Ainda com as
nóias de gaja, hoje no trabalho, falava-se de morte, em tom de brincadeira, quando eu me lembro de atirar para o ar que quando morrer terei de ser enterrada de pé....ao alto...
lol, porque não tenho onde cair morta. A outra hipótese é ser "cromada", sim, isso mesmo "cromada", afinal sou um grande cromo.... Logo alguém atira que não é " cromada", mas sim
cremada, e claro, isso eu disse que não queria, que isso eu faço todos os dias depois do banho, ser cremada,
lol, sempre que saio do banho passo creme no corpo, isso é que é ser cremada. As conversas de gaja no trabalho, têm dias que são uma "
ganda Pedra", dizem-se umas coisas tão sem graça, tão sem sentido, mas todas se riem, parecemos uma cambada de doidas fugidas de um
hospital psiquiátrico. Mas se não forem estas parvoíces, o dia não tem graça, só trabalho, trabalho, até o tempo parece parar. Mas também vêm á baila assuntos que não lembram a ninguém com o juízo perfeito, mas o que esperar de um monte de mulheres que passam oito horas, agarradas a uma máquina de costura, sem quase sair do sítio? Ao fim de
algum tempo já está tudo com os
neurónios todos "fundidos", e é, nessas alturas que as conversas se estragam com cada uma a dizer as piores parvoíces que se lembra, vai daí, só saem asneiras,
depois é o rir, e lá vem a chefe reclamar, que a risota ainda pode "acordar" os supervisores,
blá,
blá....pois, pois, ela quer é rir um "
cadito" com a gente, mas como não foi convidada para a risota...desculpa-se. Quando está
incluída na risota não se lembra dos "leões",
lol.
Enfim eu vou é dormir, que são mais que horas, e depois não descanso o suficiente, e é assim que acabamos a dizer parvoíces, andamos cansadas e os cérebros só processam parvoíce.