Buááááá, eu quero ir ver os Scorpions a Lisboa. Buáááá, não posso, maldito desemprego, buááá.
Vida ingrata, não podiam vir só daqui a uns tempinhos. É que agora até estamos no Natal, o dinheiro é curto( pois aquilo nem vai estar cheio nem nada), que inocência a minha... mas não me vou endividar para lá ir, mas que gostava de lá ir, gostava. Bem fica um vídeo com uma música daquelas intemporais: Still Loving You
Como eu gostava de poder ver, e ouvir isto ao vivo, enfim, é o que se pode arranjar.
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Chamamento
Já sinto outra vez falta de pisar a areia da praia, de sentir a água nos pés, de sentir o cheiro a mar, o barulho das ondas a rebentarem fazendo uma espuma deliciosa. Quase há duas semanas que não vou lá e já sinto um vazio enorme, uma falta de algo que me completa, que me põe num estado zen, quase no nirvana. É incrível como algo tão simples como passear pela beira mar, nos pode deixar tão calmos, como se não houvesse amanhã. É de longe o único sitio onde eu me consigo abstrair do mundo, das coisas da vida e só ter como companhia o próprio mar. Se fecho os olhos, apenas passo a ouvir o rebentar das ondas na areia, tudo o resto deixo pura e simplesmente de ouvir, mesmo que a praia esteja atolada de pessoas, passo a ser apenas eu e o mar. Nunca percebi esta minha ligação com o mar, apesar de ter nascido bem perto, na bela cidade de Setúbal, nunca vivi perto do mar, nem lá ia muitas vezes a não ser no Verão uma vez ou outra para a praia, mas a certa altura da minha vida comecei a sentir esta paixão, esta espécie de chamamento para estar junto do mar. Quem sabe são estes meus olhos da cor do mar, a tentarem recarregar as baterias, porque sempre que lá estou ficam ainda mais azuis.Talvez daí tenha também surgido a minha paixão pelos faróis, esses belos e imponentes guias, que indicam porto seguro a quem anda no mar, quer em trabalho quer em lazer. Um dos sonho impossíveis que acalento é ter uma casa num farol, bem junto do mar. Seria ouro sobre azul, o expoente máximo a que poderia aceder um dia nesta vida, e com a companhia certa claro, dois gatos, e o homem da minha vida ( que não sei quem poderia ser, um já se foi...), mas depois logo pensaria nisso.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Para esquecer.
Vou guardar este dia, tal como o dia 7 de outubro do ano passado, o dia 1 de junho deste ano, como dias para esquecer, mas que nunca irei conseguir. As razões não são as mesmas, mas, sao relativas a apenas uma pessoa. Quero por todas as razões esquecer estes dias, mas não irei conseguir nunca, nem que dure cem anos. O de hoje ainda me vai trazer muitas lágrimas... não que eu não o soubesse antes de ter feito o que fiz, mas porque encerrei quase um ano da minha vida. A dor que me consumia antes de ter falado, é muito menor que a que me consome agora, mas eu já sabia que ia ser assim , mas era necessário fazê-lo. Para libertar a tensão que me sufocava, e que irá continuar a sufocar ainda por muito tempo, não esquecemos quem amamos de um dia para o outro. Sinto agora que não passei de um brinquedo, usado enquanto não apareceu outro novo. A mistura de sentimentos nesta altura é como um turbilhão que me começa a dar voltas ao estômago, talvez esteja no bom caminho para esquecer.
Deixei muita coisa por dizer, que nunca irá ter resposta. Sei que irei demorar a superar isto, fiquei com mais fantasmas no armário, do que tinha antes. Agora eu juro: Nunca mais, ninguém me dá a volta. Prefiro ter de enfrentar a vida sozinha.
Deixei muita coisa por dizer, que nunca irá ter resposta. Sei que irei demorar a superar isto, fiquei com mais fantasmas no armário, do que tinha antes. Agora eu juro: Nunca mais, ninguém me dá a volta. Prefiro ter de enfrentar a vida sozinha.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Sonhos
Já não sei o que espero! Estou confusa. Os dias passam e eu adio, dia a dia, as grandes decisões que podem alterar muita coisa nesta vida. Quanto mais tempo passa, menos sei o que fazer! Tenho medo! Quem não arrisca, não petisca, diz o ditado. Eu gostava de saber, de poder saber o que fazer, quando fazer, para não errar. São tantas decisões, são tantos sonhos inacabados, que podem vir a tornar-se pesadelos, se tomar a decisão correcta no momento errado. Uma casa, um trabalho que permita pagar as despesas e comer todos os dias, um carro para poder ir trabalhar, a paz de espírito que tanto procuro. A vida é ingrata, para quem tanto se esforça. Já dei muito de mim para os outros, agora é tempo de me dar a mim mesma. É tempo de ser egoísta, narcisista, e pensar que eu sou tão somente a pessoa mais importante da minha vida, e só eu posso a posso mudar. Outros sonhos irão para sempre ser arrumados na gaveta, por lá vão ficar até que a vida se encarregue de fazer com que a possa abrir, ou não.
sábado, 8 de setembro de 2007
Hoje e amanhã.
"Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje." São muitas vezes estes ditos populares que nos fazem acordar, e perceber que são palavras sábias. A vida encarrega-se de nos dar grandes lições, ou nós encarregamo-nos de de fazer as asneiras para depois aprendermos essas lições. Nunca tinha deixado nada por fazer, que se viesse a revelar uma lição, até á pouco tempo. Andei dia a dia a adiar se o faria ou não, não fiz, deixei por fazer, e como tal veio a revelar-se uma lição de extrema importância. Neste último ano, cresci como pessoa, como ser individual, com vontade própria, e com metas a atingir, para as quais tenho dado o meu melhor. Tenho trabalhado como nunca pensei trabalhar, mas tenho levado grandes pontapés da vida. Não que nunca os tivesse levado, mas agora têm outro impacto, porque antes a noção de vida que eu tinha, era algo superficial, enquanto hoje começo a tomar consciência da minha posição na minha própria vida. Sou eu que comando, sou eu que decido, afinal eu sou a pessoa mais importante da minha vida. Mas aprendi que a solidão se manifesta de mais do que uma forma, e que por vezes, mesmo estando acompanhados, estamos sós. Sei que irei sentir o verdadeiro peso da solidão, quando estiver a viver sozinha, ainda não estou e já a sinto na pele. Também sei que irá ser longa a minha passagem pelo mundo da solidão, porque se por um lado ela pesa, por outro estou farta de ter gente ao meu redor e preciso de espaço, tanto fisico, como mental. Mas não voltarei a deixar para amanhã o que pode ser feito hoje. Mesmo que seja algo que hoje não parece importante, porque amanhã pode ter outra dimensão.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Já sei onde fica...
Bem, parece que já descobri onde raio é o quinto dos infernos. É exactamente naquele sitio, onde nós não esperamos, onde nós paramos e sem querer quase temos uma síncope, onde o coração dá um nó, a garganta aperta, o ar começa a faltar e só nos apetece gritar, fugir, destruir, e sabe-se lá mais o quê? As desilusões da minha vida, não tem forma de acabar. Quando dou um passo em frente, dou dois atrás, que merda. De um momento para o outro deixei de fazer planos para a minha vida, não vale a pena, vem sempre "a vida" e estraga tudo. Vou ver se consigo fazer como alguém que em tempos foi muito mais que um amigo, me disse: viver um dia de cada vez. Eu só quero poder ter o meu espaço, tanto na vida, como espaço físico, onde possa ser pelo menos feliz uns dias por outros, não precisam ser todos.
Estou a entrar em depressão, e preciso tanto de um certo sorriso, mas acho que nunca mais o irei ver, pelo menos da maneira que desejo. Estou com uma "merda de uma diarreia" pela segunda vez, em duas semanas, e a balança mostrou que estou quase a extinguir-me, e isso só me faz pior, "dasse..." estou com 42,8 kg, há quanto tempo eu não baixava tanto, onde estão os kgs que perdi com a varicela e que nunca mais recuperei? e agora ainda perdi mais. Eu nunca mais quero ter férias, se isso significa ficar doente. A roupa está a cair-me pelo cu, começo a ter vergonha de sair, não me apetece sequer ir á praia que tanto gosto, e o meu novo bikini que é tão giro... mas sinto-me um esqueleto andante, não dá. Deixa ver que resultado dão as vitaminas e os suplementos.
Assim eu descobri onde fica o quinto dos infernos.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Momentos....
Ás vezes há letras de músicas, que descrevem na perfeição, alguns momentos da nossa vida... esta por exemplo eu já conhecia, mas nunca tinha reparado nas palavras com atenção, agora que estou na fossa.... mas como diz a letra da música....
O segredo continua a ser meu.....
Excerto de letra da música Alone, dos Heart
You don't know how long I have wanted
To touch your lips and hold you tight
You don't know how long I have waited
And I was gonna tell you tonight
But the secret is still my own
And my love for you is still unknown
Alone
O segredo continua a ser meu.....
Excerto de letra da música Alone, dos Heart
You don't know how long I have wanted
To touch your lips and hold you tight
You don't know how long I have waited
And I was gonna tell you tonight
But the secret is still my own
And my love for you is still unknown
Alone
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Vou fugir
Hoje estou em baixo. Sinto-me triste, revoltada. Aparentemente não se nota, afinal não deixo transparecer isso, mas só eu sei como me sinto. A culpa? É de tanta gente e de ningúem ao mesmo tempo. Em parte minha, em parte de outros. Afinal a nosso vida não é só gerida pelas nossas vontades e desejos, está dependente de factores externos, e de influências de terceiros. E é por causa dos tais terceiros, que acabo por estar assim sem rumo, com vontade de fugir. E talvez um dia o faça, a vontade é grande, e se tudo continuar como está é o que faço, já estive bem mais longe de o fazer. Só o tempo o dirá. Não tenho amigos, amigos daqueles verdadeiros, com quem desabafamos os reais problemas da vida, amigos daqueles a quem basta um olhar e percebem como nos sentimos, daqueles que quando estamos a cair, nos seguram, e mesmo que não consigam segurar, pelo menos amorteceram a queda. Tenho muitos conhecidos, disso não me queixo, mas não é isso que dá sentido á vida. Tenho uma amiga, já é bom, há quem não tenha ninguém, mas neste momento, não posso ir chorar as mágoas junto dela, afinal ela também não está nos melhores dias, e apenas lhe posso dar o meu apoio, sem deixar transparecer as minhas mágoas. Sinto-me um zero á esquerda, por causa dos conhecidos que pensava serem amigos, acabei por me dar mal. Nem familia de jeito eu tenho. Em casa? Seria melhor morar sozinha, a verdadeira solidão deve ser menos dolorosa, que viver num local onde todos os dias nos desrespeitam, nos fazem sentir que realmente estamos a mais, que nos fazem sentir que somos com um robot que se usa para limpar a casa e depois se guarda quieto num armário, até ao dia seguinte, quando houver necessidade de limpar tudo de novo, mas sem barulho. Os berros, devem ser encarados como conversa, mas não se pode responder ou a intesidade dos mesmos aumenta, e claro, os robots não falam, como tal bico fechado, e não, nada de sentir dor, também não tem sentimentos.
Um dia bato com a porta, afinal a tecnologia está em avanço, e quem sabe os robots também batem com a porta e abandonam os mestres, para governarem as suas "vidas" e quem sabe o mundo.
Um dia bato com a porta, afinal a tecnologia está em avanço, e quem sabe os robots também batem com a porta e abandonam os mestres, para governarem as suas "vidas" e quem sabe o mundo.
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