O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
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A minha saúde mental está seriamente em risco! Estou numa fase negra e conturbada da minha existência. O pior é o que está para vir a seguir. Não vale a pena desejarem-me força, porque não vou ter, não há volta a dar. Vou ter de aguentar a dor, vou ter de aguentar a escuridão, só assim me poderei erguer novamente quando um dia conseguir visualizar a luz outra vez. Se sairei disto fortalecida? Tenho certeza que não, as mágoas deixarão marcas profundas, que jamais terão cura. Queria poder fugir, ir para uma ilha deserta, ficar sozinha, isolada do mundo, nunca mais ter contacto com a civilização, poder esquecer que sou humana, que a raça humana existe. Sem livros, sem ligação com o mundo, ou algo que me lembre quem fui, quem sou. É, estou a chegar ao fundo do poço que eu própria abri. Agora só eu posso encontrar forma de sair de lá outra vez, e para já não me apetece, e por favor, não me lancem a corda, que eu não quero agarrar, não quero subir. Preciso ficar dentro do poço, esquecida! Há coisas que não mudam mesmo!
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
A perna da menina
1.313, é com este número que inicio o meu post de hoje. E porquê, porque, é o numero de visitas ao meu blog. Não sei se são muitas ou poucas tendo em conta o tempo de existência, mas achei engraçado, não por passar a barreira dos mil, mas pelo 313, que me lembrou imediatamente a matricula de carro do pato mais azarado do mundo, sim, o pato Donald. Que saudades de um livro de quadradinhos, mas, adiante. Tal como o Donald, eu não sou uma gaja de sorte, e hoje, tive azar. Tive um momento triste, na vindima, ninguém viu nada, e eu ri á parva, sozinha, mas as consequências, vieram depois. E que momento foi esse? Uma queda, ah pois, uma palhaçada monumental que ninguém viu. Tinha eu ido fazer uma mija, quando venho para continuar o trabalho (vindima), e ao pegar na minha celha ( objecto de plástico, que se usa nas vindimas, por aqui), que estava na carreira de vinha ao lado, da que eu estava a apanhar, tenho de passar para o meu lado. Situação absolutamente normal, não fosse eu ter tropeçado com uma "pata" no arame, e caído redonda no chão, tendo roçado com a parte posterior da barriga da perna na porcaria do arame. Como no campo ando com roupa adequada para o tal trabalho, só vi o estrago quando vim embora. A coisa tinha mau aspecto, uma nódoa negra enorme, com contusão no músculo, e doía um pouco. Nada de anormal, acontece, mas não é que com o passar das horas a coisa começou o ficar pior, o negro começou a alastrar, e agora vai desde a curva do joelho, até meio da barriga da perna e a parte da contusão está meio cor de vinho tinto. Tem um mau especto do caneco. Já estou devidamente medicada, espero eu de que... mas não gosto da aparência da "coisa", para além de, de vez em quando, doer um pouco. Não me bastam as tendinites que andam "assanhadas", agora tenho uma perna com aspecto de quem levou uma tareia, lol. É preciso não ter sorte... Se pusesse uma música, seria a do Pedro Barroso : "Olha a perninha, e a perninha da menina..."
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