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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Jesus...

Oh srs da Luz!! O JESUS que faz os milagres, não é esse...!!!
Oh Vieira, aprendeste com o Alberto J.J. ? O corpo gerente demite-se, para te candidatares novamente?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Maratona


Será isto a gripe das galinhas? Cócórocó... É que estou com gripe, e estou no choco, isto deve ser gripe de galináceo... Quando eu melhorar eu volto... é que até melhorar a febre dá cabo de mim, e os vírus estão todos felizes da vida a fazerem a maratona pelo meu corpo. Só falta o Zé de pistola na mão para dar a partida. Vou ver se os consigo despistar no caminho antes de chegarem ao final. Isto está mau. Nem consigo dizer coisa com coisa, ok, antes também não dizia... mas a febre piora um bocadinho as coisas. Até ver, estou com gripe, coisa que não sabia o que era, há 20 anos, quase desde que nasci portanto... lol. Fui, ou isto só tem tendência a piorar.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Chuva

Na chuva da noite,
caminho na relva,
com pés descalços,
porém estou nua.

Do alto da tua janela,
vejo-te a observar
uma louca na rua,
á espera de te amar!

Abres a tua porta,
saindo quase a voar,
invades-me o jardim,
para me abraçar!

Os teus braços fortes,
envoltos em mim,
aquecem este corpo,
num desejo sem fim.

Amas-me mesmo ali,
debaixo de chuva fria,
não importa a noite,
amas-me até ser dia!

A chuva me acorda,
deste quente pensar ,
continuarei sozinha,
até ao teu regressar!

Deste sonho que sonhei,
ficou o desejo de te ter,
mais que uma noite,
mais que pelo prazer!

Onde tu estás não sei,
mas aqui está a chover,
irei nua para a relva,
esperar por te ver!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Meo



Se o comando é meo, porque é que eu não tenho o controlo? Deixei de ter controlo sobre a minha vida, saúde, algumas necessidades. Nem sobre o meu corpo tenho controlo. Quer dizer, não ando a fazer disparates, mas há coisas que perdi totalmente o controlo. Não consigo controlar a circulação sanguínea, não consigo controlar nada internamente, o corpo não me obedece, e nem obedece ás leis da natureza. Está auto-controlado por si próprio, independentemente da sua natureza feminina, independentemente de mim, que deveria conseguir controlar melhor o que aqui se passa. Não controlo o sono, nem para que chegue, nem para que se vá! Está tudo fora de controle, até parece que de repente, se auto-regula, sem necessidade de mim. Eu aqui, sou só mera cápsula, um casulo, onde se alojou sem que eu pudesse ter mão nele. Quero voltar a ter o poder de te comandar. Onde está o comando? O comando é meo!

sexta-feira, 14 de março de 2008

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Não quero

não quero sentir o teu cheiro na minha pele...

não quero lembrar o teu sorriso...

não quero sonhar contigo outra vez...

não quero arrepiar-me só de lembrar o teu beijo...

não quero sentir o sabor a mar da tua pele...

não quero a protecção dos teus braços...

não quero o calor do teu corpo junto do meu...

não quero fazer amor contigo...

não quero lembrar o teu toque suave...

não quero acordar ao teu lado...

não quero voltar a ver-te...

Quero esquecer-te.

Mas como conseguirei fazê-lo, se não me

esqueço de te lembrar?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

São horas...


São horas de ir para a cama...
não quero, não sinto sono...
ainda me está na pele o teu odor,
odor a mar, odor de mel, não há
água que o tire da minha pele...
ainda me arrepio, de cada vez
que fecho os olhos e o sinto,
como se estivesses aqui.
São horas de ir para a cama...
não quero, tu não estás mais aqui,
não sentirei o teu calor, não sentirei
mais os teus lábios de mel, nem
a suavidade das tuas mãos,
no meu corpo sedento de ti.
São horas de ir para a cama...
não quero, estou perdida na noite,
não tenho mais o teu abraço,
nem o teu suave respirar,
e o teu sorriso ao despertar.
São horas de ir para a cama...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Odeio


As longas noites da tua ausência
Odeio não partilhar o calor do teu edredon
Odeio não sentir o calor do teu corpo
Odeio não sentir o sabor a mar da tua pele
Odeio não saborear o mel da tua boca
Odeio não acordar nos teus braços
Odeio não fazer amor contigo
Odeio que não me ames
Odeio amar-te mais, do que te odeio.

domingo, 14 de outubro de 2007

Um momento... para recordar...

Por muito que não me queira lembrar é impossível. Como posso esquecer mesmo um ano depois? Como poderei esquecer, se a simples lembrança de ti ainda me faz estremecer? Que dizer daquela noite em que me fizeste sentir mulher, como nunca antes alguém tinha feito? Tentar adiar, o que tinhas planeado para mim, foi impossível, afinal o desejo não era só em ti que habitava. As minhas forças de resistência abandonaram-me por completo, ao sabor dos teus desejos mais secretos, e o meu corpo rendeu-se ao teu toque suave, aos sabor quente da tua boca, ao encaixe perfeito de dois corpos tão diferentes, mas que a urgência do momento tornou possível. A noite prolongou-se como nunca antes em tempo algum, eu imaginei que pudesse esticar o tempo. Não dormi nada. As emoções á flor da pele, a cama macia com o teu corpo quente e pronto para mais "luta", colado no meu, a chuva que teimava em cair, do outro lado da janela, e a dúvida, se estaria a ser real aquele momento mágico, não permitiram que eu me entregasse nos braços de Morfeu, naquela noite os teus braços foram mais fortes. Hoje um ano depois, a distância entre nós, é tão grande como da terra á lua. Nunca discutimos, nunca nos zangámos, simplesmente mudaste o teu rumo, e eu fiquei sem o meu norte, perdida na lembrança das emoções que causaste, no desejo por concretizar, na certeza incerta de que fui apenas um momento na tua solidão. Hoje, só hoje relembro esse dia, porque amanhã, é um outro dia, e já passou o tempo de recordar... é o tempo para novas emoções, para mim, para ti... distantes, como duas linhas paralelas que jamais se irão encontrar, por mais que o tempo estique...