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domingo, 19 de julho de 2009

Condição...


Mulher...

Sim sou mulher.

Sou mulher igual a tantas outras, e diferente de muitas mais.

Sou mulher igual a mim mesma.

Sou mulher que chora, que ri.

Sou mulher que ora luta para viver, ora se deixa abater, desistindo sequer de sorrir.

Sou mulher que fica feliz com o sorriso de uma criança.

Sou mulher que chora com o sofrimento de outros.

Sou mulher que vive com esperança de um mundo melhor.

Sou mulher que simplesmente sofre por que a fazem sofrer.

Sou mulher que se levanta quando cai, e limpa as feridas para seguir em frente.

Sou mulher que ama com intensidade.

Sou mulher que deseja.

Sou mulher que odeia quando é preciso.

Sou mulher feliz apesar dos pontapés da vida.

Sou igual a ti que choras, que amas, que sorris, que sofres, que odeias, mas que vives cada dia como único, esperando sempre que o amanhã seja ainda melhor.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Posso entrar?

Quero perceber e não consigo! Tento e não encontro uma resposta! O que te levou até ali de novo? Não deixaste um sinal, uma forma de perceber, o porquê da tua nova chegada qual princípe errante, a pedir socorro, mas que não deixa que o socorram. Eu quero partir para o socorro, ser bombeiro, e tratar as feridas que parecem dilacerar os dias que a ausência corrói mais e mais. Quero abrandar os ventos frios que te congelam o sorriso, matar a tristeza que te tolda o olhar, ser o calor que te fará voltar! Não és um princípe errante, és tão somente um princípe arrebatador de almas! Arrebatas as almas que tocas com teu o olhar. Aprisionaste-me com um simples olhar. Fiquei refém de ti para um tempo que só Deus sabe. Partiste, fiz-te partir, não sei... Mas de novo me tocaste, agora sem um olhar. E eu refém de ti, perdida na tristeza do teu olhar, quero entrar nesse mundo para te resgatar de ventos frios, dos portos em que te abrigas, fazer o sol brilhar. Deixa-me entrar, ser o teu porto de abrigo!