar mais, ele não valia o sacrifício. Agora ela percebe que só saiu a ganhar. Está mais forte, mas decidida, e agora mais que nunca sabe onde quer chegar, e onde pode chegar. Agora tem a certeza de que é uma mulher forte e bonita, muito bonita por dentro, (e por fora, pelo que ouviu recentemente). Ela cresceu, já não se deixa encantar com sorrisos e promessas. Fez amizades, algumas nem duraram mais que o tempo que levou a dizer não, que não está interessada em ter namorados, e isso não se podem contar como amizades. Outras, ficam, valem pelo respeito que se tem pelo outro, valem pela amizade que pode ir crescendo, pelas conversas tolas, pelas risadas de satisfação e valem pelos sorrisos que provocam, pelos sorriso que ela consegue provocar. Ela não está no mercado, diz ela. Agora é mais difícil ser conquistada, porque criou uma carapaça que a protege, quase impenetrável. Sabe que um dia, vai abrir a guarda, mas não para já, ainda tem alguns cacos para juntar. Quem sabe ela abre a guarda se a ajudarem a juntar os cacos, pensa ela quando lembra o dia anterior... recua um pouco no tempo, e lembra-se que terá de aprender a portar-se menos bem... afinal porta-se bem demais... Solta uma gargalhada interior e um sorriso enorme abre-se no seu rosto, mas fica com dúvidas se voltará a acontecer, voltará ela a ter um dia assim? Tudo pode acontecer, ela não sabe, vai deixar correr ao sabor do vento, vai deixar que o tal tempo que tudo cura, também possa ser o tempo dela, o tempo para ser feliz.
sábado, 2 de junho de 2007
A idiota do costume...

Ontem completei mais um aniversário. E vão 33.
Nada mudou, apenas a minha idade, continuo a ser a idiota do costume.
A minha vida neste último ano, parecia ter começado a fazer algum sentido, a partir de certa altura. Começo a construir o meu pequeno "castelo", com pequenos nadas, que me completavam, me davam verdadeiros momentos de felicidade. Mas como tantas outras vezes na minha vida, o "castelo" desmoronou-se ainda antes de chegar a colocar os primeiros tijolos.
Espero agora conseguir, recomeçar a construção de um novo castelo, mas desta vez só para mim, com pequenas consquistas, dia a dia, passo a passo, tijolo a tijolo. Espero construir algo grandioso, como sempre achei que seria capaz de fazer, mas fá-lo-ei com mais empenho, com mais garra, e mais determinação. Vou acabar de escrever o livro que comecei, e que espero que seja apenas o primeiro de muitos que se irão seguir.
Cabe-me apenas a mim, dar sentido á minha vida, e fazer dela algo grandioso, não para os outros, mas para mim, para que no final sinta que valeu a pena ter vivido, e ter deixado alguma marca por mais leve que seja.
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