É hoje...
Happy Birthday to me.....
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Tudo tem um fim, até os sonhos...

Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Talvez por não saber o que será melhor, aproximei.
"Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós".
Sei lá eu o que queres dizer...
Despedir-me de ti,
adeus um dia voltarei a ser feliz... iz.. iz...
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir.
Se por falar falei pensei que se falasse era fácil de entender.
Talvez por não saber falar de cor, imaginei...
Triste é o virar de costas, o último adeus,
sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim,
tratar de mim
olhar para mim,
escutar quem sou...
E se ao menos tudo fosse igual a ti.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir.
Se por falar falei, pensei que se falasse era fácil de entender...
É o amor que chega ao fim,
um final assim assim é mais fácil de entender...
Fácil de entender, The Gift
terça-feira, 22 de maio de 2007
Desejo...
Não vejo hora de chegar a Outubro. Poder pirar-me daqui para fora, mandar tudo para trás das costas e partir, começar noutro lado. Estou farta, o presente é uma merda, parte de um passado que esqueci e superei, tenta persegir-me, o que não me incomoda, desde que não se aproxime, caso contrário exige medidas drásticas, que eu tomarei sem hesitar. Mas até Outubro, ainda tenho que esperar, e esta espera põe-me os nervos em fanicos. Sempre ouvi dizer que "olhos que não veem, coração que não sente", e muito sinceramente eu gostava de saber como é isso, porque eu não consigo, quanto menos vejo, mais sinto...
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Real, e com sentido...
Flames to dust, lovers to friends
Why do all good things come to an end?
Flames to dust, lovers to friends
Why do all good things come to an end?
Por vezes por mais que tentemos entender certas coisas, não é possível, e o melhor é desistir de entender, e simplesmente continuar.
Why do all good things come to an end?
Flames to dust, lovers to friends
Why do all good things come to an end?
Por vezes por mais que tentemos entender certas coisas, não é possível, e o melhor é desistir de entender, e simplesmente continuar.
sábado, 19 de maio de 2007
Na estrada.
Bom, hoje vou deixar as neuras pessoais, e falar de uma coisa que penso, afecta metade das pessoas que conduzem neste país, porque a outra metade são provavelmente os outros visados no post. Por imperativos de ordem pessoal, ontem não fui no transporte da empresa, mas no meu carro. Nada de anormal, não fosse eu ter de chegar ao trabalho com os nervos em fanicos, tudo porque respeito é uma coisa que os portugueses desconhecem. Eu saí de casa com tempo para chegar a horas e atempadamente, mas, burrice minha, esqueço, que andam por aí uns seres especiais a fingir que conduzem, e claro está, a atrapalhar, senão a assassinar o código da estrada. Eu falo dessas pessoas que surgem nas ruas secundárias, caminhos de cabras, e outros locais do mesmo género, para entrarem na estrada. Ora bem, estes seres tem uma capacidade incrível para se meterem na frente dos outros condutores, mesmo no momento em estamos a chegar perto, obrigando a reduções e ultrapassagens desnecessárias. Simplesmente não olham, entram e pronto, quem lá vem que se lixe, trave, que eles têm pressa de ir pró trabalho, e depois para a coisa ficar ainda com mais sumo, vão a uma velocidade, que qualquer ciclista bate em poucos metros, sem o menor problema. Não fosse já poucos a meterem-se á pato, ainda há aqueles que em locais onde não se pode ultrapassar, como curvas, ou com viaturas em sentido contrário, decidem andar ainda mais devagar, e quando a estrada está livre aceleram, não deixando ninguém ultrapassar, comandando o pelotão, fazendo uma fila enorme atrás deles. Eu pergunto porquê? Porque é que estas pessoas se metem á estrada sem mais nem menos, como se só existissem eles, e mais ninguém? Eu não sou nenhum ás da estrada, também cometo um ou outro deslize, mas de cada vez que saio, até chegar ao destino, perco a conta a este tipo de disparate, pessoas que se metem á frente sem ver, se lá venho eu, ou outro carro que seja, ou se atrás vêm mais carros ou não, e a que velocidade circulam. Eu cheguei a horas ao trabalho, mas com os nervos em franja, porque de cada caminho, entrou um nabo, que só contou com ele, e não respeitou os outros utentes da estrada... Os piores são aqueles que se poem a fazer "tem-tem", do tipo, entra, não entra, prá frente e pra trás, e mesmo quando estamos a chegar perto, entram mesmo, embora com esses já esteja de prevenção porque já sei que geralmente, eles se vão meter á pato....
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Incerteza
Tanta coisa para dizer, tão pouco tempo para o fazer. Hoje tenho sono.... e só tu sabes porquê.... Não estou mais feliz hoje, que ontem, até pelo contrário, afinal, tudo acontece e nada também. A incerteza, de todas as coisas certas, deixa-me a cabeça á roda, sem saber que direcção tomar... Vou deixar-me levar com o vento, se o houver. Em caso de não haver, tudo vai parar, e eu irei esperar, que o vento venha para me guiar....
sábado, 12 de maio de 2007
A fuga
Hoje tomei uma decisão importante que irá mudar toda a minha vida. Vou embora, decidi que irei procurar trabalho no Reino Unido. Decidi e avancei, marquei a viagem, comprei o bilhete, o que está feito não tem mais volta. Foi um decisão pensada, ao longo de muito tempo, desde 2001, que pondero esta hipótese, mas nunca me atrevi, por estar sózinha, mas agora decidi. Nunca fui boa a tomar decisões em cima da hora, por isso mesmo, esta foi bem pensada. Ao longo dos últimos tempos a vida só me tem dado pontapé, partindo é como se estivesse a fugir, o que eu não sinto como tal, apenas tento começar uma vida nova, longe, num novo lugar. Ficando aqui só aumento a minha angústia, o meu próprio sofrimento. Vou sentir falta do sol de verão, das praias, mas a minha vida até tem tido as cores de Inglaterra, cinzenta e enevoada. Não faço aqui nada, ninguém se importa comigo, ninguém me dá importância, portanto tenho sido eu e apenas eu na minha vida, e assim irei continuar, mas longe de todos aqueles que me magoam. Apenas deixo com mágoa, a minha "cria de Bin Laden", a minha terrorista de trazer por casa, que é a minha sobrinha. Deixo também o meu gato, Elvis o gato, companheiro de dez anos, que é um fofo, e a minha cadela Duda, que fez um ano dia 10, mas estes três, pedaços da minha vida eu sei que irão ficar bem, existe alguém que os irá proteger.
Vou embora e sei que, não irá ser fácil, afinal uma mulher sózinha num país estrangeiro...., mas "quem não arrisca não petisca", e vou arriscar, tal como alguém me disse há umas semanas atrás a felicidade está onde eu a procurar. É o que irei fazer, já que parece não estar onde a tenho procurado, ou não deixam...
Tomara que chegue Outubro, para partir, quem sabe de vez, afinal com a sorte que eu tenho, num vôo de uma companhia low cost, é arriscar em dobro, mas quem se rala com isso?
Vou embora e sei que, não irá ser fácil, afinal uma mulher sózinha num país estrangeiro...., mas "quem não arrisca não petisca", e vou arriscar, tal como alguém me disse há umas semanas atrás a felicidade está onde eu a procurar. É o que irei fazer, já que parece não estar onde a tenho procurado, ou não deixam...
Tomara que chegue Outubro, para partir, quem sabe de vez, afinal com a sorte que eu tenho, num vôo de uma companhia low cost, é arriscar em dobro, mas quem se rala com isso?
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