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sábado, 18 de abril de 2009

Desafio


Tenho andado meio desaparecida da blogosfera, o que não impediu a Stiletto de me desafiar.
Como manda a tradição nestas coisas, vou responder claro.

O desafio consiste em:
Pegar no livro mais próximo;
Abrir na página 161;
Copiar para o blog a 5ª frase completa dessa página;
Desafiar 5 blogs.

Bem o livro que estou a ler, sinceramente ainda não passei do primeiro capítulo, falta de tempo, ou inércia, não sei. "Nunca me esqueças" de Lesley Pearse

"Ficou chocada quando as mulheres lhe mostraram vermes e insectos que desenterravam de tocos de árvore apodrecidos."

Bem, isto de ter de desafiar é que me deixa assim meio, assim meio... mas vamos lá ver quem são os nomeados:

Espuma (ah, ah, ah, não calhou de uma maneira, foi de outra)

Ups, são apenas quatro, mas pronto, já fiz a minha parte, agora toca de fazer a vossa.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O livro

"O por do sol na praia era sempre algo muito bonito e as duas amigas ficaram, a observar aquele momento mágico, sem dizer nada, por uns bons minutos. Um jovem, que também observava o momento, mete conversa com as duas amigas:
_ Olá, sou o Nuno, posso sentar-me aqui perto de vós?
_ Olá Nuno sou a Teresa, esta é a Joana, claro, senta-te.
_ Gosto muito de observar o por do sol aqui nesta praia, tem uma certa magia, que me faz sentir tão calmo.
_ Vens aqui muitas vezes? _ Pergunta Teresa.
_ Sempre que posso, agora no Verão venho mais vezes, porque estou em férias, e não deixo de vir observar um momento tão bonito. E tu vens aqui muitas vezes?
_ Quando posso, venho mesmo no Inverno. Moras na cidade?
_ Não, moro na aldeia, que fica perto da saída norte da cidade. Como é bastante perto, e trabalho aqui próximo, venho muitas vezes passear na praia, no Inverno também, mas nunca te vi por aqui. E a tua amiga, não fala? Tem algum problema?
Teresa, estava tão entretida com o novo conhecido que tinha-se esquecido completamente de Joana, e esta também parecia estar ausente, tendo-se limitado a sorrir quando o jovem se sentou junto delas.
_ Joana, estás aqui? _ Chama Teresa, mas a amiga parecia só estar ali fisicamente. _ Joana? – Chamou novamente Teresa, vendo que a amiga não ia responder, a não ser que lhe desse um toque, e foi exactamente o que fez. _ Joana, estás aqui? – e deu-lhe um toque no braço.
_ Desculpa, estava a pensar na minha casa…
_ Sim, pois. Ouve lá, achas que me enganas? Olha, estamos aqui a falar da praia e tu, nem pareces estar aqui. Este é o Nuno, apresento-te novamente porque acho que há pouco não ouviste nada. "


Algures no livro que estou a escrever!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Vai passando

A chuva parece que cessou e com ela levou o mau tempo que me assolava a alma. Estou mais calma, mais objectiva. Sei o que quero, sei de onde venho e para onde vou. Terei de ser cautelosa, não quer dizer que ande com medo, muito menos que vou enfiar um saco preto na cabeça, apenas que vou tentar passar despercebida, que deve ser fácil, a emagrecer desta maneira daqui a pouco será difícil darem por mim. Vou tentar fazer deste Natal um pouco como se fosse mesmo um nascimento ou melhor será o meu renascer das cinzas tal qual a Fénix. Sim porque o que não nos mata, torna-nos mais fortes. E ao longo desta vida aprendi a fazer das fraquezas, forças para me levantar e continuar. Eu não deixei de ser quem era, apenas me tornei mais atenta a tudo o que me rodeia. Vou continuar a batalhar todos os dias para ser quem sempre estive destinada a ser. Uma vencedora. Sim, vou escrever um livro, sim vou encontrar um amor tão grandioso como o outro, sim eu vou fazer a viagem às ilhas gregas. Vai demorar, eu sei, mas desistir nunca. A desistência é para o fracos, e isso eu não sou, posso deixar-me abater por vezes, mas sempre me levantei, e desta vez não será diferente. Porque depois de uma tempestade vem um sol radiante, e porque para mim existe uma luz brilhante que me guia na escuridão, tal como guia os marinheiros ao chegar à costa em dia de tempestade. Existe um farol que me ilumina o caminho, e um dia eu chego à costa, cansada porventura, mas com o sentimento de sonho cumprido.

sábado, 24 de novembro de 2007

Um pouco de algo ainda inacabado...

Mais um cheirinho do meu livro....



"As raparigas foram para a praia, e aproveitaram para fazer uma longa caminhada á beira-mar. Os rapazes paravam para olhar a beleza das duas raparigas, alguns mandavam piropos, outros simplesmente faziam acrobacias na tentativa de captar alguma atenção, mas nenhuma das duas deu troco, apenas sorriam uma ou outra vez, quando o piropo tinha alguma graça, não deixando no entanto de olhar também para alguns belos exemplares que por ali aproveitavam o tempo quente e gozavam as delícias de uma tarde de Verão.
O por do sol na praia era sempre algo muito bonito e as duas amigas ficaram, a observar aquele momento mágico, sem dizer nada, por uns bons minutos. Um jovem, que também observava o momento, mete conversa com as duas amigas:
_ Olá, sou o Nuno, posso sentar-me aqui perto de vós?
_ Olá Nuno sou a Teresa, esta é a Joana, claro, senta-te. "

Isto vai a conta gotas, mas um dia destes ganho uma inspiração extra e vai de seguida.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Os mirones

Hoje lá fui eu novamente para o meu local favorito. Levei bikini, pensando que o tempo estaria, pior que ontem, mas ainda assim "comestível". Engano puro, estava ventoso, talvez também porque a maré estava a encher, mas, ainda assim, o vento dava uma trégua de vez em quando. Havia poucas pessoas na praia apesar de ser sexta feira, e eu lá "aterrei", num local que estava meio deserto, como eu gosto, mesmo assim, senti os olhares dos poucos que por ali estavam, não que eu estivesse a fazer um strip ou algo semelhante, mas uma magricela aterrar de repente na praia, tirar a roupa, e ficar em bikini, sentar-se e algum tempo depois começar a rir com um livro na mão, dá uma certo ar ..., lol. Ainda me deitei na toalha e como é obvio, sofri um "apagão", que é como quem diz, deixei-me dormir. Foi um sono curto, mas restaurador, só que o vento não me deu hipótese de restaurar mais um bocadinho. Sempre que por ali estou, se fecho os olhos, é "apagão" certo, desligo do mundo, á minha volta deixam de existir pessoas, apenas o som das ondas a bater na areia, e, mesmo que falem para mim, eu não estou lá, apago mesmo. Após o sono reparador, lá peguei no meu livro, e como sempre foi o rir. A história é rica em pormenores, anda para a frente e volta atrás, vai novamente á frente, volta atrás, só que pelo meio tem algumas cenas mesmo hilariantes. Prometo que quando tiver um tempo extra, venho aqui deixar algumas partes que eu acho mais cómicas. Vale a pena ler este livro - 100 anos de solidão - de G. G. Marquez. É um best seller, e depois de o lermos percebemos porquê, é uma lição de vida. O frio começou a apertar, tinha umas coisas pendentes e resolvi vir embora, mas hoje não foi como os outros dias, no final, senti uma certa agonia, que não costumo sentir. Após chegar ao meu carro, senti-me observada, o que, me incomodou, não é normal, sentir esta agonia se me observam, estou habituada, por imensas razões, já estive em circunstâncias em que sou observada, e nunca isso me incomodou. Hoje senti mal estar, e não entendi a razão, porque foi real, estava a ser observada, isso eu percebi, e mesmo até agora me arrepiei, só de lembrar... Não sei quem ficou mais incomodado, se eu, se quem me observou...

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

A balda

Hoje baldei-me ao trabalho...de despedida já não passo, lol. O despertador, descuidou-se, a sério, e eu depois não me apeteceu sair a correr para ir trabalhar, e deixei-me ficar. Saí da cama ás 10:30, na boa, dei uma geral na casa, almocei e saí para arranjar no centro médico uma justificação, mas no caminho, dei não me apeteceu e segui para onde já tinha destinado ir depois do centro médico, a praia. O tempo é que hoje estava uma caca, nublado, um cadito de vento, e enfim, não deu para banhos, apenas para estar por lá a ler um cadito. Comecei finalmente a ler o livro que está na minha cabeceira há quase um mês: 100 anos de solidão, de Garcia Marquez. O que eu me ri, á conta deste livro e ainda só li dois capítulos, pois são longos e ricos em pormenores, o que exige que seja lido devagar para podermos assimilar bem o conteúdo. Ainda um dia destes transcrevo algumas passagens mais cómicas, que são mesmo hilariantes, era ver-me sentada na praia, a ler, e de repente soltar uma gargalhada sonora á conta da leitura. Não havia muita gente por ali, é Setembro, o tempo não está grande coisa, mas quem por lá estava ou que por lá passava deve ter achado que eu sou doida, mas que se lixe, quero lá saber, nem os conheço, e se conhecesse seria igual. E a praia, que tem o dom de me acalmar, que bem que me fez. Pena que tive de vir embora, chamada pelo meu "chefe" da informática, porque precisa de uma foto digitalizada, das minha trombas. Eu que gosto tanto de ser fotografada... um saco preto na cabeça seria a forma ideal de me fotografar. Para meu azar, ou sorte, sei lá, o dito saiu e não deixou a máquina fotográfica com a "secretária", e lá ficou sem a foto e eu fula, porque tive de vir embora da praia, por causa de tirar a foto e deu em nada. Fiquei de fazer a porcaria da foto em casa e enviar, ...dasse...eu não gosto de ser fotografada. Esqueci-me de perguntar porque raio querem eles a minha foto. Bom, não tenho sono, mas tenho de ir dormir.

domingo, 19 de agosto de 2007

Um começo...

Pois é, encontrei uma forma de partir, em segurança. Não, não me vou matar, apenas tenho alguém em Inglaterra que me pode ajudar quando eu for embora para recomeçar. Vou apenas resolver uns assuntos pendentes, para não deixar nada para os outros tratarem por mim e depois Xau Portugal, até ao meu regresso. Virei nas férias, para rever a minha menina, o meu gato e a minha cadela, algumas pessoas "amigas". Se me der bem, virei buscar o gato e a cadela, que são dois amigos muito leais, que me vai custar deixar, mas de momento terei de ir sem eles. Sei que me vão esperar, amigos assim, esperam sempre por nós. Gostava de ir o mais rápido possível, mas, sei que vou ter de esperar, não quero deixar nada pendente. Por trás de uma nuvem escura, sempre surge o sol, há que aproveitar essa luz. Quando for, levo o portátil para poder continuar a escrever, afinal este blog é para continuar, e o meu livro também. Recuperei parte de meu sorriso com esta hipótese, afinal eu preciso mesmo recomeçar de novo, mas longe daqui. Quem sabe é lá que está o tão famoso futuro.

sábado, 4 de agosto de 2007

Batwoman
















Tou sem sono, como é normal em mim. Eu devia era trabalhar á noite, tipo ser Dj, dona de um bar, relações públicas de uma discoteca, qualquer coisa assim do género, afinal eu gosto de me deitar tarde. Funciono muito melhor em horário "morcego", deve ser por isso que acho graça a esses seres, que esvoaçam nas noites alimentando-se de insectos. Eu podia ser a Batwoman. Nunca tinha pensado nisto, mas, assentava-me que nem uma luva, afinal, o horário é ao meu gosto, fazer justiça e por bandidos na cadeia, é um acto nobre, e esqueço-me de mim em prol dos outros, pelo menos da família, que são quem menos merece, quem mais me pisa, e para quem mais eu dedico o meu tempo, esquecendo-me que eu também preciso de mim. Não sou a batwoman, mas vou passar a dedicar algum do meu tempo a quem realmente merece, Eu. Com o resto do tempo vou tentar recuperar algumas coisas que perdi entretanto, e salvar o meu futuro. Vou tentar a universidade, continuar a escrever o meu livro, vou tentar viver sozinha, ter um trabalho que realmente me faça sentir realizada, e tentar abrir aquela porta que fechei, e que queria nunca a ter fechado. Aí, depois de conseguir tudo isso, não serei a batwoman, mas serei de certeza uma grande mulher.





Eu gostava que uma certa pessoa lesse o meu blog, principalmente este post, e por via das dúvidas deixo esta pergunta:





"_Posso bater de novo á porta? Posso tentar abrir de novo? Perdoa-me, se ainda puderes."

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Só mais um cheirinho...

"Depois da vizinha sair, Joana suspirou, Teresa tinha a sua cota de razão quando a avisava para o perigo de Joana se entusiasmar tão depressa com os rapazes, ainda mal tinha visto Ricardo duas vezes e já não conseguia deixar de sorrir ao pensar nele. E agora a vizinha que queria que ela o conhecesse, embora já tivesse pressuposto que isso fosse acontecer, não estava à espera que fosse assim tão depressa…
Joana não se conteve nem um minuto, correu para o telefone e ligou para Teresa, mas não obteve resposta, a amiga provavelmente estaria a tomar banho. Resolve então esperar para contar o que se acabara de passar, e dirige-se à cozinha para verificar se necessita ir comprar algo para levar para a praia, e preparar a merenda, tentando abstrair-se dos problemas e daquela visão de um “Deus Grego”. Na cozinha verifica que está com falta de fruta e legumes, bem como outros alimentos e faz uma pequena lista resolvendo ir ao minimercado da esquina para os ir buscar, grita por Spike para o levar consigo, pois este adora o Sr. António do minimercado, e o Sr. António também gosta muito do cão de Joana, por esta ser tão astuto e inteligente."

sábado, 16 de junho de 2007

Cenas tristes e não só....

Há alguns dias que não escrevo nada, e hoje vou começar por contar uma "cena triste" que me aconteceu. No meu local de trabalho 1, a fábrica,(que agora existe o 2, as formações), fui á casa de banho fazer uma mija, nada de anormal, até então. Terminada a dita, ao vestir-me, cai do bolso da bata, directamente para a sanita o meu MP3, dasse...., e por segundos fico com cara de parva ( a minha cara normal), a olhar para o objecto, e a mistura de água/mija e entrar no LCD , olha se tenho arriado o "calhau"? 1ª reacção, enfio a mão na sanita, saco do MP3, e reacção seguinte? Enfio a mão com o objecto directamente dentro da água do autoclismo ( que naquele local não têm tampa, por serem frequentados por gente civilizada), para limpar a água/mija que tinha entrado. Dasse..., se não sou otária, não sei que sou. Cena hilariante, vista de fora... Bom lá retiro um monte de papel higiénico, e começo a limpar o objecto o melhor que consegui, e verifico se trabalha...e surpresa, o dito cujo funciona, mas o visor todo cheio de riscos, com as letras torcidas. Enfim, regresso ao trabalho, e como as máquinas, funcionam também com ar comprimido, pego numa pistola de ar que lá tenho e vá de secar o pobre MP3 que havia tomado o banho da sua "vida". E não é que secou, e ficou a funcionar? Cena realmente triste, naquele momento, depois foi o rir... Provavelmente contado assim, nem tem graça....
Há algum tempo comecei a escrever um livro ( será, um livro?), pois sempre ambicionei escrever livros, porquê? Porque gosto de escrever, porque me dizem que tenho jeito para a coisa, e tal, e não vou de modas, lanço-me no projecto. Escrito o primeiro capítulo, dei a ler a alguns seres privilegiados ( que não se pode dar a ler a toda a gente, perde o interesse), e o feed-back foi óptimo. Quem leu ficou com curiosidade de saber o seguimento da coisa, ora isso, é bom sinal, significa que a minha escrita tem interesse e o conteúdo do pseudo-livro também. Só que esta rapariga, escreveu mais um capítulo, e tem andado totalmente desleixada com o sonho do livro. Não se pode dizer que seja falta de tempo, porque passo muito tempo na Internet a fazer coisa nenhuma, não pesquiso coisa alguma, ando a cirandar por alguma páginas e nada faço, ora se me dedicasse ao livro, não fazia melhor? Agora vou recomeçar, partindo de alguns tópicos que anotei, para dar seguimento á coisa, e vamos ver quando acabo. Uma coisa tenho certeza, se o acabar será ainda neste século. O pior vem depois, a publicação, mas, se a "coisa", for consistente e tiver interesse, ainda acabo a receber um prémio de literatura, nem que seja o da escritora mais "marreta" do século.

sábado, 2 de junho de 2007

A idiota do costume...


Ontem completei mais um aniversário. E vão 33.

Nada mudou, apenas a minha idade, continuo a ser a idiota do costume.

A minha vida neste último ano, parecia ter começado a fazer algum sentido, a partir de certa altura. Começo a construir o meu pequeno "castelo", com pequenos nadas, que me completavam, me davam verdadeiros momentos de felicidade. Mas como tantas outras vezes na minha vida, o "castelo" desmoronou-se ainda antes de chegar a colocar os primeiros tijolos.

Espero agora conseguir, recomeçar a construção de um novo castelo, mas desta vez só para mim, com pequenas consquistas, dia a dia, passo a passo, tijolo a tijolo. Espero construir algo grandioso, como sempre achei que seria capaz de fazer, mas fá-lo-ei com mais empenho, com mais garra, e mais determinação. Vou acabar de escrever o livro que comecei, e que espero que seja apenas o primeiro de muitos que se irão seguir.

Cabe-me apenas a mim, dar sentido á minha vida, e fazer dela algo grandioso, não para os outros, mas para mim, para que no final sinta que valeu a pena ter vivido, e ter deixado alguma marca por mais leve que seja.