O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
NGV - neura a alta velocidade...
Avizinha-se em alta velocidade um neura daquelas que me vão fazer revoltar as entranhas. Não bastam já as medidas que me vão mexer no bolso, e que me estão a por só a fazer contas de "sumir", como as férias do chefe são sempre sinónimo de mais chatices, e o nosso cliente banca é aquilo a que os americanos chamam "a pain in the ass". Vou precisar de uma dose indsutrial de paciência para lidar com a sra Xy. que geralmente nos põe a deitar fumo pelas orelhas, e que nos vence pelo cansaço, já depois de estarmos a pontos de cortar os pulsos. A juntar a tudo isto, 90% da empresa vai estar de férias na próxima semana, o que na prática significa que vai haver um défice de mão de obra... e mais responsabilidades para mim... e nenhuma luz ao fundo do túnel... (sim, as coisas estão tão más que o mais certo é a empresa fechar um dia destes).
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Um dia atípco...
Ontem tinha tanto para escrever, mas depois de uns progamas televisvos que vi, fiquei completamente aturdida do neurónio. Pensei que hoje teria um dia bom, e que escreveria qualquer coisa mais que queixar-me, mas como não podia deixar de ser, o dia hoje foi de m----. Quando se começam a fazer as coisas pelo fim só pode dar caca... levei um dia inteiro com o LMG de volta de umas merdas que quando feitas de acordo com o manual das boas práticas logísticas, levariam no máximo, de todos os "superlativus máximus", uma hora... Caneco, tanto trabalho para fazer e ficou tudo engaiolado, tudo enrolado para depois... já para não falar que o tempo parecia não andar, o ar no escritório parecia de outros tempos, parecia que nos movíamos a pilhas, em vez de energia humana. Bem, o dia de hoje já passou, o de amanhã logo se verá, mas estes dias tão curtos, deixam-me com a neura.
sábado, 19 de julho de 2008
Fora do trilho
Estou chateada, emburrada, danada, e para lá de furiosa comigo mesma! Volto noutra altura, quando passar má onda, se é que passa. Eu não aprendo mesmo... 100% culpada. Não, não vou contar porquê, simplesmente eu tenho memória curta e esqueço-me rapidamente qual a direcção em que preciso ir, e saio do trilho com uma facilidade do catano. Depois, é isto, fico com a maior das neuras, e acabo muitas vezes por me tornar arrogante. Para tal, preciso fazer uma cura de desintoxicação( não é da net, mas pode ter a ver) e vou sair de fininho, para não estragar o resto, para que não caia de vez e a ver se aprendo de uma vez qual é o meu caminho.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Rabugenta, eu?

Hoje estou com a neura! O dia correu bem, foi melhor do que esperava, afinal foi o primeiro dia de um novo trabalho. A neura surgiu depois que cheguei ao "barraco". Na última noite, apesar do comprimido para dormir, eu não dormi. Acordava de hora a hora, sempre cansada, sempre com medo de não acordar a horas. É sempre assim, quando tenho que começar uma nova etapa da vida, não durmo nos primeiros dias, até que o meu relógio biológico se aperceba, que tem de seguir o ritmo, sem stress. Não bastasse eu não ter dormido, depois que cheguei a casa, stressei de vez. O sono, o cansaço, fazem com que só me apeteça sossego e paz, e claro eu não tenho isso nunca. E hoje, esta família parece possuída por uma vontade de fazer barulho, de gritarem, de andarem o tempo todo a saltar de canal em canal, com a televisão, com o som num nível que não é normal. Ou então, sou eu que com o sono, estou rabugenta. E agora vou dormir, a ver se consigo descansar. Só não sei como é que calo este pessoal barulhento... acho que vou boicotar as televisões... e por fita cola na boca a todos... Depois, noutro dia, com mais entusiasmo falo do meu trabalho.
domingo, 4 de maio de 2008
círculos
Estou, a fazer de conta que não estou cá! Estou, não estou! Não me apetece estar! Tudo volta ao ponto de partida, tudo gira, tudo roda e chega ao mesmo ponto, de onde parece não ter nunca saído. Estou com a NEURA! Não interessa o que a provocou, ou quem, porque fui eu de certeza!
Mas está tudo no ponto de partida novamente... tudo o que andei, foi em círculos, porque está tudo igual, ou pior, afinal nada consigo andar, parece que até o cérebro tem paragens sucessivas, fazendo-me deixar de ver o óbvio, e fazer o que está à minha frente. Hoje estou assim, com a neura, amanhã estarei melhor, sei que sim! Por hoje é assim que estou!
Mas está tudo no ponto de partida novamente... tudo o que andei, foi em círculos, porque está tudo igual, ou pior, afinal nada consigo andar, parece que até o cérebro tem paragens sucessivas, fazendo-me deixar de ver o óbvio, e fazer o que está à minha frente. Hoje estou assim, com a neura, amanhã estarei melhor, sei que sim! Por hoje é assim que estou!
domingo, 20 de abril de 2008
Efeito furacão

De repente deu-me uma neura! Estava tão bem, mas tudo mudou de um momento para o outro! E sou a única culpada! Fazes-me falta M. A tua calma, é um bálsamo para a minha alma, cheia de speed. Eu sou tão descuidada comigo, sei que não posso abrir algumas portas para ver lá para dentro, mas não, tenho de abrir e meter a cabeça lá dentro para ficar com a neura? Nunca em tempo algum, eu consegui tanta calma comigo, como quando me dizias com a tua calma natural, para abrandar, de nada me servia a pressa? E aí, abrandava o passo, abrandava a conversa, abrandava tudo em mim. Agora não tenho quem me ponha travão, não tenho quem me impeça de espreitar as portas que não deveria sequer passar perto, muito menos espreitar para dentro das mesmas. Eu tenho pressa, sempre, até de me estampar tenho pressa. Quem me põe travões? Não consigo resistir, é mais forte que eu... sou pior que os gatos, meto o nariz onde sei que me posso estampar, mas há algo mais forte que me chama. Falta-me o contraponto, que me abrandava. Sou como tu, que pondo travões em mim, quando estavas sozinho também te estampavas de frente. Só que escondias-te para que ninguém se estampasse contigo, e eu sem travões sou um perigo, levo tudo e todos na frente. E agora deu-me uma neura, não tinha quem me pusesse travões, de um momento para outro passei-me, virei fera pronta a estraçalhar tudo, felizmente, lembrei uma voz suave que me dizia "shhh, calma". Arrepiei, mas abrandei, evitando o efeito furacão que estava pronta a fazer passar.
quinta-feira, 20 de março de 2008
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Sindroma anual...
Até passar a crise vou tentar ir mais vezes ver o mar, levar o portátil, escrever mais um pouco do meu livro, e de outras coisas que a mente vá ditando.
Fica esta imagem do dia, mas ainda tenho de aprender a tirar melhor partido da máquina fotográfica.
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