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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Gente armada ao pingarelho...


O meu trabalho está a correr bem, mas uma coisa tenho de confessar... estou farta de engenheiros, directores gerais de marketing, directores de vendas, de produção, etc e tal, e outros que tais, esposas peruas incluídas na mesma molhada. É que não tenho paciência para certas coisas, tais como algumas exigências na preparação dos "artigos" para entrega a estes personagens. Não há pachorra, não há mesmo. Nem uma cagadela de mosca, se pode encontrar, nem o menor sinal de que lá esteve um grão de pó. Tem de ir tudo limpo e esfregadinho, a brilhar, oleado, como manda o figurino, para entregar aos figurões... E para quê? Para daqui a um mês, aparecerem com o "artigo" lá no estaminé, para ser lavado e limpo, tudo como manda o figurino, mas com a aparência de terem ido à guerra, de terem ido à praia e a terem trazido, de terem andado numa caça à melga a ver quantas ficam coladas no "artigo", e de terem metido os catraios lá dentro a fazerem raves e rambóias, até parecer que o artigo saiu da fábrica no tempo dos dinossauros... E pior que isto, ainda, é que se armam em esquisitos e fazem verdadeiras inspecções à lupa à cata de um deslize. Também há excepções, também há quem seja civilizado, estime o artigo, e não seja exigente à quinta categoria, e simplesmente peça o serviço básico de tratamento do "artigo".
Sinceramente, para quê tanta esquisitice, armados ao pingarelho, se quando vão ao Wc e o papel higiénico é curto, cagam os dedos tal como o mais comum dos mortais.........????????????

domingo, 27 de julho de 2008

Mudanças


Este fim de semana foi tempo de alterações! Não na vida, mas cá por casa. Começaram por ser limpezas que depressa se transformaram em pinturas... Isto de ser gaja, tem que se lhe diga... Como as limpezas estavam a ser cansativas e perecia que ia tudo ficar na mesma, trata-se do assunto com tinta, lol. Pois, vai de ir à tinta, escolher outra cor, porque afinal, o que estava a cansar era a cor das paredes. Limpar dá muito trabalho, então pintar... Só mesmo as gajas para terem estas ideias tristes. Como gajos cá em casa não há, muito menos com dotes para tal tarefa ( nunca vi o meu pai pintar uma parede que fosse) lá teve de ser, mãos à obra, que as paredes estavam a clamar por mudanças. A "mini-terrorista" de serviço, tratou logo de começar a reclamar, mal viu o balde da tinta, que a casa ia ficar um horror, e tal, que nunca tinha visto ninguém pintar paredes de castanho, que a mãe e a tia deviam ser doidas, enfim, reclamou e tratou de contar aos vizinhos. Hoje de manhã, começou-se a pintar as paredes ( o tecto havia sido pintado ontem à tarde), e a "mini-terrorista" a servir de fiscal de obras, não vai de modas e começa por elogiar a cor das paredes, que afinal não era castanho como ela pensava... castanho era o balde onde vinha a tinta... Ia e vinha, e o tempo todo a dar pressa às pintoras de serviço, para acabarem depressa porque ela queria ver o resultado final ( nós nem por isso, afinal estávamos a ter tanto trabalho só porque não tínhamos mais nada para fazer). Enfim, depois da manhã inteira e quase toda a tarde, lá demos com o serviço por terminado, paredes pintadas, móveis no lugar, e a sala ficou outra, com as paredes desta vez de amarelo. Agora com esta nova cor, até os móveis ( dos quais eu não gosto) ficam melhor integrados, e os sofás até parece que brilham. Acontece que os sofás foram comprados (há 4 anos) numa cor fizesse contraste com um conjunto de cortinados que a minha mãe comprou, no tempo em que foram feitas as obras de casa ( há 1o anos portanto) onde se pintaram as paredes de branco e assim foram sendo pintadas até ontem. Ontem ao escolher a tinta, também foi de acordo com o raio dos cortinados. Então porque raio é que o desmazelo aqui é tão grande que ainda ninguém teve coragem de pegar na porcaria do conjunto dos tecidos e fazer o raio das bainhas e dos pendentes para pendurar os ditos na janela? Teria justificação, se não houvesse máquina de costurar cá em casa, e se ninguém a soubesse utilizar, mas não, ela existe, e todas a sabem utilizar. No entanto deu uma trabalheira, mas ficou muito bonita. Só que da próxima, contrata-se um pintor....

domingo, 20 de julho de 2008

Perfume, o teu perfume...hum..........

Hoje deixo um vídeo, bem português, porque por cá também se faz boa música, e porque estou para aqui virada!



O teu perfume, é o que está entranhado na minha pele, há muito tempo, é o perfume que me faz adormecer quando a calma não está comigo...

sábado, 19 de julho de 2008

Fora do trilho

Estou chateada, emburrada, danada, e para lá de furiosa comigo mesma! Volto noutra altura, quando passar má onda, se é que passa. Eu não aprendo mesmo... 100% culpada. Não, não vou contar porquê, simplesmente eu tenho memória curta e esqueço-me rapidamente qual a direcção em que preciso ir, e saio do trilho com uma facilidade do catano. Depois, é isto, fico com a maior das neuras, e acabo muitas vezes por me tornar arrogante. Para tal, preciso fazer uma cura de desintoxicação( não é da net, mas pode ter a ver) e vou sair de fininho, para não estragar o resto, para que não caia de vez e a ver se aprendo de uma vez qual é o meu caminho.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Pedido de divórcio

Uma mulher é transferida para trabalhar noutra cidade. Depois de alguns dias manda um telegrama ao marido a dizer: 'Por favor, envia urgente os documentos para o divórcio. Encontrei o companheiro ideal: Possui as mesmas características do novo 407 Sedan da Peugeot'.
O marido desesperado corre a um concessionário e pergunta ao vendedor quais as características do carro e o vendedor responde: 'É MAIS POTENTE, MAIS COMPRIDO, MAIS LARGO, MAIS RÁPIDO NA SUBIDA, MAIS BONITO E NÃO BEBE MUITO.'
O marido compreende imediatamente o que a sua esposa quis dizer. Duas semanas depois, é ela que recebe um telegrama que dizia: 'Mandei os papéis do divórcio, assina rápido! Encontrei uma companheira ideal que reúne todas as qualidades da nova HILUX da Toyota'.
Curiosa, a mulher vai a um concessionário, pergunta sobre o tal carro e o vendedor responde: 'É MAIS RESISTENTE, SUPORTA MAIS PESO, TEM LUBRIFICAÇÃO AUTOMÁTICA, A CARROÇARIA É NOVA E MAIS ARREDONDADA, É MAIS BONITA E CONFORTÁVEL, POSSUI AIR-BAG DUPLO, É MAIS SILENCIOSA, NÃO VAZA ÓLEO E ACEITA ENGATE NA TRASEIRA'.


lolol. Hoje, para não chorar, deixo uma anedota, porque se fosse escrever algo da minha autoria, não iria ter tanta graça de certeza!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

I'm back!


Estive ausente, e não foi por causa do trabalho. Foi por causa da ligação à Internet, que morreu. Agora já foi ressuscitada, mas mesmo assim, não está de fiar, ainda não se aguenta e cai de vez em quando! Sei que estas coisas acontecem, a quase toda a gente, mas quando nos acontece a nós, achamos que somos únicos, que somos uns desgraçados, e enfim, as coisas complicam-se. Eu fico "passada da marmita", e começo a barafustar, faço reclamações, de tal maneira que qualquer dia sou conhecida no apoio a cliente e ninguém me atende... ;)
À conta desta avaria, formatei o computador, sem necessidade, porque o problema era mesmo da linha e da ligação, grrrr. O computador estava bom, não precisava ser formatado, perdi muitas aplicações que agora tenho que voltar a instalar, mais a impressora, mais a troca do anti-vírus que os drivers trazem, por outro da minha conveniência, blá, blá. A culpa de tudo isto? Do sapo, que não dá conta do recado, e nós é que temos de aturar as birras dele em não querer trabalhar. Vamos ver o tempo que vai aguentar, com este calor que anda aí, não tenho muitas certezas que vá durar, acho que vai voltar a fazer gazeta para ir para a praia.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Rabugenta, eu?


Hoje estou com a neura! O dia correu bem, foi melhor do que esperava, afinal foi o primeiro dia de um novo trabalho. A neura surgiu depois que cheguei ao "barraco". Na última noite, apesar do comprimido para dormir, eu não dormi. Acordava de hora a hora, sempre cansada, sempre com medo de não acordar a horas. É sempre assim, quando tenho que começar uma nova etapa da vida, não durmo nos primeiros dias, até que o meu relógio biológico se aperceba, que tem de seguir o ritmo, sem stress. Não bastasse eu não ter dormido, depois que cheguei a casa, stressei de vez. O sono, o cansaço, fazem com que só me apeteça sossego e paz, e claro eu não tenho isso nunca. E hoje, esta família parece possuída por uma vontade de fazer barulho, de gritarem, de andarem o tempo todo a saltar de canal em canal, com a televisão, com o som num nível que não é normal. Ou então, sou eu que com o sono, estou rabugenta. E agora vou dormir, a ver se consigo descansar. Só não sei como é que calo este pessoal barulhento... acho que vou boicotar as televisões... e por fita cola na boca a todos... Depois, noutro dia, com mais entusiasmo falo do meu trabalho.

terça-feira, 1 de julho de 2008

A rede...


A noite estava calma e serena. Ele passou o repelente de insectos no corpo e foi-se esticar na rede supensa debaixo da árvore do jardim. Fechou os olhos, e deixou-se levar pelos pensamentos. Não demorou muito a ser surpreendido no seu descanso. Ela apareceu, com dois copos na mão e perguntou-lhe se alinhava... Acedeu, a noite estava agradável e uma bebida vinha a calhar. Ela estendeu-se na espreguiçadeira ao lado e a conversa estava a cair para o cómico, estavam os dois a dizer piadas, sem graça por vezes, mas a bebida ajudava ao riso fácil. Acabadas as bebidas, ela levantou-se, pegou nos copos para os levar para dentro. Ele perguntou-lhe se ainda voltava. Ela sorriu, e o seu sorriso maroto, fê-lo compreender que seria melhor permanecer por ali e aguardar o que se iria seguir. Ela voltou, tinha passado repelente no corpo, e vinha preparada para ficar ali um bom tempo. Sentou-se na rede ao lado dele e deu-lhe um beijo longo. Ele estava preocupado que a rede não ia aguentar com os dois. Ela, sabia que a rede aguentava ainda um peso muito superiror ao dos dois e continuou a beijá-lo lentamente nas orelhas e no pescoço. Desapertou a parte de cima do bikini, e acabou por despir o restante. Sentou-se sobre ele e puxou-lhe a t-shirt para cima, deixando-o com o seu corpo bronzeado á mercê dos seu lábios sedentos dele. Continuou a beijá-lo, recebendo dele os beijos mais quentes que conhecia, as mãos dele deslizavam pelo seu corpo em suaves massagens que a faziam por vezes arrepiar em ondas de prazer. Ela desapertou o fio que lhe apertava os calções... A noite estava apenas a começar...

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Casamentos e divórcios ecológicos...


Parece que no Brasil, saiu uma lei (ou está em estudo), que diz que vai obrigar os casais que se casam a plantar, contribuir para a plantação de 10 árvores novas! Em caso de ser um divórcio esse valor sobe para 25. Segundo o "deputado federal" (não tenho certeza), quando um casal dá o nó, está a iniciar uma nova família, logo está a aumentar o volume de lixo, o consumo de água, energia, o que ajuda no aumento do efeito estufa, depois nascem os filhos, logo esses valores aumentam. Em caso de divórcio, será uma família que se quebra, mas possivelmente duas novas se iniciam, porque cada um fica com sua casa, e mais tarde irá formar nova família, logo a produção de lixo, os gastos energéticos o todos esses atentados ambientais aumentam, logo o número de árvores a ser plantado, também aumenta. Será o munícipio da área de residência a decidir onde as árvores devem ser plantadas. Outra hipótese, é os novos casais, ou os casais desfeitos contribuírem monetariamente para a plantação de árvores.
Acho que é um exemplo a seguir, não só em Portugal, mas mundialmente. Sim, porque assim aumentam-se os espaços verdes, faz-se reflorestação e tenta-se diminuir o efeito de estufa. E não só, aumenta-se a produção de oxigénio, tão essencial a todas as formas de vida.
Quando se inicia uma nova família, é real o aumento do dispêndio de energia, da produção de mais lixo, afinal é uma nova casa, com tudo o que está inerente, e agora com todas as modernices que todos temos, para não falar dos gastos com água, e quando nascem os filhos, aumenta tudo de novo. Se não se encontram formas de debelar o aumento de tudo isto, e se, se continuam a abater árvores, sem se replantarem novas, um dia destes ainda vamos ter de usar máscaras de gás a ver se conseguimos alguma respiração... No entanto também não deveriam ser necessárias leis que obriguem as pessoas a contribuir para se plantarem árvores, as pessoas deveriam fazê-lo por iniciativa própria e as instituições governamentais, ou não, também. É uma questão de consciência, mas se ninguém a tem, então que se criem estas leis ou outras semelhantes.
Em Portugal, se tal acontecesse, acho que os múltiplos de 25, iam ser os mais usados, a avaliar pelo número de divórcios que temos por cá, iríamos portanto passar a ser um país bastante ecológico...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Até quando....?


Tudo tem um principio, um desenrolar, e um fim! Tudo tem uma razão para começar, mas para terminar também. Parece-me que a "vida" de um blog, será uma dessas coisas, tem um inicio, um desenrolar e um culminar. A sua duração pode ser mais ou menos longa, como a vida. Eu apenas queria escrever, dar a ler as minhas ideias, as minhas maluquices, forças e fraquezas quando iniciei este blog. Já se passou mais de um ano, muito já consegui deixar escrito, alegrias, tristezas, parvoíces, pensamentos profundos ou nem por isso. Estou agora numa fase, que não ata, nem desata, simplesmente tá-se. As ideias que porventura se afloram ao pensamento deste único neurónio durante o dia, esfumam-se com as horas, não ficando qualquer vestígio da pujança com que surgiram. Vou tentar, não acabar por aqui, no entanto, parece-me que é assim que começa o declínio, com a falta de textos, a falta das palavras que trazem as pessoas até este espaço. Se este espaço se quedar nos próximos tempos, deixo a garantia de continuar a meter o nariz onde normalmente costumo fazê-lo, nos vossos blogs, e claro continuo a comentar, umas vezes, eu própria, outras quem sabe, enviando a cabra, que alguns de vós já conhecem. Tudo dependerá, do teor dos posts e claro de quem estiver encarregue da utilização do neurónio, eu ou a cabra. Agradeço a todos que costumam passar aqui e ler as minhas palavras, e prometo tentar revigorar este espaço, mas não é garantido que o consiga fazer. Pode ser apenas um momento de pouca actividade do neurónio que deu asas a este blog, pode ser do calor, mas pode ser ferrugem na engrenagem do mesmo, e isso é mais difícil de remover. Tudo tem o seu tempo, vamos ver o tempo que tem o meu blog...

domingo, 22 de junho de 2008

No coments...

Bem parece que fui premiada por falar demais, ou por fazer uns comentários "jeitosos" na blogosfera, lol. O Jorge, do blog O que é o jantar, premiou-me com este selo:




Obrigado Jorge, mas, "não havia necessidade", chechechce.
Parece que estas coisas de prémios devem ser passados a outras pessoas que achamos que merecem cá vai:


Lua Secreta, toma lá vai buscar...;
Reticências da Alma, a ver se não bebes um chá de sumiço...;
Tontices e Doidices, aparece sempre como anónima, mas depois indetifica-se, lol.,

Pessoinha, pensavas que por te terem premiado que eu não premiava também, pois...
Jorge, também cá estás;


Sim, agora não há fuga possível, meus amigos, estão aqui os vossos nomes escarrapachados e claro, é porque o prémio que vos ofereço, é mais que merecido.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Bola de cristal


Bem, terminou o sonho! Agora é que vão ser elas, sem futebol! Ah sim, porque isto da bola, andava a manter o pessoal entretido, e não andavam a ligar muito à crise que se está a viver. Agora que o sonho se desfez, e sem nada para entreter é que a porca torce o rabo, sim porque agora é que esta gente vai por os pés no chão, e vai senti-lo a fugir debaixo dos pés. Vêm aí as férias, mas também o regresso às aulas (ok, ainda nem começaram as férias escolares) e da forma que as coisas estão, já estou a ver as caretas feias com que nos vamos cruzar todos os dias, sendo que começa já amanhã... Eu tinha esperança de só começar a ver caras feias, no próximo mês... mas vieram os "cabrões dos salsichas" e acabaram com o sonho, se bem que o Chelsea o tenha feito primeiro, anunciando a contratação do Scolari (podiam ter esperadado mais um cadinho). Enfim, sem bola, para animar, até a cerveja vai ficar nas prateleiras, mais os amendoins, os tremoços e os caracóis. E nem falo de futurismo na selecção, porque de repente a minha bola de cristal ficou muito escura, e não se vê nada... acho que está como o resto da nação... sem se perceber ver o que vem a seguir!


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Lavar as vistas...


(Matthew MacConaughey) (Matthew MacConaughey)

No outro dia, esqueci-me deste "menino loiro", que eu nem vou à bola com loiros, mas com este até ia à bola, à praia, ao centro comercial, restaurante, ... enfim, onde ele me levasse. Digam lá que até nem se importavam de ser aquela "cachorra" ali da imagem, hum, hum. E agora vou ali, dar uma volta e escolher uns cromos daqueles que animam os campos de futebol do Euro2008, se eu não voltar é porque fiquei lesionada das vistas...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Vale a pena...

Apesar de gostar muito de ler, confesso que não o faço tanto como gostaria. Não que os livros sejam caros, que são efectivamente, mas existem as bibliotecas municipais para alguma coisa, não, que não tenha tempo, para ler há sempre um espacinho no relógio atarefado, mas porque ultimamente me tenho desleixado neste campo. Estou a ler dois livros ao mesmo tempo, sendo que um deles já está há bastante tempo na mesa de cabeceira. O outro livro que estou a ler, relata a história de um fuzileiro americano no Iraque, e tudo o que fez para conseguir salvar um cachorro, que lhe apareceu um dia onde estavam acampados. A história não seria nada de surpreendente, não fosse o local onde se passa, bem como toda a situação envolvente, e todas as regras que os fuzileiros e soldados têm de respeitar. Segundo os regulamentos, nenhum soldado/fuzileiro pode adoptar, dar comer, criar qualquer laço afectivo com ninguém, ou mesmo com um animal, sob pena de as as emoções se sobreporem a toda a disciplina militar e acabarem por se tornarem vulneráveis e se desfocarem da missão militar que cumprem, podendo por perigo toda a unidade. No entanto, eles estão no Iraque após a invasão, e como é natural, algo que os vai fazer sair um pouco, ainda que em meio inóspito, daquela guerra constante, tem de ser escondido ainda para mais se estão a violar os regulamentos militares. Então o tenente Jay Copelman, relata toda a história desde que o cachorro apareceu, até o conseguir trazer para o seu país. Pelo meio, claro, vai contando toda a envolvência, quer emocional, quer em termos físicos do meio em que se encontram. Além de um relato emocional sobre a história do Lava ( o cachorro), temos uma visão da guerra um pouco mais abrangente que aquela que vemos nas notícias, com algumas histórias, e relatos das situações vividas dentro dos acampamentos, pelos soldados americanos, que nunca saberíamos de outro modo, que não, numa história contada por um soldado. Aconselho este livro, pela história do salvamento e pela visão desta guerra de doidos, que de outra forma não teríamos.


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Vamos por pontos...

  1. Sou viciada em internet,
  2. Sou viciada em internet,
  3. Sou viciada em internet,
  4. Sou viciada em internet,
  5. Sou viciada em internet,
  6. Estou furibunda da vida,
  7. Estou para lá de furibunda,
  8. Estou siderada, possessa de raiva,
  9. O Adsl sapo, mais o telefone fixo vão ser de vez trocados,
  10. Comigo não se brinca, a mim não gozam,
  11. Estou farta de pagar para ser mal servida,
  12. A reclamação segue para o acesso sapo, mais uma para a DECO, ah pois, porque já chega!
  13. Tudo o que é demais enjoa.
  14. Estou viciada, e não sei estar sem a internet.
  15. A Culpa não é minha, é da solidão, de estar desempregada, de não ter uma família de jeito, é deformação profissional, preciso disto para trabalhar...
  16. Preciso de tratamento, sob pena de acabar na casa amarela.