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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Um anjo visitou-me...

Não sei o que me espera nos próximos tempos. Consegui que uma parte do meu passado recente levasse um bilhete só de ida para o báu dos casos terminados. Consegui uma serenidade interior a nível emocional e afectivo que espero se mantenha por bom tempo. Não posso explicar o que aconteceu e que levou a este estado de alma, mas posso dizer que por vezes alguém nos dá a mão e nos leva sem pressas, por caminhos que nos conduzem onde deveríamos estar. Foi o que me aconteceu, e agradeço a quem me trouxe aqui. Um dia, talvez novamente noutra dimensão, voltaremos a dar a mão.
Dedico-te esta música, porque sabes que sim, gostava que estivesses aqui...



(gostei de ter caminhado a teu lado, e de ter tocado a tua mão, e sim devo ser louca, não me importa)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Para ouvir...

... em  alto som.




Hoje apetece-me ouvir esta banda, em alto som. (hoje e todos os dias...)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ha ha ha

Redução de salários no privado?

Trabalhar mais 30 minutos por dia?
Eliminação de feriados? (pontes, eu não sei o que são, aqui não se faz disso)
Os Srs. do FMI, sugerem tudo... e o cú lavado com água das malvas, não querem?
E que tal reduzir  primeiro o IVA, o preço dos alimentos, dos transportes, da renda da casa,  das coisas em geral? Só depois de reduzirem aí, eu aceito uma redução de ordenado.

Sou Multi-opções!

Se calhar ando a queixar-me à toa... afinal monotonia é o que eu não tenho no trabalho. Ele é limpezas, ele é ir para o parque debaixo de chuva torrencial, ele é ajudar no inventário do cliente, ele é substituir o ex-chefe no escritório. Falta saber se ainda me vão pedir que faça trabalho de mecânica e bate-chapas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Castigo...

A melhor de hoje nas minhas novas funções de empregada de limpezas? Ter de limpar com diluente o chão de uma sala de 3.5 x 3.5 mts, sem janela. E... imagine-se, a ideia original era que eu limpasse aquilo à mão, de joelhos, ou de cú para o ar sei lá. Bati o pé e recusei fazer isso esfregando à mão, e de joelhos, ou lá como raio estavam a pensar que eu ia fazer aquilo. Tive de o fazer, esfregando com a minha bota, sobre papel absorvente como se andasse a arrastar os pés. Resultado? Mesmo com a máscara que coloquei, parecia que tinha respirado ar de um congelador, agora estou com o pingo no nariz, e doem-me os "quartos traseiros" do esforço de andar a esfregar fazendo força com a base da anca e da bacia. A sala em questão, é uma sala onde se guardam restos de tintas automóveis já preparadas, e se lavam os objectos de preparação e aplicação das mesmas e do que me lembro desde que lá trabalho (40 meses) nunca foi limpa, para além de ser passada uma vassoura, e o chão já estava quase negro.
Eu mereço, só pode... para me inventarem trabalhos, porque não têm mais nada para eu fazer... não me bastou passar a limpar urinóis e sanitas, como ainda me inventam coisas descabidas para fazer.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Para não variar, voltou... a perseguir-me...

De vez em quando sou perseguida por um energúmeno que ficou atolado em 1998, e nunca mais de lá saiu. Usa técnicas manhosas e outras que tais para chegar aos objectivos. Para tal aventesma só tenho uma coisa a dizer: "_ Arranja uma vida, pacóvio!"

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Enganada, humilhada, maltratada.

Neste momento sinto-me humilhada, e nada fiz para isso. Após três anos e meio de dedicação à empresa, sou passada de cavalo para burro. Se comecei na limpeza de viaturas, e passei depois para os serviços administrativos da oficina, e depois para os serviços de entrada e expedição de viaturas, e nunca me mudaram a categoria no recibo de ordenado, já foi com deliberada intenção. Após a reestruturação da empresa, e os despedimentos, eu pensei que a minha vez chegaria, porque começou a faltar trabalho e a sobrar tempo aqui no departamento. Como renegociaram o ordenado do chefe, pensei que eu seria despedida. Não fui, mas a sensação de que não era viável eu continuar aqui, quando o trabalho mal dá para um, quanto mais para dois, foi-se acentuando dia para dia, e algumas vezes reflecti isso nos meus blogues. Pois hoje, foi o dia... Aproveitando que o chefe veio mais tarde, o administrador veio falar comigo sobre a decisão da empresa. Não me foi previamente perguntada a opinião, apenas me foi comunicada a decisão, HOJE a DOIS dias de me mudarem, com a conversa de que podemos ter opiniões diferentes e não concordar, mas que decidiram que como eu sou boa funcionária, como posso vir aqui substituir o chefe quando ele estiver de férias, mas como sou mulher e na oficina os homens não são bons a limpar as viaturas, falta lá aquele toque de perfeccionismo que eu tenho, volto para a limpeza de viaturas. Até aqui tudo bem, foi lá que comecei e até entendo a reestruturação. O pior veio depois... como não há neste momento quase nenhumas viaturas para limpar, e mandaram embora a empregada das limpezas, eu vou ficar encarregue de limpar as instalações da empresa e as casa de banho, neste caso as dos homens ( mulheres somos apenas duas, eu e a rapariga da facturação). Eu estive apenas 1 mês na limpeza de viaturas, no segundo mês fui substituir nas férias a rapariga do escritório da oficina, e já não me deixaram sair de lá, porque ela tinha o trabalho mal executado e atrasado. Há mais de 3 anos que estou nos serviços administrativos, e agora assim de chofre, passo a empregada da limpeza. Sinto-me humilhada, gozada. De modo nenhum sinto que estejam a dar valor ao meu profissionalismo e dedicação. Se fosse só voltar para a limpeza de viaturas, ainda entendia, aceitava na boa, mas transformarem isso em outra coisa, sem sequer me consultarem antes de decidirem, não aceito. Não vejo nenhum mal em ser-se empregado de limpezas, mas não é por obrigação que o aceito fazer. Não foi o trabalho que eu procurei quando vim para cá trabalhar. Uma coisa é eu procurar esse emprego por iniciativa própria, outra coisa, é transformarem três anos e tal de trabalho em despromoção, e fazerem de mim pau para toda a obra. Vou fazer limpezas, e se o chefe faltar ou for de férias, eu venho cá fazer o serviço dele, depois volto ao avental, luvas e esrfegona. NÃO. A conversa de que se a empresa melhorar, eu volto para aqui, porque estou dentro do serviço é história para boi dormir. A conversa de melhorar a empresa já não convence. É conversa com 2 anos, e nunca mudou para melhor, só piorou. A conversa de que há conversações de outros de negócios já tem  2 anos e nunca nada se concretizou. A conversa de novos clientes já tem 2 anos, e nunca aconteceram novos clientes, apenas serviços pontuais. Não acredito em milagres, muito menos no Pai Natal e no Coelhinho da Páscoa. Na actual conjuntura, acredito que o que está mau, vai piorar. Preferia mil vezes que me tivessem mandado embora com o primeiro grupo, que me manterem aqui para me humilharem desta maneira e obrigarem-me a tomar decisões muito difíceis. NÃO aceito. Eu devia ter sido consultada antes, e devia tre-me sido dada hipótese de negociar a saída como fizeram com os meus colegas que foram despedidos. Não, não me digam para ter Esperança, eu já não consigo. Vou ter de lhes comunicar que NÃO CONCORDO, e só aceito porque não me dão outra hipótese, e que vou procurar outro trabalho entretanto.  Sim, estou à procura de TRABALHO!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ficar em casa...


Está bom para os fabricantes e vendedores guarda-chuvas.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Já não há Portas a Bater...


E peguntava Jeroónimo Sousa do PCP, onde anda o Ministro Paulo Portas, que andava sempre blá, blá, blá, sobre tudo e mais alguma coisa,  e desde que saiu o Orçamento de Estado para 2012, nunca mais foi visto, nem abriu a boca...
Eu a isso tenho a dizer que Paulo Portas, "fechou-se............................ em copas...!!!"

e aqui entre nós, que ninguém nos ouve... está na Líbia, para o funeral de kaddafi... em solidariedade aos camelos, que ele trouxe quando cá esteve por altura da cimeira UE - África em 2010.



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Depois dos porcos e das galinhas, é a vez do...

Depois desta gripe, veio esta:

este ano, será outro bicho a causar a gripe, pelo menos para os portugueses:

Será este:
    
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Tenho para mim, que vamos ter gripe do coelho por muitos e longos anos...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Oh! Desókupa aí o espaço...


Como é normal nesta época e para não destoar dos restantes anos, os meus pulmões resolveram dar guarida a um monte de virús e bactérias, sem cobrar renda por isso. Expulsaram-me do meu corpo, e agora parece que ando aqui à volta a pairar na esperança que a porta se abra e eu me possa encaixar em mim novamente. A 1ª tentativa de encaixe no meu próprio corpo, foi feita no sábado com uma ida ao atendimento complementar do centro de saúde, e saldou-se no meu pedido para uma dose cavalar de penicilina, que normalmente é o que põe as bactérias com os cabelos em pé e a fugir a sete pés da minha garganta. Deve ter resultado, se bem que devem ter ficado algumas, mais corajosas, porque a coisa não está totalmente em condições, ainda há sensação de arrasto na garganta, e o hálito não voltou ao normal, logo, as danadas não se devem ter assustado e ficaram cá para vingança da expulsão das outras. Nos pulmões o festim é total, devem haver raves, disco-sound anos 80, festas de música electrónica e rock sinfónico a bombar o tempo todo. Não há rebuçado de mentol que me tire a voz de bagaço, nem mel com limão que me valha. O nariz está tratado com cetirizina, pois mais parecia uma torneira com a rosca moída, apertava, apertava, e se largava,  a qualquer momento desatava a correr água  em bica, e corria o risco que me fosse servir de tempero e de cair directamente dentro do tacho do jantar... Já devia estar habituada a estes okupas, pois é, a mesma treta todos os anos, pelo menos duas vezes, instalam-se a seu bel-prazer, e eu que me aguente, quem me manda ser fraca da garganta e dos pulmões, ter as defesas em baixo e beber 0,75 cl de água gelada antes de dormir, já para não deitar culpas também ao ar condicionado no trabalho. Já pedi uma ordem de restrição para bactérias e virús okupas, para o próximo ano em Março, mas quer-me parecer que o pedido virá recusado por falta de quórum por parte dos agentes da defesa envolvidos no processo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Quem quer contribuir?

Um fulano ao chegar à praça da portagem da Ponte 25 de Abril, constata que o trânsito está literalmente parado. Vê aproximar-se um indivíduo, carro a carro e a conversar com as pessoas, até que chega junto dele e lhe diz:


"_Está um gajo na entrada da ponte com o 1º Ministro atado de mãos e pés, e diz que se não lhe derem 100.000€, que lhe ateia fogo com gasolina, estamos a fazer uma colecta para ajudar."

O fulano pergunta:

"_Quanto é que cada um está a dar?"

O indivíduo responde:

"_Entre 4 e 5 litros cada um..."

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Intranquilizámo-nos...???

Hummm, e depois de fazer tudo com tranquilidade, eis, que surge agora a intranquilidade... pelo menos assim o disse o seleccionador nacional P. Bento, quando questionado pelo repórter N. Luz na conferência de imprensa ontem após o jogo com a Dinamarca. Depois assumiu a culpa na derrota, o que acho bem, é de louvar, muito poucos o fazem, se bem que os escolhidos não estejam de todo isentos de culpa, pois mais que do treinador a culpa é deles, porque são eles que estão dentro das quatro linhas e têm de dar o litro. No entanto a mentalidade portuguesa, que se viu em quase todo o lado, aquele pensar pequenino que tão bem define os portugueses, de que bastava um empate, como sempre acontece nestas alturas fez moça, e é o que se viu... vão aos play-off, e lá vamos andar a sofrer até à última, ou não fossemos nós os campeões do sofrer até ao fim...



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A ver vamos...

Após uma semana de férias, e bem longe da net, as novidades no trabalho não me parecem nada animadoras. Não sei que rumo a minha vida irá tomar, certamente irá ficar pior do que já está, e não sei até que ponto eu vou ser capaz de encaixar as cenas dos próximos capítulos. A ver vamos. Não sei até que ponto poderei sequer aceder ao blogue, porque em casa estou sem net, e nem sei quando voltarei a ter novamente. As coisas estão um bocado beras, e há que aprender a viver segundo os novos tempos. Profissionalmente parece-me que irei passar de cavalo para burro, é uma sensação que tenho, mas nestes casos costumo ter a sensação certa, foi o juntar de 1+1=2, e perceber o porquê de cenas anteriores noutros capítulos. Se contribui, para que assim fosse? Não, nem uma única vez. É a conjuntura, sempre a malvada da conjuntura... e eu a pagar de uma forma ou de outra a crise deste país. Só espero que descendo de cavalo para burro, não me queiram reduzir o ordenado também, porque aí, eu prefiro que me mandem embora. Tal como disse, a ver vamos...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Justiça à portuguesa...

Nem sei como ainda me espanto com certas notícias, afinal neste país tudo é possível. Não será de espantar que este ano tenham existido mais mortes por violência doméstica, que nos anos anteriores, e enquanto os tribunais continuarem a agir como nesta notícia, os números tenderão a piorar. Eu sei o que é esta violência, seja ela física ou psicológica. Também sei que depois da primeira, nunca mais há um STOP. Por mais pedidos de desculpa, por mais promessas de que nuca mais se repetirá, tudo será ainda pior. De cada vez, que se repete é sempre pior, e se damos luta, se ganhamos força e tentamos fazer frente, é mesmo pior. Eu ainda andava pela casa dos vintes, e consegui por termo ao pesadelo. As marcas, essas ficam para sempre, condicionam a vida futura em todos os aspectos, principalmente na parte dos afectos. O medo da repetição vai estar lá, sempre. Por mais que tentemos ignorar, vai saltar ao mais pequeno pormenor, ao minímo vislumbre de uma possível discussão, fica-se á espera de uma mão que vai voar em nossa direcção, de uma palavra que vai cravar no coração, uma dor tão atroz, que nos faz perder as forças. Nunca mais se é a mesma pessoa. Está em nós, mulheres ou homens, vítimas de violência, dar o primeiro passo para nos libertarmos. Quando não é possível, as coisas tendem a terminar mal, como neste caso. E depois os tribunais, que deviam de estar do lado das vítimas, acabam por estar do lado do agressor. Não entendo a justiça portuguesa, o que é preciso para que um caso como o da notícia seja considerado um caso de violência doméstica? Em muitos casos, decisões destas, acabaram por fazer com que os números das estatísticas disparassem no pior sentido... Pergunto eu, se a senhora vitima desta violência, for a casa do(a) Juiz, e lhe der com uma cadeira em cima, também não pode ser considerado violência, pois não? E se o ex-marido da senhora acabar por a matar, o(a) Juiz, também vai para a cadeia por cumplicidade no crime? Como pode a justiça, num caso destes aceitar que o agressor pague mais de multa, que da agressão à vitima? Caminhamos mesmo para a uma nova idade das trevas...