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domingo, 19 de julho de 2009

Condição...


Mulher...

Sim sou mulher.

Sou mulher igual a tantas outras, e diferente de muitas mais.

Sou mulher igual a mim mesma.

Sou mulher que chora, que ri.

Sou mulher que ora luta para viver, ora se deixa abater, desistindo sequer de sorrir.

Sou mulher que fica feliz com o sorriso de uma criança.

Sou mulher que chora com o sofrimento de outros.

Sou mulher que vive com esperança de um mundo melhor.

Sou mulher que simplesmente sofre por que a fazem sofrer.

Sou mulher que se levanta quando cai, e limpa as feridas para seguir em frente.

Sou mulher que ama com intensidade.

Sou mulher que deseja.

Sou mulher que odeia quando é preciso.

Sou mulher feliz apesar dos pontapés da vida.

Sou igual a ti que choras, que amas, que sorris, que sofres, que odeias, mas que vives cada dia como único, esperando sempre que o amanhã seja ainda melhor.

sábado, 1 de março de 2008

O caminho


O dia passa e eu perdida nas ruas da minha memória! Como se não as conhecesse vou vagueando, rua acima, rua abaixo, sempre na esperança de encontrar a rua que me dá acesso ao caminho a seguir. Espreito nas janelas da amargura, passo pelas portas da solidão, dou uma olhada nas vielas de dias tristes, revejo conhecidos, recordo amigos, procuro sorrisos perdidos em tempos anteriores, ao próprio tempo, da minha lembrança. Continuo perdida, rua a rua, espreito aqui e ali, faz-se noite, reencontro velhos becos sem ninguém, gatos vadios que fogem de mim, assustados tal qual um filme de terceira categoria. Vagueio, sem destino, na esperança de numa rua qualquer, encontrar alguém que se tenha perdido, num qualquer dia do meu viver. Noite dentro, já meio desnorteada, espreito por uma janela iluminada, sorrio. Lá dentro, o olhar mais lindo que algum dia eu vi, lá dentro o sorriso mais belo que conheci. Deixo-me ficar a olhar aqueles olhos que me prenderam, embalada por tal sorriso. Saio dali, a sorrir, com o caminho iluminado, deixo para trás ruas escuras de memórias tristes, sem saber bem qual o caminho seguir, mas vai iluminado.


sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sorrir



Porque há pessoas, que nesta vida, conseguem fazer-nos sorrir, quando os dias estão cinzentos! O meu obrigado a quem hoje conseguiu fazer-me sorrir.


Uma música, que eu gosto, e que hoje condiz com o meu estado de alma.


Sou como um rio - Delfins

domingo, 23 de setembro de 2007

Emoções

Ultimamente ando um pouco mais calma. Aquele sufoco está mais atenuado, mas a razão tem ajudado. Voltei ao tempo da razão, sem emoção. E assim vai ser daqui para a frente, que é como nunca deveria ter deixado de ser. Se eu não tivesse deixado a razão de lado, e seguido as emoções, agora estaria certamente melhor do que estou hoje, mas os erros servem-nos de lição, e eu aprendi que para mim só vale a razão. Sempre fui mais racional, que emocional, e se não me dei bem, com a razão, também não posso dizer que me tenha dado mal, pois nunca tinha dado oportunidade a ninguém para me magoar. Ser racional ajudou-me a conseguir driblar os homens das cavernas que sempre me tentaram enganar. Quando me deixei levar pelas emoções, fui logo apanhada na rede por um, que sendo um predador, fez exactamente o que fazem alguns animais selvagens, perante uma presa que conhece as manhas do inimigo, usou o disfarce e o encanto para seduzir e conseguir o objectivo. Perante a perspectiva de morar sozinha, os cuidados redobram-se, e a razão vai ter de ser como uma armadura, sempre na frente, para evitar ser ferida pelo inimigo. Volto ao tempo em que só com um olhar, todos se assustam e nem sequer pensam em dirigir-me palavra. Volto a ter o ar mais antipático que consigo, tipo todos me devem e ninguém me paga, e que se lixe quem não gostar, porque eu não estou nem aí, desde que sobreviva nesta selva, sem ser ferida. Por causa das emoções, dei-me mal, estou a recuperar pouco a pouco, e com a certeza de que no futuro ainda vou voltar a sorrir, mas só para mim.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Só mais um cheirinho...

"Depois da vizinha sair, Joana suspirou, Teresa tinha a sua cota de razão quando a avisava para o perigo de Joana se entusiasmar tão depressa com os rapazes, ainda mal tinha visto Ricardo duas vezes e já não conseguia deixar de sorrir ao pensar nele. E agora a vizinha que queria que ela o conhecesse, embora já tivesse pressuposto que isso fosse acontecer, não estava à espera que fosse assim tão depressa…
Joana não se conteve nem um minuto, correu para o telefone e ligou para Teresa, mas não obteve resposta, a amiga provavelmente estaria a tomar banho. Resolve então esperar para contar o que se acabara de passar, e dirige-se à cozinha para verificar se necessita ir comprar algo para levar para a praia, e preparar a merenda, tentando abstrair-se dos problemas e daquela visão de um “Deus Grego”. Na cozinha verifica que está com falta de fruta e legumes, bem como outros alimentos e faz uma pequena lista resolvendo ir ao minimercado da esquina para os ir buscar, grita por Spike para o levar consigo, pois este adora o Sr. António do minimercado, e o Sr. António também gosta muito do cão de Joana, por esta ser tão astuto e inteligente."