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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Corta, corta, corta...

O discurso do vamos cortar nas despesas do Governo já cansa, os discurso de que os cortes serão os maiores desde mil eventos e troca o passo já enjoam... Até agora, são só impostos e mais impostos, ainda que os anunciados hoje só afectem a classe que ganha acima de 150.000€ anuais, e isso é mesmo para quem ganha muito dinheiro... porque se ganhassem o mesmo que eu, diriam mesmo que esses já são ricos... Resumindo, eu já começo a deitar fumo pelas orelhas e pondero mesmo participar nas manifestações que se começam a agendar. Chega de roubar o povo, é hora de o Governo cortar nas despesas dele mesmo, e não é a anunciar que se vão despedir funcionários públicos... que embora sejam em maior número que os necessários, só vão gerar reformas antecipadas e mais pessoas a viver de subsídio de desemprego. Parem de fazer previsões absurdas, tipo 2013, se não sabem sequer onde vão estar nos próximos 6 meses. CORTEM de uma vez nas MORDOMIAS, cortem nas sub-empreitadas, das sub-empreitadas, das sub-empreitadas, das empreitadas de obras públicas. Deixem de andar a gastar dinheiro dos contribuintes, a fazerem figura em périplo de viagem alguns países da Europa, para anunciarem as medidas que vão tomar para nos roubar ainda mais, porque cortes... só se for nos dedos... as medidas anunciam-se em casa, não é indo para a Espanha, França e Alemanha em visita, a gastar dos cofres do Estado. Não é com reuniões com a chanceler alemã, para lhe dizer que estamos muito bem, a lixar quem trabalha que chegamos lá. Não é com reuniões com a chanceler nazi, a explicar que se chumbou o PEC4, não porque fosse mau, mas porque se queria descredibilizar ainda mais o Governo em funções, e deitá-lo abaixo para ir para lá lixar os portugueses ainda mais que os outros que lá estiveram antes. Não é a mentir, a dizer que se foi mentor das medidas da Troika, se ainda não se tinham ganho eleições, se já havia um PEC4, com essas medidas. Sejam honestos de uma vez,  CORTEM, mas cortem no despesismo do Estado. Cedam de uma vez a independência da Madeira, e deixem o jardineiro da treta a governar-se com o que roubou, e com o produto do próprio trabalho. Não se ponham em discurso para inglês ver, em território espanhol, a dizer que o rombo nas contas da ilha já estava contabilizado, e que já está colmatado... claro, o jardineiro faz um rombo de 500 milhões de €uros, e o Governo do Continente paga, para não fazer mossa nas contas do diferencial do PIB. Andamos a ser roubados para pagar o buraco do Governo, e ainda somos roubados para pagar os buracos no Jardim, no quintal de um jardineiro trafulha. CORTEM, mas cortem, de uma vez, e não no bolso de quem trabalha, que nesse já não há nem migalhas para os ratos... Chega de empurrar os portugueses para a miséria, e para a fome...

(Desabafei, mas não me sinto melhor, longe disso...)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pois...

Segundo as notícias de um canal privado, parece que o administrador da TAP, ganha mais do dobro, do que ganha Barak Obama como Presidente, da suposta maior economia mundial. E quanto ganhará o administrador da Galp?  E como estes, outros gestores públicos em Portugal. E andamos nós a ser sacrificados para estes lambões, passarem metade do tempo a roubar-nos a torto e a direito, de todas as formas e mais algumas. Assim meus amigos, não vamos lá, aliás, não vamos mesmo a lado nenhum.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Com Papas e bolos...


... se enganam os tolos..."

De cada vez que vou ali ao Jantar, o Jorge faz com que se me solte a língua, ou com que me suba a veia contestária. Daí que hoje deixo como post, em jeito de contestação, o meu comentário sobre a hipótese de nos darem a dentada no subsídio de Natal, e nos subirem os impostos.


"Sei que de nada adianta, mas pretendo organizar um grupo para no caso de nos atacarem o subsídio de Natal, ir protestar frente à A.R. Porque quem tem de pagar são os "mexias" e os que continuam a "mexer" e a realizar lucros chorudos nas empresas dos Estado e outras, tudo à nossa conta. São esses que trabalham como "independentes", e não tem subsidio de natal. Não falo do desgraçado que trabalha a recibo verde e na realidade declara o que recebe. Falo dos que pouco declaram e muito recebem, falo dos grandes gestores que obviamente não trabalham com vinculo às empresas que gerem, e não tem subsidio de férias ou natal. Falo dos que nos roubam na EDP, Galp, PT e outras empresas com participação do Estado, e também de alguns gestores dos maiores bancos portugueses, esses que recebem pela porta dos fundos, porque esses não descontam para impostos reais, e nem descontam para a segurança social, tem tudo no privado e ainda tem mais valias por isso. Falo dos que aplicam na bolsa, mas não é dos que aplicam misérias comparadas com os grandes investidores, e que é só lucros sem impostos. Esses que paguem a crise que eles mesmos criaram. Eu não pedi um aeroporto, e nem comboio a cento e cem à hora. Apenas peço trabalho fixo remunerado, e que possa comer todos os dias, e pagar a futura renda da casa, com a merda de ordenado que tenho, e que parece que não chega para que o banco me empreste dinheiro para comprar uma casa. Se o meu ordenado não dá para comprar uma casa, também não serve para salvar o país de uma crise que eu não criei. Que paguem os que tem casas da câmara, que recebem subsídios para não trabalhar, e para se multiplicar e só vivem à conta do orçamento. Se eu for pedir alguma coisa à câmara, dizem-me que eu tenho estudos, que eu tenho trabalho, que as casas são para os que não tem nada. Então e trabalharem, não? Se quero ter uma casa tenho de me sujeitar a uma renda que é mais de metade do meu ordenado, ou tenho de ter fiadores e nem assim o banco me quer emprestar dinheiro. Se não sirvo para ter uma casa minha, então não sirvo para pagar mordomias a estes ladrões que só nos chulam o ano inteiro, e agora querem que nós paguemos com juros o caviar que comeram. Eu levanto-me cedo para trabalhar, e em nada contribuí para a crise. Quando falo "eu", falo em nome de muitos portugueses. As pessoas deixam-se levar por um simples rebuçado, como é o caso desta tolerância de ponto, isto foi um rebuçado para adoçar, o pior é que depois vamos pagar todos chupando limões, pelos que ficam em casa, ou vão dar um passeio por conta do rebuçado. Tanta cena, como se o Papa viesse salvar este país á beira da miséria."


Quem comeu a carne, que roa os ossos.