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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Hummm, ele ande aí...

Tenho a sensação que sua senhoria S. Pedro, andou por estas bandas...
...as cápsulas da encomenda estavam em cima da mesa da cozinha quando cheguei, (o sr. Fiúza deve ter feito das tripas coração e veio de V. Franca até aqui para deixar esta encomenda...) e lá fora... ui lá fora... ainda me preparei toda para as fotos, mas afinal os flashes eram as trovoadas da esquerda, direita, meia-esquerda, meia-direita, frente, trás, meia... enfim de todas as direcções... Daqui não levou nem uma cápsula vazia, porque eu saí e quando voltei estavam cá todas, tanto as novas, como as já degustadas... Já sua senhoria, teve de ir chatear para outro, talvez para perto do Jorge C. lá para as terras de Tio Sam.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tou doida...

Quando levamos uma garrafa de água para junto da cabeceira para beber durante a noite, e depois não bebemos, para poupar, porque o tempo tem uma cor de trovoada e achamos que a terra vai tremer, e que nos vamos enfiar debaixo da cama com a garrafa como companhia, é porque difinitivamente estamos a precisar de consultar um psiquiatra... ou então já é calor a mais na moleirinha...
Afinal quando é que chove?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A trovoada

Eu tenho sorte de viver num "cabeço", quando a água chegar à minha casa, já os meus vizinhos se estarão a afogar ( não é tanto, mas quase). No entanto por aqui a água galgou a estrada em vários lados, alagou as terras e numa quinta de uns amigos fez bastantes estragos, entrando em casa deles, do caseiro, inundou as casa onde haviam galinhas e muitas... enfim, só os patos estavam nas suas sete quintas felizes da vida numa super piscina. Eu ia a passar na estrada quando me lembrei que esta quinta mete água nestas situações, olhei e vi tudo debaixo de água e o caseiro de mãos na cabeça, sem aaber o que fazer. O senhor é de romeno, estava aflito e só me dizia tudo é morto, eu choro muito, não sei que fazer, aconteceu em 10 minutos... Vim a casa telefonar à senhora da quinta e voltei lá para ver o que podia fazer. Não fui de modas, meti-me na água, bem acima dos joelhos... e comecei a abrir portas e a retirar as galinhas, algumas estavam nos poleiros, mas algumas andavam na água a flutuar ainda vivas. Salvei tudo o que pude, mas algumas galinhas não tiveram tanta sorte, ou se afogaram ou morreram de hipotermia, fiquei arrasada, custou-me tanto ver os animais assim. A água estava gelada, deixei de sentir os pés e pernas e perdi as forças, mas segurei-me e aguentei até finalizar a minha missão. A senhora tem uma vala que passa na quinta toda murada e desimpedida, mas as pessoas que estão nos terrenos a seguir, não tem a vala murada e também não limpam, logo a água não passa, começa a ficar retida nesta quinta. Os vizinhos como não tem casa naqueles terrenos, estão-se a marimbar, a senhora por vezes paga a uma recta-escavadora para que limpe os terrenos dos vizinhos por forma a desimpedir a vala, para que isto não se repita, mas não pode andar sempre a limpar o terreno dos outros. Não tem conta as vezes que isto lhe acontece...
Tenho um problema semelhante num terreno que tenho, mas aí só tenho mesmo o terreno que fica alagado porque os vizinhos de baixo não abrem, nem limpam a vala. Um dia faço queixa porque é uma vala inscrita no mapa, tem de ser mantida nas devidas condições para permitir o escoamento das águas em excesso.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Trovoada, novamente.

Não parece, mas, é uma foto da trovoada de hoje. Pois é, andei na rua a tentar fotografar os relâmpagos, lol. Não consegui grande coisa, afinal a velocidade da luz é a velocidade da luz... e a minha máquina é em velocidade "digital", o que inviabiliza qualquer tentativa de captar qualquer coisa rápida. A única coisa boa disto, é que, eram várias trovoadas em simultâneo, o que me permitiu ver um fenómeno muito bonito, e deveras impressionante. O céu iluminava-se por completo, os raios rasgavam o escuro da noite em várias direcções, e parecia rasgar-se por cima da minha cabeça. Eram trovoadas secas, ou não... porque começaram a ficar próximas, e eu vim para casa por respeito a tão grande poder da natureza e desatou a chover de seguida. A única certeza? Não vou desistir ainda de fotografar um relâmpago a rasgar o ceú.

Não são imagens perfeitas, mas são as possiveis. tendo em conta as limitações que tenho, com uma máquina digital, que demora sempre um pouco a fazer o disparo, depois de carregar no botão, lol. É interessante ver como o céu se ilumina, com cores diferentes, consoante, as nuvens estejam mais ou menos escuras, o dia a finalizar e a noite a aproximar-se. :)

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A chuva

Estou sempre a jurar que me deito cedo, mas, não consigo. Já era para ter ido para a cama a estas horas. Não só não tenho sono, como não tenho a miníma vontade de ir trabalhar amanhã, por saber que vou para o desemprego, e porque simplesmente estou saturada de acordar ás 5.30h, para nada. Eu sou meio morcega, gosto da noite, ou melhor, sou gata. Nome de gata: Xana, olhos de gata: azuis, e signo chinês de gata: Tigre, portanto a noite é minha amiga. Só me faltam os telhados, lol.
Bem , mas este post é para falar do tempo lá fora. Desde ontem que de noite está de trovoada. Para muitos, não é nada bom, para mim é algo que podia ser fixe, e só não é porque não tenho mais aquela pessoa para partilhar a noite. Sinto a falta dessa companhia, nestas noites chuvosas( e nas outras também). É tão bom estar enroscada, debaixo do lençol, com quem amamos, a ouvir a chuva bater nas janelas, e a trovoada a ressoar com voz grossa. A trovoada continua a ressoar lá fora, e eu vou continuar sozinha....