Pink Floyd - Whish You Were Here
Para quem viaja por mares longinquos...
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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sábado, 26 de janeiro de 2008
Gaivota

imagem retirada da internet
http://morze.deviantart.com/art/no-journey-s-end-40813640
O meu coração voou,
qual gaivota em liberdade,
numa busca por amor,
e de alguma felicidade.
Nessa busca me perdi,
nos olhos negros, que encontrei,
não mais soube de mim,
até que acordei.
Foi um sonho que vivi,
em teus braços ao luar,
era um amor bonito,
pena ter de acordar.
Do sonho, tudo guardo,
nada quero esquecer,
desse amor que vivemos,
desse amor que vivemos,
eterno até morrer.
Eras um marinheiro,
no mar está o teu coração,
apenas por ser ao mar,
eu perdoo essa traição.
À beira mar estarei,
se quiseres regressar
como farol que te guia,
não cansarei de esperar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Epá, onde estás?
Bem, muito sinceramente acho que o meu cérebro resolveu ir de férias e não me avisou. Vou por-lhe um processo disciplinar, isto não se faz! Estou farta de procurar, e a cavidade cerebral está vazia. Ainda pensei que fosse uma ausência momentânea, mas encontrei uma nota, onde me dizia que andava cansado, ia de férias, depois falávamos. Que é que uma gaja faz? Sacana, não tem trabalho, não tem casa, nem família para governar e ainda se dá ao luxo de tirar férias... e eu fiquei aqui, sem cérebro para me ajudar a escrever qualquer coisa de jeito, e sem ele não posso ir de férias. Ao menos que tivesse avisado e íamos de férias os dois. Não se livra de um processo disciplinar, e depois vai ser obrigado a trabalhar o dobro pelo tempo que andou por aí a vadiar sem mim. Agora que começo novamente a pensar mudar para o sapo, e precisava da ajuda dele para me decidir é que o gajo dá de frosques, isto francamente, uma gaja já nem pode contar com o próprio cérebro. E depois há uns sapinhos tão giros a chamar por mim, ai, mas e as imagens, sei que aquilo por lá é mais complicado que aqui no blogger. Bem, parece que vou ter de me governar sem ele, até o danado resolver voltar ao local de onde não deveria ter saído sem ordem minha e sem a minha companhia... se calhar não sou boa companhia e ainda não dei por isso. Depois pergunto-lhe.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Chegaram...
Os terroristas chegaram, e instalaram-se cá em casa. Ainda por cima com uma guerra biológica. Já contaminaram três habitantes desta casa! Eu sou uma delas! Não páro de espirrar, estou ranhosa, e quase sem nariz. As outras duas estão piores, pois já quase que iam ficando sem pulmões, de tanto tossirem. Agora digam lá se isto não é terrorismo puro e duro! Este ano, eu ainda não tinha sido apanhada pelos vírus, estava a passar despercebida no meio deles, mas tinham de vir estes terroristas para me contaminarem. Ainda por cima os gajos são feios. Arre chiça penico, que uma gaja, não pode passar um Inverno sossegado e em Paz. Isto deve ser complot das fábricas de transformação de papel para venderem mais lenços. E como não é higiénico usar os de pano, lá andamos nós a gastar papel à vara larga de cada vez que sai um espirro, de cada vez que o pingo desata a correr pelo nariz fazendo cócegas. Ai que vida esta. E eu armada em super-gaja imune aos vírus, quando os outros se queixavam, sou apanhada na minha própria casa, já não se pode confiar em ninguém, nem naqueles que partilham o nosso dia a dia.
Caricias

Quando tuas,
e minhas mãos
acariciam nossos corpos,
ardemos de desejos intensos,
e cativantes para nossas mentes
E o gozo que nos deixa tal gesto,
só os Deuses do Olimpo lá saberão
E num prazer contínuo,
ficamos em êxtase deliciados
por sublime momento,
e que nunca acabe como desejamos
E o final chega, como chega sempre
como um poema romântico
Que termina em nossas caricias
penetrantes
Atingindo um clímax,
por nós sempre sonhado
em noites que duravam, duravam,
até à brisa fresca da manhã
Poema de Fernando Ramos
(Retirado da internet)
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Esqueçam o terrorismo...
Encontrei isto, quando andava à procura da música eu vi um sapo, porque me andava a bater na cabeça! Façam favor de mandar as crianças para outra sala, porque não deverão ver esta cena...
Sempre irreverente Cocas, e a volta que se pode dar a uma publicidade.
Sempre irreverente Cocas, e a volta que se pode dar a uma publicidade.
domingo, 20 de janeiro de 2008
Homem ideal
Somos uns valentões

Os serviços secretos espanhóis prenderam ao que parece um bando de 12 terroristas(10 paquistaneses e 2 indianos) e alertaram os serviços secretos portugueses sobre a hipótese de estarem a congeminar um atentado para Portugal, e para esta semana, pelo que disseram nas notícias. As medidas tomadas foram ao que parece mínimas, há uma referência a 2 paquistaneses que poderão estar entre nós ( passaportes falsos, não devem contar, nas vistorias, e de Espanha para cá nem as fronteiras estão abertas nem nada, lol) e não é para menos, alarmismos para quê? Somos uns valentões não temos medo de nada, nem ninguém, nem do Bin Laden( eu não tenho, a minha sobrinha é filha dele, lol).
Eles que venham! Quantos são? Quantos são?
Somos tão pequeninos, eles lá se lembram de nós, que impacto internacional teria um atentado no nosso pequeno e mal governado país? Não sei até que ponto, pode ser verdade, no entanto se fosse a vós não ia para sítios com muita gente, não passava nas pontes, não andava no comboio da Fertagus na ponte, não andava de avião, etc e tal, just in case....Que cena meu..., ups esquecia-me que grande parte da aviação civil passa por cima da minha casa, ai que é desta...
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Mar distante...

Ando á deriva, perdida, num mar distante de ti!
Ando à procura num mar imenso, de um amor que perdi!
Desse mar que te levou, só o nome eu sei,
Atlântico azul e grandioso, para sempre lamentarei.
Cada dia nesse mar, uma dor profunda me arrasta,
lembro o teu sorriso, mas isso, não basta!
Ausência de ti, tomo consciência de mim,
nada sou no mundo, porque tem de ser assim?
Perguntas que se arrastam, nesta imensa solidão,
vida cruel, que me matas do coração!
Ao mar faço pedidos, que seja calmo e pacífico,
para que regresses seguro, de sorriso magnífico.
Perdido para sempre, dentro do meu coração viverás,
que o teu sonhos se realizem, onde quer que Vaz.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
O país está louco, ou seremos nós?
Co-incineração num parque natural;
leis que protegem pedófilos, agressores, assassinos, e outros que tais;
raptos de crianças a toda a hora;
ordenados de caca, para quem trabalha, e de luxo para quem mal governa;
urgências hospitalares que fecham;
não há médicos nos hospitais que ficam a funcionar, nem nos centros de saúde;
anos de espera por cirurgias que eram para ontem;
falta de trabalho, mas, muita gente que não quer trabalhar;
rendimento de inserção a quem nada produz para o país, à conta dos nossos descontos;
abono a triplicar para os mesmos do rendimento de inserção porque são esses que tem tempo para se multiplicarem à dúzia como os ratos;
desgovernantes que cada vez mais desgovernam;
Afinal para onde vai este Portugal? Que me chamem o que quiserem, mas eu sozinha não consigo lutar contra a maré, mas não posso deixar de me revoltar com tudo isto, afinal o meu pai passou por muito antes do 25 de Abril, e foi para nos libertarmos de um regime opressor que o mesmo se deu, e hoje isto está de pernas para o ar! O pior é que gente como os que lutaram para o 25 de Abril, já não há, hoje é o deixa andar, que amanhã logo se vê. Ainda dizemos que não somos geração rasca... então bora lá mudar isto.
leis que protegem pedófilos, agressores, assassinos, e outros que tais;
raptos de crianças a toda a hora;
ordenados de caca, para quem trabalha, e de luxo para quem mal governa;
urgências hospitalares que fecham;
não há médicos nos hospitais que ficam a funcionar, nem nos centros de saúde;
anos de espera por cirurgias que eram para ontem;
falta de trabalho, mas, muita gente que não quer trabalhar;
rendimento de inserção a quem nada produz para o país, à conta dos nossos descontos;
abono a triplicar para os mesmos do rendimento de inserção porque são esses que tem tempo para se multiplicarem à dúzia como os ratos;
desgovernantes que cada vez mais desgovernam;
Afinal para onde vai este Portugal? Que me chamem o que quiserem, mas eu sozinha não consigo lutar contra a maré, mas não posso deixar de me revoltar com tudo isto, afinal o meu pai passou por muito antes do 25 de Abril, e foi para nos libertarmos de um regime opressor que o mesmo se deu, e hoje isto está de pernas para o ar! O pior é que gente como os que lutaram para o 25 de Abril, já não há, hoje é o deixa andar, que amanhã logo se vê. Ainda dizemos que não somos geração rasca... então bora lá mudar isto.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Eu quero, e pronto!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Não quero que te constipes
A tarde estava fria, uma chuva miudinha teimava em cair. Entraram em casa, já com a roupa e o cabelo molhados. _Toma. - diz-lhe ele estendendo uma toalha. _Seca o teu cabelo, pelo menos!
_Obrigado! Vou ficar constipada. - responde-lhe ela ao mesmo tempo que estende a mão para pegar na toalha.Tocam-se, e como que atraída por um híman, ela dá por si, com o rosto quase colado ao dele.
_ Não quero que te constipes. - diz-lhe ele ao mesmo tempo que a abraça. Os corações de ambos batem a um ritmo acelerado. Ele olha-a nos olhos e um beijo une-os, num longo momento que apenas acabará muito tempo depois. Puxa-lhe a camisola, desnudando-a. Ela está assustada, não sabe se foge ou se fica e se deixa levar. Um desejo súbito invade-a e puxa-lhe a camisa enquanto lhe beija o pescoço. Sente as pernas tremerem. Ele pega-a ao colo, e leva-a até á banheira. Abre a água, enquanto os beijos são cada vez mais quentes, sentem a urgência daquele momento apoderar-se de ambos. A roupa já está no chão, ele pega-lhe e entram para debaixo do chuveiro. As mãos dele percorrem o corpo dela, os seus lábios param nos mamilos erectos que clamam por mais. Ela sente-se elevar e é encostada á parede. A sensação que obtém, é indescritível, o frio da parede em contraste com o calor do corpo dele encostado ao dela, e da água quente, deixa-na louca de desejo. Sente-o penetrar dentro de si, e põe as pernas de volta da cintura dele. Aquele momento, ela deseja que não acabe. A união dos dois corpos é perfeita, ela aperta-o dentro de si, e ambos se sentem chegar ao derradeiro momento final. Beijam-se prolongadamente.
_ Um banho quente, é sempre bom quando nos molhamos, à chuva. Não quero que te constipes! - diz-lhe ele. Ela sorriu, sorriu como nunca tinha sorrido antes.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Veneno
A noite chegou, tudo cobriu com o seu negro manto!O meu coração precipita-se, numa correria louca,
batendo descompassadamente. Nada do que existe
à minha volta, tem siginificado. As pessoas, que vagueiam
pela casa, nada me dizem, são como estranhos.
Sinto um vazio, um calafrio percorre o meu singelo corpo!
Sinto o sabor do veneno que tentas vezes me falaram.
A solidão mata! Agora sei! Morro cada dia, um pouco!
A falta de um sorriso, um toque suave, um beijo trocado
como prenúncio de uma louca noite de amor.
E a noite é tão longa, como longa é a minha solidão
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
SOS
Ao pessoal que assaltou um armazém, de uma pedreira lá para cima, na zona de Bragança(se não me engano), entrem em contacto comigo via e-mail por favor. Estou na disposição de negociar uma barras de dinamite, fio condutor e material afim. Isto se a intenção que tiveram, foi dar outra utilização, que não seja largar isso em S. Bento. Porque se foi com essa intenção, não será necessário o contacto e desde já agradeço em nome de grande parte da população descontente com os "habitués residentes em horário de expediente"( tenho as minha dúvidas????) do referido local.
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