Parece que a PJ anda a torturar arguidos e testemunhas de alguns processos em Portugal. De concluir que no processo Casa Pia, as vítimas afinal são culpados, os culpados são inocentes, não há pedófilos no processo, só mentirosos (as vítimas) e inocentes (os condenados). Parece também que há medicamentos que fazem as pessoas mentir, que devem ser os mesmos que tomam os políticos, a julgar pelo que vamos vendo e ouvindo… Portanto a PJ bate forte e feio na malta que tem de interrogar, sejam os arguidos, ou sejam os queixosos. A PJ droga a malta para obter confissões mentirosas, segundo o que der mais jeito no processo. Concluo que o caso Joana e Madie, são mais dois casos idênticos, as miúdas eclipsaram-se no ar, e ninguém lhes tocou num único fio de cabelo, a PJ é que torturou os arguidos para poder dar os casos como encerrados, para julgamento e fazerem boa figura. O caso BPN e o dos submarinos, idem aspas, aspas, ninguém roubou nada a ninguém, não há corrupção, só vítimas do sistema e da crise mundial. Deviam ser condenados os Srs. da PJ que só torturam o pessoal, para não terem que ter muito trabalho com a investigação dos casos, e andam-nos a enganar a nós pobres contribuintes… até eu tenho andado enganada, mas sob efeito de medicamentos e tortura nas instalações da PJ, descobri que sou o Coelho da Páscoa, (algo que eu já deveria pelo menos ter desconfiado, pelo tamanho das orelhas, se não fosse tão distraída).
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Duas faces.

Ela não sabe, quer sorrir, mas não consegue! Quer gritar, nada sai. O sol não a ilumina. A vida que antes lhe corria nas veias, subitamente desvaneceu. Bateu no fundo. Quer emergir, mas as forças não mais fazem parte dela. Sente-se cansada. Não pergunta porquê, nem quer sequer saber. Não interessa, ela apenas quer sentir de novo a vida que tinha, e não consegue. Precisa chorar, chorar de novo, libertar-se dessa dor, que mais não é que um peso, de que terá de se libertar para seguir em frente. Nem sabe o que procura em cada palavra amiga, em cada incentivo. Não acredita em mais nada, porque nada faz sentido. Tudo lhe soa a falso, não volta a acreditar. Mantém-se fiel aos seus princípios, aos seus ideais, antes uma verdade que magoa, que uma mentira piedosa. A máscara caiu... e agora conhece as duas faces, e já nenhuma a seduz.
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