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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sem papel de 25 linhas...

...venho pedir através do meu blog, autorização dos meus conhecidos bloguistas e leitores para dar uma tareia no Sapo... OK, o meu blog, não está alojado na casa dele, mas apenas por questões de colocação de imagens. A minha net é Sapo, pago todos os meses certinho e direitinho. Há uns meses veio dizer que tinha aumentado a velocidade da net, pelo mesmo preço. Claro que fiquei agradecida. Notei qualquer coisita, mas nada de muito diferente, ok, desde que não diminuisse a velicidade ou aumentasse a mensalidade, tudo bem. Agora de há uns tempos para cá, ando com quebras de velocidade, dificuldades em fazer alguns comentários, não consigo ver as actualizações de alguns blogs no próprio dia, grrrr. Enfim, ainda não questionei esta situação. Hoje recebo novo mail, dizendo que a velocidade foi aumentada, e a mensalidade mantem-se. Agradecida novamente, mas ainda não vi grande coisa... Parece-me que fazer comentários... escrevo, escrevo faço enviar, e puft, foi um ar que se lhe deu. Epá, eu costumo escrever alguns testamentos e ficar a ver navios... ( ok até há por aí um certo navio, que eu não me importava de avistar, mas isso é outra história). Algumas vezes faço "copy", não vá o Sapo aparvalhar, mas pá, parto do princípio que devo confiar neste malandro verdinho que vive a assapar por todo o lado, mas que por aqui tem "assapado" assim meio intermitente. Oh Sapo vê lá se atinas, porque eu se me "passo da marmita", ainda faço um cozinhado contigo...
Posso bater no Sapo, ou, nem por isso? Estou autorizada?
Provavelmente a equipa "espiã" do ser verdusco amanhã vem dar-me nas orelhas, é que isto não pode ser só, convidar a mudar quando manifestamos no nosso blog que estamos a pensar em morar num apartamento novo nos condominios super blog do sapo...
Portanto sem papel de 25 linhas, o requerimento está no local, posso bater no sapo?
Ainda por cima no blogger não consigo utilizar o corrector ortográfico há uns dias... ai que eu... grrr...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Batida

Bem, não estou melhor, lá vai mais uma fatia do bolo que já está quase a dar as últimas.
No entanto esta batida, este som não me têm saído da cabeça de há uns dias para cá.
Aqui fica, curtam aí...

The Muppet Show - Mahna Mahna



curtido, mas nem assim eu melhoro... e para piorar o sol anda-se a esconder...

Ananás...



Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe! Depois da bonança vem sempre a tempestade. Não é assim? Para mim é, por isso, já que estou mal, vou-me encharcar num belo bolo de ananás que eu fiz esta tarde. Não respondo a encomendas, depois quando passar a neura, daqui por um longo tempo, eu ponho a receita, mas agora, não. Estou na mó de baixo... f------, quando penso que estou um passo à frente, constato que estou dois atrás. Eu necessitada de respostas que não obtenho, tenho perguntas que jamais terão resposta, muita coisas que não entendo. É loucura. Porquê?
Bolo de ananás, vou-te comer, vou-te comer! Que se lixe, eu não engordo mesmo. Vou-me empanturrar até me enfartar.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Quem escorrega...

Hoje enquanto saltitava de canal em canal na televisão, parei no jogo de futebol. Reparei que os jogadores passam metade do tempo a cuspir para o chão. Será por isso, que, quando caem na maior parte das vezes vão de "carrinho"?

You make my day

Bem o que é que dizemos quando somos premiados? Fazemos um discurso? Eu até seria capaz, mas não quero que abandonem já o estaminé, os discursos põe o pessoal a dormir, e por isso fico-me pelo Muito Obrigado à amiga M, que me presenteou com um miminho "you make my day".



"Dê este prémio a 10 pessoas cujos blogs lhe tragam alegria e inspiração e a façam sentir feliz na blogosfera. Avise-as postando um comentário nos seus respectivos blogs, para elas o poderem passar. Atenção poderás receber o prémio várias vezes."


Bem, eu não o vou passar directamente a nenhum blog, mas a todos os que leio diariamente, e que são os que estão do lado direito em outros olhares, até porque não quero deixar ninguém de fora, pois eu passo por "casa" deles todos os dias. Este prémio é para todos vós que fazem parte do meu mundo no ciberespaço.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Como eu gosto de notícias...


A força aérea israelita deu um fornecimento de viagra aos seu pilotos. Segundo um estudo realizado, este comprimido azul é óptimo para que consigam aguentar as altitudes por mais tempo. Hi, hi, hi, anda meio mundo a pensar que o comprimido é para manter qualquer coisa empinada, e afinal é para fazer voar. É melhor que Red Bull, não dá asas, mas mantem a voar, lol.
Se calhar é por isso que anda aí tanta gente insatisfeita, e outros tantos em altos voos.

Posso entrar?

Quero perceber e não consigo! Tento e não encontro uma resposta! O que te levou até ali de novo? Não deixaste um sinal, uma forma de perceber, o porquê da tua nova chegada qual princípe errante, a pedir socorro, mas que não deixa que o socorram. Eu quero partir para o socorro, ser bombeiro, e tratar as feridas que parecem dilacerar os dias que a ausência corrói mais e mais. Quero abrandar os ventos frios que te congelam o sorriso, matar a tristeza que te tolda o olhar, ser o calor que te fará voltar! Não és um princípe errante, és tão somente um princípe arrebatador de almas! Arrebatas as almas que tocas com teu o olhar. Aprisionaste-me com um simples olhar. Fiquei refém de ti para um tempo que só Deus sabe. Partiste, fiz-te partir, não sei... Mas de novo me tocaste, agora sem um olhar. E eu refém de ti, perdida na tristeza do teu olhar, quero entrar nesse mundo para te resgatar de ventos frios, dos portos em que te abrigas, fazer o sol brilhar. Deixa-me entrar, ser o teu porto de abrigo!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O elvador do desejo...

Olhou o relógio, eram 23 horas, horas de acabarem a visita, mais que duas horas depois do jantar, as visitas começam a ser aborrecidas e eles não queriam tornar-se aborrecidos para a amiga. Despediram-se com a promessa de que o próximo jantar seria na casa deles, por entre gargalhadas duma noite bastante divertida.
Chamaram o elevador, que levou o seu tempo até chegar ao último andar, ainda entre gargalhadas com os amigos que aguardavam com eles. Na brincadeira a amiga diz-lhe que não se pusessem com brincadeiras libidinosas no elevador, que aquele era um edifício familiar… ela riu, mas no seu pensamento já estava o próximo momento quente da noite. Era um edifício com muitos andares, mas mesmo assim, o tempo de que ia dispor não seria um aliado, estes pensamentos passaram tão rápido na cabeça dela, tinha de haver outra solução, mas logo via. O elevador chegou, despediram-se dos amigos e entraram naquele espaço que não era assim muito grande, mas seria perfeito para o culminar de mais uma das suas loucas aventuras a dois. Mal a porta se fechou, lançou-se sobre ele, beijando-o loucamente as mãos dela percorreram o corpo dele, sem pararem até lhe ter aberto as calças. Nesse momento, ele tentou abrandá-la, disse-lhe que não ia haver tempo. Ela num rasgo de pensamento olhou para os comandos e travou e elevador entre dois pisos, dizendo que era agora ou nunca. Ele já estava toldado de desejo, tanto quanto ela, a adrenalina de ambos estava ao máximo. A mão dela, acabou de desapertar as calças dele, chegando-a de encontro ao seu centro de prazer , e percebeu que ele queria tanto como ela. Voltando-se de costas para ele, inclinou-se para a frente, deixando ao seu dispor os seus quadris bem delineados, ele levantou a curta saia que lhe cobria as nádegas, e percebeu que ela tinha planeado este momento, não trazendo lingerie vestida. Ela pediu-lhe com a voz embargada para que a possuísse já. Não precisou de segunda ordem para o fazer, tomou posse dela, e ela sentiu todo o seu poder de homem viril penetrar dentro dela como era seu desejo. Rapidamente chegaram ao culminar do desejo, que os tinha metido naquela loucura. Libertando toda a energia que percorria os corpos de ambos, ela naõ conseguiu conter um sonoro gemido, que se devia ter ouvido nos dois andares em que estavam entalados. Ela baixou a saia, e ele ainda apertava as calças, quando ouviram vozes e sentiram estremecer o elevador. Abraçaram-se e um longo beijo foi o culminar de um momento tão alucinado, como tantos outros que já tinha vivido em outras aventuras. O elevador parou no andar de baixo, e um casal na casa dos 70 anos entrou. Eles entreolharam-se e sorriram ao pensarem se o casal tivesse chamado o elevador dois minutos antes…

Caminhos...


Imagem retirada de
http://www.pedromfonseca.net/wordpress/?tag=cabo_roca

Nos caminhos que trilhei,
Nem sempre o sol brilhou,
E nas escuras noites,
Uma luz se firmou,
Qual farol orientador,
Um sorriso alcancei,
Os dia ganharam cor,
A cor que sonhei.
A energia faltou,
A luz se esmoreceu,
O sorriso se apagou,
A cor desapareceu.
No mar fui procurar,
A luz e a cor que perdi,
Uma gaivota a pairar,
Me falou de ti.
Disse que o mar te levou,
Num barco dourado,
Para longe de tudo,
Num sonho desejado.
Um sorriso se acendeu
No meu rosto apagado
Um nova luz brilhou,
Ao ver teu sonho realizado.
A gaivota a voar partiu,
Levando o poema que lhe dei,
Escrito pela minha mão,
Dizendo para sempre te amarei.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

curto mas trapalhão...



lololol...

Trapalhão....

tem mais graça...





Dreaming....

Ela entrou no quarto, e começou lentamente a despir a camisola. Ele assomou à porta, e observou o gesto, vendo a pele de seda que tão bem conhecia. Aproximou-se, e pegou-a pela cintura, dando-lhe um beijo carinhoso no pescoço. Ela arrepiou-se, como sempre se arrepiava com aqueles beijos quentes. As mãos dele começaram a desapertar a lingerie que lhe cobria os seios firmes. Ela voltou-se e dando-lhe um beijo, começou a desabotoar os botões da camisa um por um, demorando, como sempre fazia para abrandar a urgência dos sentidos de ambos. O restante da roupa de ambos foi caindo lentamente no chão, entre beijos longos e demorados. Ele pegou-lhe ao colo, ela enrolou as suas pernas na cintura dele, e ele alojou-a de encontro ao que ambos, já há muito desejavam ardentemente. Sentou-se na beira da cama, com ela totalmente enrolada na sua cintura, entre beijos, as mãos de ambos deslizavam pelos corpos que libertavam toda o calor daquele momento. Os movimentos de anca dela faziam-no delirar, movimentos que ele tão bem conhecia. O momento era de intenso prazer, ambos sabiam o que fazia cada um tremer de prazer e emoção, e aquele era sem dúvida um deles. O momento prolongou-se por bastante tempo, por entre beijos rápidos e outros bastante quentes, por entre mãos que acariciavam aqueles corpos sedentos um do outro, por entre movimentos de ancas que culminaram muito tempo depois no desfalecer dos dois corpos suados, mas satisfeitos do desejo que ambos sentiam um pelo outro. Ela adorava o sorriso dele sempre que faziam amor, e olhava-o nos olhos, a vontade de lhe dizer Amo-te, mas a palavra morreu num beijo carinhoso, que ela lhe deu. Oportunidades não iam faltar, pois iriam repetir-se. Subitamente começa a ouvir as notícias, abriu os olhos, e disse raios e coriscos. Eram 7 horas, o despertador acabara de a acordar, tudo não tinha passado de um sonho, um sonho do qual nunca gostaria de ser acordada, porque ali, nos sonhos ela era o amor dele.

Vai sair m.....

Hoje nas noticias mais uma vez, se falou que o patronato quer despedimentos mais fáceis, e pagar menos pelas indemnizações. E enrabar o pessoal literalmente, não? É que pelo andar da coisa, deve ser a próxima reinvindicação do patronato. Isto já está bom de trabalho, já se despede por nada, foge-se a pagar em condições, ainda querem piorar a coisa para quem trabalha... só falta mesmo quererem... Bem vindos à parvónia...
Eu disse que ia sair m----.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sorrir



Porque há pessoas, que nesta vida, conseguem fazer-nos sorrir, quando os dias estão cinzentos! O meu obrigado a quem hoje conseguiu fazer-me sorrir.


Uma música, que eu gosto, e que hoje condiz com o meu estado de alma.


Sou como um rio - Delfins

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Acertar ponteiros

Diz-se aqui neste canto de terra onde vivo que quando olhamos para as horas e os ponteiros do relógio se estão a "galar" ( xiii palavrinha xunga, para dizer que estão um mesmo em cima do outro), que o nosso amor está a pensar em nós. Então isto significa que o meu amor pensa em mim assim tantas vezes? É que tem dias que em quase todas as vezes que olho as horas, os danados estão in love. Isto se eu tivesse um amor... quer dizer eu tenho, ele é que não me tem a mim como amor... Portanto povo inculto, isso são balelas. E como eu queria que não fossem.