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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Uma dança para a vida...

Este Marginal...



Já não Dança mais comigo...



Fica o seu lindo Ghost...



e a minha homenagem...



RIP Patrick Swayze!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Fantasma...

Eu cada dia mais me dou conta que estou num beco de onde não vejo como sair.Porque continuo a ser perseguida? Já se passaram anos, mas há fantasmas que não morrem nunca, e teimam em nos perseguir como que para nos lembrar que quando menos esperarmos estarão lá para nos fazerem mal outra vez? Quem me pode proteger? Ataca sempre em tempo contado, com uma precisão de relógio suiço. Fujo do telefone fixo como o diabo da cruz, mas mesmo assim disfarça-se para tentar ludibriar quem atende o telefone, e assim obter informações. Oh céus, nem com mentiras... Céus eu não te quero, nunca te amei! Vive a tua vida, deixa a minha em paz. Chega de me atazanar os dias, nem posso ouvir os cães de noite, que fico a pensar se estarás a vigiar, para saber se eu continuo aqui, se não me casei de verdade, como mandei que te disseseem, para veres se consegues chegar até mim de novo. És um pesadelo, do qual eu preciso livrar-me, chego a pensar coisas muitos más para te fazer... só para que nunca mais tenha notícias tuas... para que nunca mais ande a olhar para trás a ver se não estás lá para me atazanar a paciência. Esquece que existo, vive a tua vida longe de mim, por favor. És um fantasma horrivel, desprovido de valores morais, desprovido de qualquer nobre sentimento. Não foi contigo que aprendi a amar, nunca soube o que isso era contigo, só conheci o peso da tua ira, da tua falta de educação. Desaparece, quero paz.Quero ser feliz, com os meus outros fantasmas, esses sim, muito mais perto de um sonho que nunca realizei... mas ainda assim o mais belo sonho que sonhei.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Não sei

Há dias em que só apetece fugir. Hoje é um desses dias. Apetece-me fugir para junto de ti. Não posso, eu sei. Ou não devo, não sei. Novamente tenho um "fantasma" a perseguir-me, e quem me dera que me pudesses safar dele. Tudo o que fiz foi em vão, há sempre uma brecha por onde esse ser real consegue passar para tentar chegar a mim. Já não sei que fazer. Quem me dera poder refugiar-me nos teus braços, no calor do teu corpo. É o único local onde me sinto a salvo de tudo. Falta-me a coragem para te pedir que me protejas, ou será medo? Medo da resposta. Não sei.