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sábado, 13 de junho de 2009

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Ela não está totalmente bem, mas está muito bem. Agora as coisas que passam vezes sem conta na sua cabeça, já não são as mesmas. Agora as coisas tem mais que ver com os laços familiares, e com a sua família de ambas as partes, pai e mãe. Nunca entendeu e nunca entenderá, porque é que teve que nascer de duas famílias, tão semelhantes entre si... De nenhuma das duas, ela pode dizer que seja uma família. Não é só pelo facto de entre cada uma não se darem uns com os outros, como são invejosos, ofendem-se quando discutem e desde que nasceu que foi assim. Revolta-a, quase ter sofrido um ataque com uma caçadeira, ela e a mãe, por uma mentira, que o destino se encarregou de desmentir. E se o ataque se tivesse perpetrado? Hoje não estaria viva, ela e a mãe. A mãe teve de fugir com ela no colo e a irmã pela mão, e tudo sem uma razão plausível, tudo por uma inveja sem fundamento. Ainda hoje não consegue olhar bem, para a pessoa que quase causou uma desgraça, ainda hoje sofre com a inveja dessa pessoa. Porquê? É a pergunta que tanto lhe equaciona o seu cérebro, ela não tem nada que se possa invejar, porquê? Porque é que quase foi assassinada juntamente com a mãe, porque é que a pessoa contou uma mentira por inveja? Nos primeiros anos de vida, sofreu com isso, até que o destino a marcou, e a mentira foi revelada, sim a máscara caiu, e foi-lhe pedido perdão pelo erro que quase a matara. Mas isso não apaga o passado, o seu avô morreu, pediu perdão por quase ter cometido uma loucura, mas a outra pessoa continua viva e continua à sua maneira a fazer-lhe a vida negra, e sempre com sucesso...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Viva a preguiça!

Lá vem a "reclamona" de serviço!!! ;)
As notícias de hoje dão conta das medidas que foram tomadas para ajudar/incentivar os desempregados. Não tomei grande atenção, portanto não me posso pronunciar sobre as mesmas. Então porque venho para aqui, reclamar? Porque a única televisão que vejo, são os noticiários e algumas reportagens que dão a seguir aos mesmos. Ontem, não vi a reportagem que deu na TVI, a seguir ao noticiário da noite, apenas apanhei o final. A reportagem era sobre as pessoas que mal ou bem vivem do RSI. Algumas pessoas na reportagem são vizinhas aqui do meu neurónio. Se há pessoas que se esforçam por sair dessa situação, outras há que aproveitam todos os tostões que o Estado lhes dá, incluindo os imensos abonos para os imensos filhos que vão tendo ao longo dos anos. É nisto, que eu reclamo, os imensos incentivos à multiplicação dos preguiçosos. Já não basta viverem á conta dos meus descontos, que não fazem mais nada a não ser multiplicar-se para ganhar mais uns trocos. É nisto que reclamo, nos incentivos que este Estado dá aos preguiçosos para se multiplicarem. Querem que o país cresça, que seja mais produtivo, e é com preguiçosos que o vão conseguir? Que tal darem incentivos a esta gente toda para trabalhar, e incentivos reais a quem trabalha, mas tem consciência que um filho é algo bem mais importante que mais um elemento a ajudar na obtenção de abonos, que um filho é um bem mais precioso, que mais um preguiçoso a viver daqui a uns anos à conta dos nossos descontos. Sei que não está bom para e encontrar trabalho,mas grande parte desta gente nunca tentou sequer procurar trabalho, porque tem ordenado do Estado, sem ter de se chatear. Se eu quiser ter um filho(a), tenho de o(a) educar, alimentar e fazer dele um homem/mulher responsável no futuro, tudo isto sem incentivos, apenas com o meu esforço. Que tal se neste país se ajudasse quem contribui realmente para o crescimento do mesmo, quem se esforça por um mundo melhor e não incentivar os preguiçosos a serem cada vez mais preguiçosos, e cada vez mais em maior número. Qualquer dia o número dos que contribuem vai ser em muito menor número que aqueles que nunca nesta vida souberam o que era um trabalho. Eu também gostava de ter uma família numerosa, mas enfim tenho de trabalhar.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dedicatória

A vida lá em casa, era maravilhosa! Havia paz, muito riso, muita cumplicidade, muita brincadeira e muito amor! Os fins de semana eram passados em família, em casa, ou no monte em comunhão com a natureza. As brincadeiras com os miúdos era muito divertidas, de vez em quando deixava-os ganhar os jogos que eles próprios inventavam, só para ver aquelas caras alegres. Os anos iam passando, os miúdos crescendo e os estudos roubavam-lhes algum tempo, assim como os passeios com os amigos, os namoricos eram conversa habitual. Nunca reclamei, era o ciclo natural da vida, e continuámos sempre a divertir-nos quando estávamos em família. Nunca faltou nada lá em casa, e era isso que importava.
Um dia, a minha saúde mudou, e as coisas por casa também mudaram. Subitamente, onde havia amor, carinho, cumplicidade, brincadeira, passou a haver desconfiança e afastamento. Não entendi a razão, perguntava-me porquê? Comecei a ouvir conversas em surdina, outras vezes os semblantes mudavam quando eu entrava, mas porquê, se era uma doença simples, cujo tratamento seguido á risca iria fazer com que voltasse tudo a ser como antes. No entanto, não era esse rumo que as coisas estavam seguir. Continuavam indiferentes, muitas vezes perguntei porquê, mas nunca me responderam. A minha saúde foi ficando cada vez mais fraca, o medicamento acabou e não se comprou mais, a falta da vida de antes, fazia com cada dia ficasse pior. Um dia, achei que tudo ia voltar a ser como antes, afinal no fim de semana íamos para o monte, éramos novamente uma família. No caminho, parámos naquela vila onde era habitual, para esticar as pernas, e apanhar um pouco de ar. Estava distraído a olhar os patos no lago, como era habitual, gostava de os ver sempre muito aprumadinhos, alisando as penas, mergulhando, enfim vida de pato. De repente senti um silêncio, um frio na espinha. Olhei para trás, e não os vi. Fui até ao estacionamento ver se me esperavam no carro, mas o carro não estava lá. O que se estava a passar, estariam a brincar? Só podia. Deixei-me ficar, afinal não adiantava sair, se voltassem podíamos desencontrar-nos. Passaram-se longos minutos, que deram lugar a horas, não estava a entender, que se estava a passar? Comecei a ficar com fome, resolvi procurar o que comer, mas de repente todos olhavam para mim de lado, outros afastavam-se e até puxavam as crianças pelo braço com força. Ia andando, resolvi tomar o caminho para casa, quem sabe voltassem para trás e não estando no jardim, resolvessem também ir para casa, para nos encontramos. Os carros apitavam-me, entrei num portão aberto, resolvi que iria ali pedir algo para matar a fome, mas quando me viram, correram comigo, ofenderam-me, atiraram pedras, chamaram-me Sarnento... Então percebi... Aqueles que em tempos tinham sido a minha família, abandonaram-me, foram embora, deixaram-me ficar para trás porque eu tinha sarna. Senti uma dor tão grande. Porquê? Porquê? Que fizeram aos momentos felizes, às alegrias partilhadas? Só me apetecia chorar, a fome cada vez mais me torturava... Fui caminhando, entrava em algumas portas, era logo escorraçado, sempre chamado de sarnento. Os carros apitavam, outros quase me atropelaram, também já não importava... agora estava por minha conta... e nem a fome conseguia saciar, aquela doença que teimava em me fazer coçar cada vez com mais frequência, sem tratamento não iria abandonar-me... Porquê? Porquê eu? Continuei no caminho, cada vez mais fraco... até onde iria, não sei, mas continuei...
Dedicado a ti, que caminhavas naquela estrada, com o ar mais triste do mundo, que um dia tiveste um lar, mas que foste abandonado ao teu destino, porque aqueles que te amaram um dia, não tiveram a capacidade de te ajudar... Perdoa-me por também eu não te puder ajudar... acredita que me dói, ter passado e ver-te nesse sofrimento, acredita que maldigo os que te deixaram no caminho...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Halleujah

Sempre me intrigou o origem do meu nome de família, porque as origens do meu avô não eram muito definidas, ou seja, ele sabia quem era o pai, mas não foi criado por ele, daí que não tenha ficado a saber nada sobre os antepassados. Não é fácil construir a árvore genealógica de família, mas eu gostava, porque não tenho um nome muito comum, e porque andei a cuscar a origem da palavra Aleluia na Wikipédia. Será a origem deste nome, mesmo hebraica? Ou terá outra origem? Tendo em conta que este pedaço de chão a que chamamos Portugal foi durante muito tempo ocupado por árabes, e sempre cá vieram parar por outras razões, será a minha família de origens árabes? Ou terá origens religiosas, de outra forma? Não sei, mas um dia vou descobrir. Isto intriga-me, mas por enquanto não tenho forma de conseguir descobrir.


P.s. Descansem os que pensam que me poderei tornar em bombista suicida, caso tenha origens árabes, e rebente com isto tudo. Não quero ir ter com o Deus árabe, nem voltar a ser virgem, no meio de malucos suicidas! Prefiro os prazeres terrenos, aqui está começar a época do morangos, das cerejas, etc e tal, o que provavelmente lá não existe.

domingo, 7 de outubro de 2007

Família Superstar

Hoje venho apenas desejar os meus sinceros PARABÉNS á família Lourenço que está nas 10 finalistas do concurso Família Superstar. Tenho seguido este concurso desde o inicio porque senti que iam participar, e não me enganei, lá estavam nos castings. Desde essa altura que tenho torcido por eles, e merecem estar lá. Tenho certeza que irão sair-se ainda melhor daqui para a frente e quando chegar a altura é óbvio que irei votar família Lourenço.
Para quem quiser conhecer melhor, deixo o link do Karaoke Kaffé, que é, onde trabalham diariamente naquilo que mais gostam de fazer: música.
E por hoje é só. Parabéns Viviana, parabéns Júlio, e muitos beijinhos para a minha amiga Lena, que é a mamã babada. Mesmo longe não me esqueço de ti.