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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Bolo do Amor


Ingredientes:

1 cama quente
2 corpos diferentes previamente lavados
500g de carícias
1 banana, não muito madura
2 tomates com pele
2 marmelos
1 forno devidamente aquecido e bem lavado
Beijos (quantidade escolhida).
Tempo mínimo de cozedura

- 15 minutos


Confecção:

Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência.
Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar).
Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem.
Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente.

Recomendações:
Deixar os dois tomates com pele no exterior.
Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem.
Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.

Atenção especial:
Não bata as claras em castelo.

Nota: O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado.
Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois.
Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.

Recomendação especial:
Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso!

BOM APETITE!!!!!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vou abrir a boca...

Nunca abordei este tema aqui no blog, mas visto que já estou a ficar farta de ouvir falar de um referendo, sobre um assunto que já está mais que debatido e que a ser referendado só servirá para gastar dinheiro dos contribuinte, vou hoje por a pata na argola e esperar que puxem a corda e me enforquem, ou não...
As pessoas, fazem muito fumo, sem terem fogo para se queimarem... Para quê gastar dinheiro em referendos, sobre assuntos que apenas dizem respeito a um determinado grupo da população? Sinceramente eu não vejo onde está o problema dos homossexuais se casarem, o que temos nós a ver com o tipo de relacionamento dos outros? Não usem a conversa da família, que isso só fica mal. Parece que a família é apenas um resultado do casamento, que se não há casamento não existe família. Quantos casais há neste país que nunca casaram e que tem filhos, e netos, etc? Estas pessoas não podem ser consideradas uma família, porque não casaram e porque não descendem de um casamento de papel assinado? Acho que casamento e família são duas coisas completamente distintas, em que uma, não inviabiliza a outra, logo se duas pessoas do mesmo sexo se casarem em nada estão a deturpar a "instituição" família, tão apregoada por aqueles, que, como não sabem como ser contra e apontar razões válidas, usam essa desculpa. Família, é algo que não tem nada que ver com religião, apesar de quase todos usarem a definição da igreja para definir o termo família, e um casal que nunca teve filhos não deixa de ser uma família, então um casal homossexual é uma família também, tenha ou não um papel passado a dizer que se casaram ou não. O casamento é só e apenas um papel assinado entre duas pessoas e umas testemunhas, que para quem o contrai é uma forma formalizar uma união entre duas pessoas. Uma família, é algo que não implica papéis assinados, nem testemunhas, é-se (de) uma família e pronto, e não significa que as pessoas tenha contraído casamento, nem nascido na "constância" de um casamento, isso é conversa de religião e só serve para complicar. Eu descendo de duas famílias, a da minha mãe e a do meu pai, e os meus primos, descendem das famílias dos respectivos pais, e nem sei se entre tantos tios e tias, eu quero lá saber se são casados de papel passado ou não? Não deixam de ser da minha família, os filhos dos meus primos que vivem em união comum. E desse(a)s filho(a)s se um(a) optar pela homossexualidade, não deixará de ser da minha família, e depois o(a) companheiro(a) também será da minha família. Então porquê, misturar duas coisas tão diferentes? É como misturar água com azeite. As mães/pais solteira(o)s não são família? Logo, casamento, não significa família, mas união, e duas pessoas do mesmo sexo podem viver em união, e assinar um papel que formalize o facto, tão simples como isto, não devem haver muitas coisas.
Além do mais, ninguém tem nada que ver com a forma como cada um oficializa uma relação, sejam um homem e uma mulher, sejam duas mulheres ou dois homens. Se as pessoas estão bem com a situação, então ninguém tem nada que ver com o assunto.
Então e gastar o dinheiro dos contribuintes, num referendo sobre a necessidade da linha de alta velocidade, da nova ponte rodo-ferroviária sobre o Tejo, sobre o NAL, essas coisas, que levam milhões de €€€€€ e que essas sim, nos dizem respeito a todos? Não há ninguém a fazer petições para se referendarem esses assuntos de interesse nacional, pois não? Pois é, neste país é moda ser contra as chamadas "minorias"...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Para (so)rir...

Dois jovens namorados fazem um passeio na montanha, durante o Inverno.
Á tarde, o rapaz vai à procura de lenha para fazer uma fogueira.
Quando volta diz à namorada:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Põe-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!
No dia seguinte, ele vai procurar mais lenha para a fogueira
e quando regressa, diz outra vez:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Põe-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!
Depois do jantar, ele volta a ir procurar mais lenha e
quando regressa, diz outra vez:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Pelo amor de Deus, homem!! Será que nunca tens frio nas orelhas?!

sábado, 5 de setembro de 2009

As minhas adoráveis ex-namoradas.

Quem tem a minha idade, e não tem companhia aventura-se a fazer algumas coisas sozinha. Ontem fui outra vez ao cinema, e desta vez a uma estreia. Tinha de ser, não podia faltar, o único homem louro neste mundo que me faria suspirar se nos cruzássemos um dia, é o actor principal. Então lá fui ver o belo do Matthew, e o restante elenco num argumento que não tem nada de novo, mas que consegue o objectivo do filme, que é entreter e levar as mulheres ao cinema para ver o belo do louro, ou os homens para verem a ... bem não me lembro do nome, e também não fui lá para a ver a ela. Alguns momentos para rir, outros para reflectir, um filme para ver acompanhado pela cara metade, para quem a tem, ou sozinha para quem como eu já não está para ficar à espera de companhia para coisa nenhuma.
A história, gira em volta de Connor Mead, que nas vésperas do casamento do irmão, o tenta convencer a não casar. Connor é um mulherengo que seduz todas as mulheres com quem se cruza, com um amor recalcado que abandonou por medo de a perder. Pelo meio vão surgir alguns fantasmas, sendo que quase todos são de ex-namoradas ou mulheres com quem se envolveu, e que o vão guiar numa viagem pela vida passada, presente e futura dele, na tentativa de o fazerem ver o quão errado tem sido em relação às mulheres, e ao amor, e em como pode acabar por morrer sozinho. Entre tantas situações, ele vai criar alguns conflitos no presente, conseguindo mesmo acabar com o casamento do irmão. Mais fantasmas, e lá vai ele tentar resolver os estragos que causou.
Mais não digo, vão ao cinema, ou esperem pelo DVD, etc e tal, eu gostei de ver o meu loirinho, fofinho, de sorriso maroto. Ah, a menina em questão é a sra Afleck, Jennifer Garner.

Fica o trailler.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Se estão com...

...pressa para uma rapidinha, esqueçam. Refreiem os ânimos, travem a fundo, metam-se na arca congeladora até a vontade abrandar, deitem água fria nos locais mais óbvios, mas parem, para primeiro rezar. Principalmente se são católicos. Segundo esta notícia aqui, a igreja católica está a incentivar os casais unidos pelo matrimónio a rezar antes de terem relações sexuais. O que isto quer dizer? Que as rapidinhas só podem surgir depois de rezarem, o que na prática vai fazer muita gente sair da missa ao domingo de manhã a correr para dar largas aos ímpetos sexuais enquanto ainda estão sob efeito das rezas, é aproveitar enquanto podem.
A igreja publicou um livro com orações, quer dizer, rezas para todos as fases da vida conjugal, para serem rezadas sempre antes do acto sexual. São rezas, que isso de orar implica outras conotações e a igreja não vai nesses "filmes".
Daí que se não são católicos e nem estão unidos pelo matrimónio, sigam, esqueçam tudo o que foi aqui escrito e não percam tempo.

domingo, 16 de agosto de 2009

Urgente...




Estes 3 pequenos, estão abandonados à sua sorte, sem abrigo de dia ou de noite, estão à beira de uma estrada, podendo ser atroplelados ou causar um acidente. Eu não posso trazer nenhum, já estou com população residente a mais. Eles passam para dentro da vedação, mas como não há abrigo vêm para fora à procura de sombra, atravessam a estrada. Há uma senhora que lhes põe alguma comida e água, e eu também lhes levo comida, mas esta situação não pode manter-se, estes pequenos precisam de um lar que os acolha. São dois rapazes e uma rapariga, ficam de tamanho médio a grande, mas são meigos, e agradecem tudo o que se possa fazer para os tirar dali, um lar que os acolha, uma associação, mas está um calor infernal e estes desgraçados não tem abrigo. Como qualquer animal abandonado eles não saem da área onde foram deixados, na esperança vã, que quem os abandonou volte para os levar de novo para a casa onde nasceram. Se alguém quiser um amigo para a vida, ou souber de quem queira um bom guarda no quintal basta deixar mensagem no blog, com os dados para entrar em contacto.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vampira... ou nem por isso...


Ela jamais pensou que se metesse em alguns "assados", como o que acabou de sair. Agora decorridas algumas horas, repensa a situação e percebe que não sente arrependimento absolutamente nenhum, por se ter portado tal qual uma cadela que não tendo outra forma de o fazer se defende com os dentes. Até se consegue rir da situação, afinal deve ter deixado uma impressão bonita, da marca dos seu dentes nos abdominais musculados dele. Quem o mandou esticar-se mais do que tinha permissão? Lá diz o ditado " a pressa é inimiga da perfeição", e neste caso foi mais que certo. Ainda lhe perguntou se ele tinha comido sopa de elásticos, para que entendesse que se estava a esticar mais do que devia, mas ele estava tão obstinado nos seus intentos, que acabou por ficar marcado. Ela imagina a cena que deve ter acontecido a seguir, e até gostava de ser mosca por um momento, poder estar a ver a justificação que ele deu perante a favorita, perante uma marca de dentes femininos no abdómen. Ela não viu a intensidade com que deixou os seus dentes marcados, afinal mordeu-lhe por cima da camisa, mas pelo menos surtiu o efeito que queria, ele não insistiu mais e retirou a mão de onde insistia em colocar.
A saída acabou ali mesmo, não havia mais nada para dizer, ela marcou a sua posição, ele insistia que se queria algo dizia, que não andava com meias medidas, mas ela continuava sem perceber porque é que ele não percebia o seu lado da questão. Dali nunca iria sequer restar uma amizade, afinal para ele as mulheres devem ser como objectos que usa em proveito próprio, e depois de livra deles sem o menor remorso. Desta vez saíram-lhe as contas furadas, saiu-lhe um osso duro, e não teve dentes para o roer, antes foi mordido. No caminho de regresso, ainda teve o desplante de lhe tentar dar lições de moral como se ele tivesse moral para o fazer. Ela ainda lhe pediu desculpa por ter dado a dentada, mas não se arrependeu de o ter feito, e também deixou claro que a opinião dele em nada ia mudar a sua atitude perante a vida, irá continuar a ser a mesma, e com isso dorme tranquila sem arrependimentos. Irá continuar a não confiar em ninguém, até que lhe provem que merecem confiança. Foi acusada de medir todos os homens pela mesma bitola, de fazer pagar o justo pelo pecador, e no fim de contas com os seus actos ele provou que ela tem razão, e que ele sim, mede as mulheres todas pela mesma bitola, se é mulher, logo é para comer. Provavelmente não está habituado a que lhe de digam que não, e levou com um não redondo, para aprender que nem sempre inocência quer dizer que se está disponível, ou que isso significa que se embarca na primeira canoa furada que nos apresentam. Ela pode ser naif, mas não é tola, e muito antes entendeu que ele seria um galinha, apenas deixou correr as coisas a ponto de lhe dar uma lição, que deixou marca. Ela sabe que logo que lhe passem as marcas que lhe deixou, ele voltará à sua vida de sedução, mas sabe que jamais terá notícias dele novamente, afinal deixou bem definida a sua posição e se ele tem memória sabe que não se deverá meter com alguém como ela.

domingo, 3 de maio de 2009

Prémio calcinha...

A Sitiletto, achou que eu e o meu único neurónio, merecíamos um prémio, e presenteou-me com este muito feminino por sinal :p





Agradeço o prémio, e como sempre existem regras, que são as seguintes:


1. Escrever uma frase, citar um título ou contar uma historinha sobre os seguintes seis assuntos: vida, cinema, literatura, viagem, amor e sexo;

2. Indicar seis blogues que realmente consideres femininos e inteligentes;

3. Linkar o blogue que te indicou;

4. Postar as regras para que outros as repassem;

5. Inserir o selinho recebido do "Papo Calcinha".

Pois aqui fica a minha resposta:

Uma vida pode ser tudo, pode ter tudo. Do tempo de uma vida, pode-se retirar o que queremos, e muitas vezes o que não queremos. Da literatura ao cinema, muitas são as vidas que passam diante de nós. Algumas são uma viagem pelos sentidos, outras simples passagens, de momentos de amor, ódio, carinho, paixão, violência, astúcia, tristeza, e sexo, com mais ou menos pimenta, contidas noutras vidas. E vamos vivendo a nossa vida enredados noutras vidas como uma aranha na sua teia, que pode ser o nosso refugio, ou o nosso cadafalso. Cada um de nós tem o poder de comandar a sua teia.

Agora vem a parte difícil que é passar o prémios a outros 6 bloggers, mas que eu não vou fazer, porque desta vez, fico com o prémio para mim. Claro que não é bem assim e quem se sentir tentado, pode levar o prémio para o seu pedaço e responder também.

sábado, 7 de março de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Pois...

Ouvi nas notícias que tinham apanhado uma rede pedófila, imagens o todo o aparato que normalmente envolve estes casos. Do já "normal" da anormalidade sobressaiu a parte em que disseram que haviam padres envolvidos... E agora? Então, ninguém da igreja vem dizer nada? Como é, só casar com muçulmanos é que é meter-se em sarilhos, a eutanásia é atentar contra a vida humana... Sexo, é só para reprodução. Os homossexuais são anormais... E padres molestarem sexualmente crianças inocentes, é o quê?
Pois podem mandar a Pide vir cá fechar o estaminé...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Que nóia...

Acção,
actuar,
actividade,
Egipto,
adoptar,
contacto!
rent-a-car,
fim-de-semana ,
subtil,
helicóptero,
hélio.

Que coisa, meu, isto não tem solução. Ou melhor, para mim está mais que solucionado, eu vou continuar a escrever como aprendi. Resistência à mudança? Não, claro que não, só não concordo com este atentado à identidade da língua portuguesa. Lamento, se as outras variantes surgiram do português, então os outros que se adaptem. Acordo ortográfico, blargh!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Xiça penico...



Alguém me explica o que se passou no Brasil, para que ande tanta gente a pesquisar por XANA??? Sim, eu sei qual o significado da palavra por lá, e não tem que ver com o diminutivo do meu nome... Mas repentinamente toda a gente pesquisa o mesmo e depois todos vem de visita ao meu estaminé, e claro nem param para ver a qualidade dos meus escritos, saem logo, afinal por cá NÃO HÁ PORNOGRAFIA, a Xana aqui é outra e está muito bem e recomenda-se. Já agora gostava de saber o que se passa, quem é que fez um filme para maiores de idade, daqueles com bolinha vermelha, para andar tudo a pesquisar o mesmo. Quase só tive visitas do Brasil, dos mais variados Estados e todas pesquisam o mesmo. Não é por nada, se alguém me puder esclarecer, agradeço, já que nunca houve tanta visita do Brasil no meu estaminé.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O relógio (final)


...falaram de banalidades. Ele passou-lhe a mão na cara, para lhe afastar o cabelo que lhe caía para os olhos. Sentiu-se estremecer, de repente apetecia-lhe fugir, onde se estava a meter...devia estar a enlouquecer. Ele percebeu o nervosismo dela, e pegou-lhe na mão dando-lhe um beijo suave. Disse-lhe que era uma mulher muito sensual, que a desejava. Foi quanto bastou, para que se lembrasse que se queria vingar dos homens, que queria que ficassem a seus pés, para que sentissem a mesma dor do abandono que ela estava a sentir. Puxou-o para si, beijou-o com muita sensualidade, e fez a mão dele deslizar para as suas nádegas. Ele levantou-se e pegou-lhe ao colo, levando-a para a cama. Ela desapertou-lhe a gravata, e lentamente enquanto o beijava desapertava-lhe a camisa. Ele puxou-lhe o vestido negro revelando toda a sua sensualidade. O conjunto de lingerie que vestia, era de um vermelho diabólico, o que aguçou ainda mais o desejo dele. Desapertou-lhe a parte superior da mesma, e sugou cada um dos mamilos, fazendo-a arrepiar-se. Ela fê-lo livrar-se da restante roupa e empurrou-o fazendo-o ficar deitado de bruços sobre a cama. Começou por lhe percorrer a linha da coluna entre beijos e lambidas que o faziam desejar virar-se, mas aguardou que ela o permitisse. Ela continuou a percorrer o corpo dele agora no sentido inverso. Levantou-se e foi buscar algo que havia trazido. Ele voltou-se, vendo-a vir em sua direcção com um lenço de seda e um par de algemas. Ela ordenou-lhe que pusesse as mãos acima da cabeça, ele obedeceu de imediato. Algemou-o, e afastou-se para ligar a música numa melodia suave enquanto fazia uma dança sensual e despia a restante lingerie que ainda vestia. Algemado ele não podia fazer nada, queria poder tocá-la. A sua nudez revelava um corpo bem delineado, que faria qualquer homem desejá-la e não apenas um vez. Pegou no lenço a usou-o para lhe vendar os olhos. Ela sabia que assim seria mais fácil para ela continuar o jogo. Ele deixou-se estar, sabia que não se iria arrepender. Ela beijou-o suavemente, e foi descendo percorrendo o corpo dele muito lentamente. Parou junto ao seu centro de prazer, rodeou-o com uma mão muito suavemente e uma ligeira pressão, começou por beijar e depois seguiu com toda a calma, enquanto o movimento da sua mão combinado com a sua boca o faziam dar gemidos de prazer. Ele pedia-lhe que parasse, sentia que a qualquer momento podia chegar ao ponto máximo, e ainda pretendia continuar, não ficar por ali. Ela acedeu, e soltou-o das algemas, sem lhe retirar a venda dos olhos. Ele estava livre para lhe tocar. Sentou-se na beira da cama e puxou-a para si, ela sentou-se sobre ele, sentindo-o entrar em si suavemente. Movimentava os quadris ao ritmo que as mãos dele nas suas nádegas a guiavam. Os movimentos que ele impunha eram agora mais rápidos, e chegou ao máximo do prazer em poucos instantes. Beijou-a. Ela levantou-se, tomou um duche, vestiu as suas roupas, preparando-se para ir embora. Antes de sair, ele disse-lhe que queria repetir outras vezes. Ela apenas lhe disse, que as condições se mantinham, que lhe ligasse quando o pretendesse fazer. Apanhou um táxi na porta do hotel e foi para casa, não pensou nos motivos que a tinham levado a fazer de acompanhante de luxo, apenas pensou se seria capaz de continuar. Passou a mão no envelope do dinheiro, e recordou o que se acabara de passar, e sentiu que perante a hipótese de F. querer repetir já tinha ganho a primeira parte do jogo.
Além de F. outros clientes apareceram, alguns propunham-lhe exclusividade, que sempre recusou, ela queria jogar. Viajou, ficou nos hotéis mais luxuosos que conhecia, mas nunca deixou o emprego. Desde aquela noite, que passou a ter uma vida dupla, de dia a sua vida de sempre, à noite e alguns fins de semana, acompanhante de luxo, nunca se arrependendo de ter iniciado este jogo. Agora sempre que em algum lugar olhasse para um relógio, e este tivesse os ponteiros exactamente um sobre o outro, ria-se com vontade, porque sabia que de certeza em algum lugar havia um homem a pensar nela, mesmo sendo o amor de outra qualquer, para ela era o que bastava, era nela que eles pensavam.
FIM
(Esta é uma história de ficção, em algum momento revelando factos ocorridos. Qualquer semelhança com factos, pessoas ou histórias reais é pura coincidência)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O relógio ( 5ª parte)

... o trabalho como era de esperar, estava todo atravancado. Boa, pensou, assim teria muito com que se ocupar durante o dia, e deixava o encontro que ia ter para se preocupar depois. Foi ao bar da empresa, necessitava de açúcar para equilibrar as energias, comprou um chupa-chupa, e deliciou-se, perante os olhares aparvalhados dos colegas snobs, riu-se na cara deles. De repente, sentia-se forte, achava que nada a podia afectar, porque pior do que estava, já não iria ficar. Aqueles snobs, que cirandavam na empresa o dia todo, a "lamber as botas", aos superiores metiam-lhe dó. Criavam cada embaraço, que depois ela muitas vezes, resolvia em pouco tempo. O trabalho não lhe deu margem para se desconcentrar, e nem deu pelo tempo passar. Saiu apressada, tinha atravessar meia cidade para chegar a casa, e geralmente o trânsito não fluía muito bem. Precisava arranjar-se, ficar impecável, e tomar algo que a fizesse relaxar, sem a fazer ficar K.o. Tomou um bom duche, hidratou a pele, o resto já tinha tratado com a esteticista, o cabelo não precisava de grande trato, tinha uma cabeleira ondulada natural muito bonita, que lhe assentava muito bem. O telefone voltou a tocar, não era o mesmo número, atendeu com naturalidade. Alguém queria marcar uma noite numa exposição em Sevilha, necessitava ser acompanhado por uma mulher bonita, sensual e que fosse o centro das atenções, tinha achado que ela seria essa pessoa, pelas fotos que tinha visto. A proposta estendia-se pela noite, em hotel, para tudo o que ela desejasse... Seria no fim de semana seguinte. Sentiu-se arreliada, para aceitar a proposta teria de revelar a verdadeira identidade, para a passagem aérea, e não sabia se deveria fazê-lo ou não. Pediu que a contactasse no dia seguinte, para ter tempo de pensar. Eram horas de sair, e jogo estava apenas a começar...
Sentou-se no bar, observando o ambiente, tentou avaliar nos homens presentes e tendo em conta a voz que tinha ouvido no telefone e o que ele lhe tinha dito se algum deles se enquadrava na imagem que tinha montado na sua cabeça. Havia um ao balcão, que lhe parecia ser aquele que a iria abordar, mas quando este atendeu uma chamada percebeu de imediato que não era. Pediu uma bebida, e aguardou. Alguém que acabara de entrar, dirigia-se na sua direcção, quase ficou sem ar, era um homem deslumbrante, começou a ficar um pouco nervosa, temia que não fosse conseguir ir em frente com o jogo que se tinha proposto. "_ Eva?" Indagou ele. "_ Sim." respondeu quase sem voz. Apresentaram-se e combinaram os pormenores do jantar, ele entregou-lhe um envelope com o pagamento combinado. Ficaram com algum tempo para se conhecerem melhor, afinal iriam passar as próximas horas juntos. A conversa começou a rolar, em pouco tempo estava mais calma e sentia-se segura, nem se lembrava porque se tinha metido naquela situação. A hora do jantar estava próxima, dirigiram-se para o restaurante do hotel, onde eram aguardados. Entre os presentes, bem acompanhados, todos se voltaram para ela, sentiu-se um pouco incomodada, mas nada que não conseguisse ultrapassar. O jantar foi decorrendo, com conversas muito variadas, quase nada sobre negócios, mas F. parecia-lhe ser alguém influente no grupo, era muito atencioso com ela. Um dos outros intervenientes e uma bela mulher que o acompanhava foram também seus companheiros de conversa. O jantar terminou, sem que percebesse se afinal, tinham negociado alguma coisa, ou apenas tinham conversado e os negócios deixados para outro dia, que não aquele.
Subiram, para o quarto, a suite marcada por F. era a melhor, tal como ela tinha exigido, fazia parte do combinado. Havia champagne, que ele lhe serviu, enquanto iniciaram conversa...

(continua...nada de impaciência, está quase a terminar...)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O relógio (4ª parte)

... abriu o armário em busca daquele vestido preto, sensual, e que tão bem lhe acentava. Telefonou para a amiga de longa data, para lhe contar o que se tinha passado, mas não as suas ideias de vingança. Sabia que se contasse, a amiga ia fazer de tudo para tentar demovê-la com toda a certeza. Aceitou jantar com a amiga, para conversarem, para poder desabafar e aliviar o que sentia, e conseguir levar os seus intentos em diante, mas sem revelar nunca os seu planos. Necessitava mais que nunca, estar em paz com as suas ideias, para poder ser aquilo que tinha em mente, para poder jogar e controlar o jogo à sua vontade. Deu consigo a pensar quem iria ser o seu primeiro jogador, e quanto tempo levaria até que aparecesse quem quisesse arriscar jogar com ela. Saiu de casa da amiga, bem tarde, as conversas de ambas terminavam sempre muito para além do jantar. Tomou um longo duche e foi ver como estava a situação no site. Estremeceu, quando começou a ver as mensagens que eram em maior número que o esperado. No entanto não passavam de meras mensagens, e alguns comentários ás suas fotos. Deitou-se, ainda tinha que ir trabalhar, a sua vingança não passava por deixar de trabalhar, pelo menos até ver onde conseguia chegar...
Não despediu o despertador, tudo não passou de uma ameaça, continuava a ter de acordar com ele quer quisesse ou não. Espreguiçou-se ao primeiro toque e saltou da cama de imediato, tomou um duche para acordar e bebeu um copo de leite, vestiu umas jeans, uma t-shirt sensual e apelativa que guardava e saiu para o trabalho. Tinha acabado de sair do perímetro da cidade, quando toca o seu novo telemóvel. Gelou por completo, por segundos ficou sem reacção, quase bateu no carro à sua frente. De imediato se recompôs, ligou o auricular no aparelho e atendeu a chamada. "_ Bom dia, miss Eva?" usou a voz mais sensual que conseguiu: "_ Sim, sou eu!"
" Chamo-me F. vi o seu site, gostei muito, poderíamos conversar?" Encostou o carro e respondeu que sim... sem deixar de pensar, se iria conseguir jogar o jogo... do outro lado do telefone parecia-lhe estar um homem com uma voz muito quente, sensual, alguém que parecia ser um charme. Dizia ser empresário representante de uma griffe de alta costura, solteiro, na casa dos quarenta anos. Viajava com frequência, necessitava de alguém que o acompanhasse para um jantar de negócios, que poderia prolongar-se... Após perceber a proposta, que lhe estava a ser feita, marcou o encontro para as 19 horas, no bar do hotel onde seria o jantar. Desligou o telefone, e sentiu-se desfalecer, até onde iria aquela loucura? Seguiu para o emprego, nervosa como nunca, mas tinha até às 19 horas para ficar calma... muito calma...

(continua..., sim ainda não é desta... eu também estou nervosa com esta escrita...)

sábado, 27 de setembro de 2008

O relógio (3ª parte)

...saiu da loja com uns artigos bem interessantes, fez um bom investimento, pensou ela. Lembrou-se que tinha de ligar àquela amiga que era esteticista, porque desta vez tinha de tratar de si a fundo, e deixar de fazer essas coisas em casa, afinal preparava-se para algo em que tudo tinha de estar na perfeição. Meteu-se no carro e pelo caminho até ao local de onde iria sair como que renovada, com a pele de um bébé, as mãos de uma princesa, o pensamento voou para o seu passado recente... e para os homens que lhe tinha surgido no seu caminho. Repudiou o pensamento nele, mas não deixava de pensar que era quem mais amava que a magoava, lembrou-se daquele bombeiro, aquele de quem apenas sabia inicialmente que era bom...beiro, e que a comia com os olhos de cada vez que se cruzavam, e ela a ele, embora não tivesse interesse nele. Não conseguia deixar de sorrir, a troca de olhares entre ambos era visível por todos que estivessem por perto, aquilo nem ela sabia explicar, o gajo era bom e pronto, dava gosto olhar, e ele fazia-lhe o mesmo, mas nunca passaram dos olhares. Ela sabia que ele de certeza seria casado ou teria namorada, afinal ele não era dali daquelas bandas e para aparecer tanto por lá, só poderia ser por causa de alguém que morasse ali, e não errou, o dito bombeiro era genro de alguém lá do sítio. Depois lembrou-se daquele que era apaixonado por ela, que lhe declarava o seu amor sempre que se encontravam, mas que para ela não era mais que um amigo, por quem tinha muito carinho, mas que ela não conseguia ver, nem sentir como alguém que pudesse gostar para além da amizade que os unia desde os tempos de escola. Sentiu raiva de si mesma, porque se não estivesse de ideia fixa com o homem dos ponteiros, quem sabe o amigo poderia ter conseguido ser mais que amigo, quem sabe poderia ter-se apaixonado por ele, afinal as afinidades entre ambos eram muitas e já se conheciam há tanto tempo que os defeitos de cada um já se tinham tornado em banalidades perfeitamente ultrapassáveis. Agora ele já tinha desistido dela, e já estava feliz, de casamento marcado, ela seria dama da noiva dele, de quem também se tinha tornado grande amiga. Sentiu-se feliz pelo amigo, mas um pouco triste por perceber que poderia estar feliz com alguém que um dia a amou de verdade, mas não deixou-se levar pela conversa do bandido, de alguém que se fazia passar por homem de princípios, com muita moralidade. Que ricos princípios, que bela moralidade, que raiva...
Saiu do salão com alma renovada, foi para casa ligar o novo telemóvel, e ver se o site já estaria a dar os seus frutos. Preparou um whisky de puro malte, da garrafa que havia comprado para partilhar e que agora seria apenas sua, inteirinha. Ficou espantada com o número de visitas que o site estava a ter e com os comentários... logo, logo iria começar e ver os resultados... sentiu que começava a ser invadida por um nervoso miudinho... onde é que se estava a meter, que jogo era aquele que se estava a preparar para jogar? ...

(continua)

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O relógio (2ª parte)

... o despertador tocou na hora que tinham acordado. Raios, protestou ela, mais um acordo que tinha de quebrar, que se lixasse o despertador e o acordo de ambos, ia mandá-lo para o desemprego, deu-lhe uma pancada e calou-o, voltou-se para o outro lado e voltou a adormecer. Pela primeira vez faltou ao emprego, não se importou com o facto, ia arranjar uma desculpa qualquer, era a primeira vez e daí não vinha mal à empresa, por um dia os outros que resolvessem os problemas que eles mesmos criavam. Acordou por horas de almoço, ainda pior do que quando se havia deitado, não podia dormir muito, e tinha dormido cerca de doze horas, o que por si só era motivo para acordar com uma birra descomunal, e juntando aos factos anteriores estava em ponto pólvora. Tomou um café, que era a única droga que conhecia até então. Ao pensamento afloraram todos os motivos que a faziam estar a sentir-se tão revoltada com a vida, e os propósitos a que se tinha decidido dedicar. Ligou o computador, e abriu o site que estava a criar, para as afinações finais. A coisa estava a tomar jeito, as fotos estavam divinas e o texto apelativo, começou a sentir um nervoso miudinho... ia arriscar muito com a publicação do site, e propunha-se a algo que sempre abominara, mas a sede de vingança de quem a magoara, tolhera-lhe e discernimento, e achava que assim se ia vingar e virar o jogo para o seu lado. O seu lado inocente, ainda que não percebesse, continuava lá. Carregou os ficheiros, fez publicar e... já estava, só restava esperar. Telefonou para a empresa, dizendo que estava com uma enorme enxaqueca, com febre, e mal disposta, com a voz de quem está mesmo mal, e assim conseguiu que lhe dessem o dia. Saiu para comer qualquer coisa, não lhe apetecia meter-se na cozinha, e para comprar outro telemóvel para o cartão que tinha guardado e nunca tinha sido usado, e que agora iria ser uma ferramenta de trabalho... trabalho? pensou, ela, não, era diversão, ou não era esse o seu plano, divertir-se em grande estilo, e ainda ganhar dinheiro com isso. Depois de comer um malfadado hamburguer que nem lhe soube a nada, lá comprou um telemóvel ultimo modelo, e rumou a uma sex-shop...

(continua)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O relógio

Ela olhou para o relógio pela centésima vez naquele dia. Não, os ponteiros não se cruzavam na dança do amor, como antes. Sentiu-se completamente sem forças. Sentiu como se o mundo lhe tivesse fugido debaixo dos pés. Nunca tinha dado importância ao facto de olhar para o relógio e os ponteiros estarem unidos como um só, tal como dois amantes em pleno acto de amor, até que ao tempo em que estiveram juntos, e ele lhe confessou que tinha saudades dela, quando não estavam juntos, que ela não lhe saía do pensamento. Desde essa altura, que sorria sempre que olhava para o relógio, porque por ironia os ponteiros na sua dança regular estavam em posição de missionário, como ela dizia. De um dia para o outro tudo mudou, os ponteiros deixaram de viver em união, em comunhão de sentidos, de cada vez que ela olhava para o relógio. Desanimou, e o mundo ruiu, quando percebeu que era verdade que o pensamento dele, já não era ocupado por ela, que outra havia entrado e ocupado o lugar que era seu até então. Perceber nas entrelinhas, nas palavras escondidas dele, fê-la sentir-se miserável, usada. A raiva tomou posse dela naquele momento. Não podia ser possível, tudo ao mesmo tempo a desabar na sua vida, e a única coisa que a mantinha de sorriso no rosto, esfumava-se também. Apetecia dizer-lhe as coisa mais cruéis que o pensamento dela lhe debitava à velocidade de um raio, mas conteve-se, tinha noção que as coisa ditas no calor do momento podem ter proporções piores que um furacão, embora fosse isso que lhe apetecia provocar naquela hora. Odiou o relógio tanto como começava a odiá-lo naquele momento, como podia ele fazer-lhe o que tanto criticava que outros fizessem, depois de tudo o que viveram, depois de tudo o que lhe tinha dito... Percebeu que com tudo o que lhe estava a acontecer, tinha perdido toda a ingenuidade que a caracterizava... não era mais a mesma... a revolta, a raiva que sentia, tomaram conta dela naquele momento, e na sua cabeça tudo se descontrolou, desapertou o relógio do pulso e jogou-o com raiva no caixote do lixo, prometendo a si mesma nunca mais deixar que alguém voltasse a fazer-lhe o mesmo. Jurou que daquele dia em diante os homens iriam ser um jogo em suas mãos, e não seria ela a ser usada...
Pegou nas fotos mais sensuais que tinha, e lançou mãos ao seu novo projecto...


(continua...)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

10.000 maníacs...

Nos últimos tempos não tenho escrito quase nada, e nem tenho sido tão assídua nos blogs amigos como gostaria. A net ontem para não variar, voltou a "morrer". Telefonemas da praxe, as confusões do costume, e enfim lá ficou desta vez uma reclamação com carácter de resolução urgente e com vista ao tratamento definitivo da questão. Não sabia que eram precisos alguns meses de quedas sucessivas na ligação de internet, formatações desnecessárias do computador, ligações e reclamações aos berros com o apoio ao cliente, mais outras tantas configurações do modem, etc e tal, e alguns operadores do apoio ao cliente a desfazerem-se em desculpas em nome da empresa, para me darem andamento à questão. Tudo isto, a juntar à questão de tempo que deveria levar a uma resolução da avaria, e à questão de que pagamos para estar 24 horas ligados, mas o departamento técnico só trabalha no horário 8/17 horas. Logo, quem tem uma avaria na sua ligação de Internet está sujeito a este horário, portanto se o técnico necessitar prestar assistência no local, tem de faltar ao trabalho, ou não lhe resolvem a questão. Se fornecem um serviço que diz ser 24 horas, então porque não prestam assistência técnica num horário mais alargado, incluindo o fim de semana. Sempre davam trabalho a mais pessoas, e prestavam um serviço com qualidade.
A questão toda deste post, afinal, não é o raio da avaria ser ou não resolvida em tempo útil, que isso eu já sei que não será, mas sim, o número de visitas deste espaço gerido com um único neurónio. Como tenho utilizado net móvel, e esta é tão lenta, para o que quer que seja, nem me dei conta que estava a chegar ao visitante número 10.000. Muitos blogs atingem este número de visitas em pouco tempo, principalmente os que estão noutras plataformas. Este blog já por aqui anda há 16 meses, se bem que não comecei logo a usar o contador de visitas, mas, para um blog gerido com um único neurónio, que ainda por cima tem tantas avarias como a ligação à Internet da dona, não está mal, não senhora.


Para o visitante número 10.000, que por enquanto ainda não sei quem foi, não se manifestou, deixo uma lembrança. É de coração, que deixo uma foto de minha autoria, de uma bela flor de um cacto, porque como na vida, por detrás dos espinhos também existe beleza.



Obrigado a todos os que vistam este espaço, e perdem algum do seu tempo a ler e a comentar as minhas palavras, mesmo quando não fazem sentido.
E que venham mais outras 10.000 vistas, demore o tempo que demorar, o neurónio estará por aqui para as receber de sorriso aberto e sempre com uns posts à altura de si mesmo, um neurónio com muito ainda para dizer, mesmo que seja asneira...

terça-feira, 1 de julho de 2008

A rede...


A noite estava calma e serena. Ele passou o repelente de insectos no corpo e foi-se esticar na rede supensa debaixo da árvore do jardim. Fechou os olhos, e deixou-se levar pelos pensamentos. Não demorou muito a ser surpreendido no seu descanso. Ela apareceu, com dois copos na mão e perguntou-lhe se alinhava... Acedeu, a noite estava agradável e uma bebida vinha a calhar. Ela estendeu-se na espreguiçadeira ao lado e a conversa estava a cair para o cómico, estavam os dois a dizer piadas, sem graça por vezes, mas a bebida ajudava ao riso fácil. Acabadas as bebidas, ela levantou-se, pegou nos copos para os levar para dentro. Ele perguntou-lhe se ainda voltava. Ela sorriu, e o seu sorriso maroto, fê-lo compreender que seria melhor permanecer por ali e aguardar o que se iria seguir. Ela voltou, tinha passado repelente no corpo, e vinha preparada para ficar ali um bom tempo. Sentou-se na rede ao lado dele e deu-lhe um beijo longo. Ele estava preocupado que a rede não ia aguentar com os dois. Ela, sabia que a rede aguentava ainda um peso muito superiror ao dos dois e continuou a beijá-lo lentamente nas orelhas e no pescoço. Desapertou a parte de cima do bikini, e acabou por despir o restante. Sentou-se sobre ele e puxou-lhe a t-shirt para cima, deixando-o com o seu corpo bronzeado á mercê dos seu lábios sedentos dele. Continuou a beijá-lo, recebendo dele os beijos mais quentes que conhecia, as mãos dele deslizavam pelo seu corpo em suaves massagens que a faziam por vezes arrepiar em ondas de prazer. Ela desapertou o fio que lhe apertava os calções... A noite estava apenas a começar...