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sábado, 26 de janeiro de 2008

Gaivota


imagem retirada da internet
http://morze.deviantart.com/art/no-journey-s-end-40813640



O meu coração voou,
qual gaivota em liberdade,
numa busca por amor,
e de alguma felicidade.

Nessa busca me perdi,
nos olhos negros, que encontrei,
não mais soube de mim,
até que acordei.

Foi um sonho que vivi,
em teus braços ao luar,
era um amor bonito,
pena ter de acordar.

Do sonho, tudo guardo,
nada quero esquecer,
desse amor que vivemos,
eterno até morrer.

Eras um marinheiro,
no mar está o teu coração,
apenas por ser ao mar,
eu perdoo essa traição.

À beira mar estarei,
se quiseres regressar
como farol que te guia,
não cansarei de esperar.

4 comentários:

aespumadosdias disse...

Poetisa!

blue eyes disse...

Muito.

Mytho disse...

Olá!
Gostei bastante do poema, e imagine a minha surpresa de ver que é ilustrado por uma fotografia tirada pela minha esposa! :D
Posso apenas pedir para colocar o link na foto? :)
http://morze.deviantart.com/art/no-journey-s-end-40813640

Muito obrigado e parabéns pelo texto!

blue eyes disse...

Muito obirigado, este texto apenas reflecte um pouco da minha história de vida, ligada ao mar pela minha paixão e pela paixão de mais alguém.
Claro que sim, já coloquei. A foto encontrei numa pesquisa sobre gaivota, e apareceu esta que achei magnifica, pela beleza da foto em si, e porque sou uma apaixonada pelos faróis à beira-mar.