Gostava que esta fosse a vista da janela do meu quarto!
O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou á noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Um dia..

Por vezes há neste mundo, outras pessoas perfeitamente iguais a nós, com os mesmos estados de alma. O texto transcrevi na íntegra como encontrei, apenas adapatei a imagem para esta, escolhida por mim, mas que define perfeitamente o texto, bem como aquilo que realmente é uma parte da minha alma.
...um dia... quem sabe...?
sábado, 26 de janeiro de 2008
Gaivota

imagem retirada da internet
http://morze.deviantart.com/art/no-journey-s-end-40813640
O meu coração voou,
qual gaivota em liberdade,
numa busca por amor,
e de alguma felicidade.
Nessa busca me perdi,
nos olhos negros, que encontrei,
não mais soube de mim,
até que acordei.
Foi um sonho que vivi,
em teus braços ao luar,
era um amor bonito,
pena ter de acordar.
Do sonho, tudo guardo,
nada quero esquecer,
desse amor que vivemos,
desse amor que vivemos,
eterno até morrer.
Eras um marinheiro,
no mar está o teu coração,
apenas por ser ao mar,
eu perdoo essa traição.
À beira mar estarei,
se quiseres regressar
como farol que te guia,
não cansarei de esperar.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Eu quero, e pronto!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Vai passando
A chuva parece que cessou e com ela levou o mau tempo que me assolava a alma. Estou mais calma, mais objectiva. Sei o que quero, sei de onde venho e para onde vou. Terei de ser cautelosa, não quer dizer que ande com medo, muito menos que vou enfiar um saco preto na cabeça, apenas que vou tentar passar despercebida, que deve ser fácil, a emagrecer desta maneira daqui a pouco será difícil darem por mim. Vou tentar fazer deste Natal um pouco como se fosse mesmo um nascimento ou melhor será o meu renascer das cinzas tal qual a Fénix. Sim porque o que não nos mata, torna-nos mais fortes. E ao longo desta vida aprendi a fazer das fraquezas, forças para me levantar e continuar. Eu não deixei de ser quem era, apenas me tornei mais atenta a tudo o que me rodeia. Vou continuar a batalhar todos os dias para ser quem sempre estive destinada a ser. Uma vencedora. Sim, vou escrever um livro, sim vou encontrar um amor tão grandioso como o outro, sim eu vou fazer a viagem às ilhas gregas. Vai demorar, eu sei, mas desistir nunca. A desistência é para o fracos, e isso eu não sou, posso deixar-me abater por vezes, mas sempre me levantei, e desta vez não será diferente. Porque depois de uma tempestade vem um sol radiante, e porque para mim existe uma luz brilhante que me guia na escuridão, tal como guia os marinheiros ao chegar à costa em dia de tempestade. Existe um farol que me ilumina o caminho, e um dia eu chego à costa, cansada porventura, mas com o sentimento de sonho cumprido.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Um dos meus sonhos, era ter um enorme veleiro, e poder andar pelo mar, á deriva, passear pela costa e ir conhecer os pequenos pontos de luz que indicam porto seguro, os faróis. Tenho verdadeira paixão por esses pontos, que se erguem bem altos, e que indicam porto seguro a quem anda no mar. Um dia quando construir a minha casa, vou dar-lhe o nome de O Farol, porque será o meu porto seguro, será o local de onde partirei para ir ver o mar, mas será o meu ponto de luz, onde voltarei, sempre, com as energias renovadas. O meu sonho mais utópico, é viver num farol, à beira mar, com um gato e um grande amor. O gato, já tenho o Elvis, o grande amor é tão utópico como o próprio sonho de viver num farol, e o farol, bem, resta-me esperar que sem saber, tenha um parente muito rico, que ao morrer me deixe um de herança.
Tenho imensa pena de não poder vir aqui á noite, mas uma gaja sózinha a passear junto ao mar, de noite, não é a melhor ideia...
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Chamamento
Já sinto outra vez falta de pisar a areia da praia, de sentir a água nos pés, de sentir o cheiro a mar, o barulho das ondas a rebentarem fazendo uma espuma deliciosa. Quase há duas semanas que não vou lá e já sinto um vazio enorme, uma falta de algo que me completa, que me põe num estado zen, quase no nirvana. É incrível como algo tão simples como passear pela beira mar, nos pode deixar tão calmos, como se não houvesse amanhã. É de longe o único sitio onde eu me consigo abstrair do mundo, das coisas da vida e só ter como companhia o próprio mar. Se fecho os olhos, apenas passo a ouvir o rebentar das ondas na areia, tudo o resto deixo pura e simplesmente de ouvir, mesmo que a praia esteja atolada de pessoas, passo a ser apenas eu e o mar. Nunca percebi esta minha ligação com o mar, apesar de ter nascido bem perto, na bela cidade de Setúbal, nunca vivi perto do mar, nem lá ia muitas vezes a não ser no Verão uma vez ou outra para a praia, mas a certa altura da minha vida comecei a sentir esta paixão, esta espécie de chamamento para estar junto do mar. Quem sabe são estes meus olhos da cor do mar, a tentarem recarregar as baterias, porque sempre que lá estou ficam ainda mais azuis.Talvez daí tenha também surgido a minha paixão pelos faróis, esses belos e imponentes guias, que indicam porto seguro a quem anda no mar, quer em trabalho quer em lazer. Um dos sonho impossíveis que acalento é ter uma casa num farol, bem junto do mar. Seria ouro sobre azul, o expoente máximo a que poderia aceder um dia nesta vida, e com a companhia certa claro, dois gatos, e o homem da minha vida ( que não sei quem poderia ser, um já se foi...), mas depois logo pensaria nisso.
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