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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Horas de sono e anonimato...


A minha veia criativa deu de frosques. Não, não foi de férias, fosse isso e eu não me preocupava. Outras razões existem para que eu não consiga exprimir por texto tudo aquilo que sempre fiz, brincar com as palavras. O anonimato que antes tinha, era uma grande fonte de rendimento inspirativo, mas agora... já nada é como foi. Agora, há um travão em mim, há um travão no meu raciocínio, uma escolha criteriosa das palavras, porque a interpretação que delas for feita, pode ser usada contra mim, e certamente é. Valem-me as horas de sono, que nelas posso ser livre, voar por onde bem entender e usar as palavras a meu bel-prazer, tocando quem me fizer sorrir. Nas horas de sono, sou muitas outras coisas, sou mulher, e sou pássaro, ou sou gata e vagueio nos telhados em busca da lua cheia. Nas horas do sono, posso ir onde quiser em pouco tempo, e voltar e tornar a ir para outro lado apenas numa única noite. Nas horas de sono posso colher frutos das árvores, sem o dono saber e comê-los como um manjar divino, partilhá-los às escondidas e saboreá-los numa doce troca de olhares com um desconhecido de ar matreiro.

Já nada é igual, neste meu espaço, mas vou tentar não esmorecer, não deixar que a descoberta do meu eu, e a descoberta de um certo segredo que era este pedaço de mundo anónimo, me levem para longe do propósito que me trouxe até aqui, deixar por palavras tudo o que um simples neurónio solitário, congemina durante um dia, ou uma noite, depende do tempo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Ego em alta.

Pois é, este fim de semana, serviu para que o meu ego tenha subido em flecha!
Sábado jantar de gajas, convidada pela minha melhor amiga. Era um jantar marcado há imenso tempo, que a vida fez questão de adiar, mas que ontem aconteceu. Como é da praxe há sempre alguém que á última hora se desmarca, obriga a alterações de planos, mas no final, tudo se resolve a lá fomos. Depois do jantar, bar, depois do bar, dançar. Há que tempos que não o fazia, sinceramente achei que até iria trocar os pés, e dar espectáculo (pelo pior claro). Mas isto quem sabe sabe, nunca esquece, e eu que adoro dançar, claro está, não podia fazer figuras tristes. Saí-me muito bem, sim claro, sou uma dançarina profissional. Depois, é daquelas alturas em que os 30 nos fazem ver que estamos em boa forma, que somos mulheres, e claro quando nos sentimos bem, isso reflecte-se de forma positiva. Há imenso tempo que não "brincava", com as trocas de olhares, com os suaves roçar de braços. Enfim, sentir os olhares atrevidos dos homens faz-nos sentir vivas, e perceber que há um longo caminho com muitas surpresas, que só depende de mim, escolher aquelas que podem trazer alegria.
Hoje lá resolvi aceitar um convite pendente de um amigo, bem mais novo, e lá fui tomar um sumo, com ele. Ok, não é que o moço, me anda a fazer a corte? Que faço eu, da vida? Claro que isso eleva o ego a uma gaja, seria parvoíce não o admitir, mas não quero que ele acabe por se magoar, eu não o vejo para além de uma boa amizade, que nem quero que seja colorida como sugeriu. Não estou para aí virada, e nem o rapaz se encaixa no perfil de um possível namorado, porque simplesmente não há aquele click, não há chama, ou algo que se pareça. Apenas o vejo como isso mesmo, um amigo. E para mim as amizades são algo sagrado, não são para serem estragadas por algo que há partida não tem por onde começar. Se tivesse que haver algum clique, teria havido quando nos conhecemos, e quando isso não me acontece, já não há hipótese de acontecer. E como tem sido óbvio em alguns posts, não é tão cedo que me vou apaixonar novamente. Além de que quando eu "encasqueto" que não, é melhor desistirem, porque os meus não tem carácter definitivo. Mas lá que eleva o ego, isso sim. Sinto-me com power para arrasar na próxima vez que sair de casa, vai ser vê-los a tombar uns atrás dos outros, lol. E vivam as mulheres de 30 e...

sábado, 10 de novembro de 2007

Meia Noite

Meia noite - Hora do crime: abre-se a janela, ouve-se um grito:

Oh Maria! Traz o penico!