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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Chuva

Na chuva da noite,
caminho na relva,
com pés descalços,
porém estou nua.

Do alto da tua janela,
vejo-te a observar
uma louca na rua,
á espera de te amar!

Abres a tua porta,
saindo quase a voar,
invades-me o jardim,
para me abraçar!

Os teus braços fortes,
envoltos em mim,
aquecem este corpo,
num desejo sem fim.

Amas-me mesmo ali,
debaixo de chuva fria,
não importa a noite,
amas-me até ser dia!

A chuva me acorda,
deste quente pensar ,
continuarei sozinha,
até ao teu regressar!

Deste sonho que sonhei,
ficou o desejo de te ter,
mais que uma noite,
mais que pelo prazer!

Onde tu estás não sei,
mas aqui está a chover,
irei nua para a relva,
esperar por te ver!

sexta-feira, 14 de março de 2008

quinta-feira, 13 de março de 2008

Um filme

(imagem retirada da internet)

... entraste no ---, um arrepio percorreu-me de alto a baixo. Fiquei calmamente, na vã esperança de uma aproximação. No meu imaginário já rodava o filme dos nossos corpos, em suaves ondas de prazer. As tuas mãos suaves percorrendo a minha pele, a tua boca deslizando, em beijos quentes no sentido descendente em velocidade lenta, enquanto o meu corpo se incendeia mais e mais. As minhas unhas roçam suavemente nas tuas costas, qual gata que pede mais e mais... sugo a tua orelha, arqueias o corpo numa onde de prazer que te leva num impulso a puxar-me de encontro ao teu centro de prazer num abraço apertado. Sinto a tua masculinidade, forte e sedenta de mim, abrando-te as intenções com um longo beijo, e vou descendo no teu corpo, beijando, sorvendo cada gota com sabor a sal, libertada no calor do momento. Ocupas-te de mim como eu de ti. Levamos o mesmo tempo a chegar ao ponto que pretendemos, numa sintonia que nunca conseguíramos. Sinto o calor da tua língua, dos teus lábios no interior das minhas coxas e começo lentamente a sentir-me em aceleração. Ocupo-me de ti, tentando fazer com que te sintas o ser mais desejado, e tentando abrandar a onda de prazer que me envolve naquele momento que, quero que seja de ambos. O tempo que se passa, não interessa, sorves cada gota da minha essência com o mesmo entusiasmo que eu sorvo a tua pujança de homem abandonado às mãos de uma gueixa. Uma explosão dos sentidos de ambos dá-se naquele momento, e dois corpos ardentes quebram por instantes, para logo depois recomeçar...
A aproximação, não se deu, mas o filme realizado no meu imaginário deixou-me com um sorriso, e como diz o ditado "a esperança é ...."


(eu devia estar a trabalhar... mas... deu-me para escrever, o inspirador disto tudo andava por aí,
e vai daí, soltei-me... pena que nunca vai ver...)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O elvador do desejo...

Olhou o relógio, eram 23 horas, horas de acabarem a visita, mais que duas horas depois do jantar, as visitas começam a ser aborrecidas e eles não queriam tornar-se aborrecidos para a amiga. Despediram-se com a promessa de que o próximo jantar seria na casa deles, por entre gargalhadas duma noite bastante divertida.
Chamaram o elevador, que levou o seu tempo até chegar ao último andar, ainda entre gargalhadas com os amigos que aguardavam com eles. Na brincadeira a amiga diz-lhe que não se pusessem com brincadeiras libidinosas no elevador, que aquele era um edifício familiar… ela riu, mas no seu pensamento já estava o próximo momento quente da noite. Era um edifício com muitos andares, mas mesmo assim, o tempo de que ia dispor não seria um aliado, estes pensamentos passaram tão rápido na cabeça dela, tinha de haver outra solução, mas logo via. O elevador chegou, despediram-se dos amigos e entraram naquele espaço que não era assim muito grande, mas seria perfeito para o culminar de mais uma das suas loucas aventuras a dois. Mal a porta se fechou, lançou-se sobre ele, beijando-o loucamente as mãos dela percorreram o corpo dele, sem pararem até lhe ter aberto as calças. Nesse momento, ele tentou abrandá-la, disse-lhe que não ia haver tempo. Ela num rasgo de pensamento olhou para os comandos e travou e elevador entre dois pisos, dizendo que era agora ou nunca. Ele já estava toldado de desejo, tanto quanto ela, a adrenalina de ambos estava ao máximo. A mão dela, acabou de desapertar as calças dele, chegando-a de encontro ao seu centro de prazer , e percebeu que ele queria tanto como ela. Voltando-se de costas para ele, inclinou-se para a frente, deixando ao seu dispor os seus quadris bem delineados, ele levantou a curta saia que lhe cobria as nádegas, e percebeu que ela tinha planeado este momento, não trazendo lingerie vestida. Ela pediu-lhe com a voz embargada para que a possuísse já. Não precisou de segunda ordem para o fazer, tomou posse dela, e ela sentiu todo o seu poder de homem viril penetrar dentro dela como era seu desejo. Rapidamente chegaram ao culminar do desejo, que os tinha metido naquela loucura. Libertando toda a energia que percorria os corpos de ambos, ela naõ conseguiu conter um sonoro gemido, que se devia ter ouvido nos dois andares em que estavam entalados. Ela baixou a saia, e ele ainda apertava as calças, quando ouviram vozes e sentiram estremecer o elevador. Abraçaram-se e um longo beijo foi o culminar de um momento tão alucinado, como tantos outros que já tinha vivido em outras aventuras. O elevador parou no andar de baixo, e um casal na casa dos 70 anos entrou. Eles entreolharam-se e sorriram ao pensarem se o casal tivesse chamado o elevador dois minutos antes…

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Não quero que te constipes

A tarde estava fria, uma chuva miudinha teimava em cair. Entraram em casa, já com a roupa e o cabelo molhados.
_Toma. - diz-lhe ele estendendo uma toalha. _Seca o teu cabelo, pelo menos!
_Obrigado! Vou ficar constipada. - responde-lhe ela ao mesmo tempo que estende a mão para pegar na toalha.Tocam-se, e como que atraída por um híman, ela dá por si, com o rosto quase colado ao dele.
_ Não quero que te constipes. - diz-lhe ele ao mesmo tempo que a abraça. Os corações de ambos batem a um ritmo acelerado. Ele olha-a nos olhos e um beijo une-os, num longo momento que apenas acabará muito tempo depois. Puxa-lhe a camisola, desnudando-a. Ela está assustada, não sabe se foge ou se fica e se deixa levar. Um desejo súbito invade-a e puxa-lhe a camisa enquanto lhe beija o pescoço. Sente as pernas tremerem. Ele pega-a ao colo, e leva-a até á banheira. Abre a água, enquanto os beijos são cada vez mais quentes, sentem a urgência daquele momento apoderar-se de ambos. A roupa já está no chão, ele pega-lhe e entram para debaixo do chuveiro. As mãos dele percorrem o corpo dela, os seus lábios param nos mamilos erectos que clamam por mais. Ela sente-se elevar e é encostada á parede. A sensação que obtém, é indescritível, o frio da parede em contraste com o calor do corpo dele encostado ao dela, e da água quente, deixa-na louca de desejo. Sente-o penetrar dentro de si, e põe as pernas de volta da cintura dele. Aquele momento, ela deseja que não acabe. A união dos dois corpos é perfeita, ela aperta-o dentro de si, e ambos se sentem chegar ao derradeiro momento final. Beijam-se prolongadamente.

_ Um banho quente, é sempre bom quando nos molhamos, à chuva. Não quero que te constipes! - diz-lhe ele. Ela sorriu, sorriu como nunca tinha sorrido antes.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Um dia, assim, meio a recordar....

Porque hoje estou assim, meio em baixo, meio a recordar alguém, que ainda me tira o sono, faz-me supirar, e que ao mesmo tempo faz com que tenha uma vontade enorme de lhe dar uma enorme lição, sobre como lidar com mulheres sem as magoar... mesmo que seja sem intenção... como se eu fosse capaz de acreditar... Em todo o caso M. que sejas feliz, é todo o mal que te desejo...


domingo, 14 de outubro de 2007

Um momento... para recordar...

Por muito que não me queira lembrar é impossível. Como posso esquecer mesmo um ano depois? Como poderei esquecer, se a simples lembrança de ti ainda me faz estremecer? Que dizer daquela noite em que me fizeste sentir mulher, como nunca antes alguém tinha feito? Tentar adiar, o que tinhas planeado para mim, foi impossível, afinal o desejo não era só em ti que habitava. As minhas forças de resistência abandonaram-me por completo, ao sabor dos teus desejos mais secretos, e o meu corpo rendeu-se ao teu toque suave, aos sabor quente da tua boca, ao encaixe perfeito de dois corpos tão diferentes, mas que a urgência do momento tornou possível. A noite prolongou-se como nunca antes em tempo algum, eu imaginei que pudesse esticar o tempo. Não dormi nada. As emoções á flor da pele, a cama macia com o teu corpo quente e pronto para mais "luta", colado no meu, a chuva que teimava em cair, do outro lado da janela, e a dúvida, se estaria a ser real aquele momento mágico, não permitiram que eu me entregasse nos braços de Morfeu, naquela noite os teus braços foram mais fortes. Hoje um ano depois, a distância entre nós, é tão grande como da terra á lua. Nunca discutimos, nunca nos zangámos, simplesmente mudaste o teu rumo, e eu fiquei sem o meu norte, perdida na lembrança das emoções que causaste, no desejo por concretizar, na certeza incerta de que fui apenas um momento na tua solidão. Hoje, só hoje relembro esse dia, porque amanhã, é um outro dia, e já passou o tempo de recordar... é o tempo para novas emoções, para mim, para ti... distantes, como duas linhas paralelas que jamais se irão encontrar, por mais que o tempo estique...

sábado, 15 de setembro de 2007

Eu desejo estar aí....

É a segunda vez que posto este video, mas o sentimento continua o mesmo. E eu gostava mesmo era de estar aí....

Pink Floyd - Wish you were here