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terça-feira, 30 de junho de 2009

Sabe...

VIOLA... Oh, Benfica... ele não tem de saber viola...
tem de saber de BOLA!
Parece que ainda não é desta...
Acho que o Benfica faz uma ronda pelos "estaleiros" dos outros clubes...
se tem gajo no estaleiro, coxo, torto, arrumado ao canto,
está com idade para arrumar as botas? Bora contratar,
é mais barato e vamos recuperar o
gajo... não recuperam é a luta pelo titulo...
Assim não vamos lá...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mako Jako

Parece que o "Mako Jako" morreu... Bem depois de tanta mexida, tanta anestesia, não seria de esperar que vivesse longos anos. Vai "viver" na memória dos que gostavam de o ouvir, como eu, embora não fosse fã. Foi pena que tenha tentado ser quem não podia ser, porque tinha tudo para ser o maior artista de todos os tempos ( parece que foi o artista que mais discos vendeu até hoje). Ficam para sempre as danças à Michael Jackson, o Thriller, Bilie Jean, ou Will You be there, entre tantas outras. RIP
( neste momento a tv, faz um última hora sobre a notícia).

Fica esta música como a minha homenagem



Lembro os tempos que um ex-namorado, me trouxe os discos todos em vinil, que tinha, porque também os tinha em cd. Infelizmente levou-os, mas ele é que era fã...

??? Dª Manu, esclareça lá s.f.f.....

O TGV não pode avançar nesta legislatura. E o TVG? Vai avançar na próxima...??? Oh Dª. Manu essa foi de mestre... e já agora isso é um meio de transporte, é um novo cargo ministerial a ser criado no próximo Governo, caso vá para o poleiro...??? É que a malta ainda não sabe o que é...

terça-feira, 23 de junho de 2009

Não sei...

Se as mulheres da Polónia se chamam
POLACAS, as da Estónia,
chamam-se como? ESTACAS?

domingo, 21 de junho de 2009

Bike Tour 2009

Desde que ouvi falar no bike tour, que sempre desejei participar. No entanto a falta de sorte, e a fraca pontaria para me lembrar da data da inscrição, nunca consegui... até este ano. E como consegui? Ganhei uma inscrição na Rádio Comercial. E hoje foi o dia D. Lá tirei os quartos traseiros da cama pelas 6h da manhã, e lá rumei à Gare do Oriente para embarcar. Levados de autocarro até à ponte Vasco da Gama de onde iríamos partir em direcção ao Parque das Nações, lá peguei numa bicla, e por sorte não tive da mexer em nada, a não ser na altura do assento, neste caso de o levantar. Ainda na Gare do Oriente, precisei comprar água, não fosse a organização não a ter disponibilizado na mochila que recebíamos, com o kit( chave, bomba de ar, água, uma barra de cereiais e publicidade) pedi às pessoas que estava atrás de mim ( eu embarquei a sós na aventura) se podia voltar para o mesmi lugar, e acederam. Lá voltei com a água, a fila tinha andado muito e lá me encontraram e chamaram. Embarcámos no mesmo autocarro e bem foram os meus companheiros de viagem. Gente simpática de Torres Vedras. O meu obrigado por me terem deixado "colar" ao grupo. E lá fomos pedalando devagar que não havia pressas, mas o calor era o que se sabe... Não tendo tido problemas com a bicla em termos de afinações, só lamento a dureza do selim... eu... e quase todas as mulheres, e penso que os homens também... amanhã no escritório não me vou sentar... doem-me os quartos traseiros... Mas valeu a pena, pelo convivio, e claro pelo passeio que se faz bem, e nem dei por ter feito 13 km a pedalar.

sábado, 20 de junho de 2009

Quente...

É impressão minha, ou andamos a ser tostados, mesmo dentro de casa? Arre, que nem na sauna eu derretia tanto... a sorte é que não tenho nada para derreter... mas que tá um calor hostil, lá isso tá. E eu que vou, oa Lisboa Bike Tour, no domingo... ai que venho de lá lagosta suada...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Jesus...

Oh srs da Luz!! O JESUS que faz os milagres, não é esse...!!!
Oh Vieira, aprendeste com o Alberto J.J. ? O corpo gerente demite-se, para te candidatares novamente?

sábado, 13 de junho de 2009

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Ela não está totalmente bem, mas está muito bem. Agora as coisas que passam vezes sem conta na sua cabeça, já não são as mesmas. Agora as coisas tem mais que ver com os laços familiares, e com a sua família de ambas as partes, pai e mãe. Nunca entendeu e nunca entenderá, porque é que teve que nascer de duas famílias, tão semelhantes entre si... De nenhuma das duas, ela pode dizer que seja uma família. Não é só pelo facto de entre cada uma não se darem uns com os outros, como são invejosos, ofendem-se quando discutem e desde que nasceu que foi assim. Revolta-a, quase ter sofrido um ataque com uma caçadeira, ela e a mãe, por uma mentira, que o destino se encarregou de desmentir. E se o ataque se tivesse perpetrado? Hoje não estaria viva, ela e a mãe. A mãe teve de fugir com ela no colo e a irmã pela mão, e tudo sem uma razão plausível, tudo por uma inveja sem fundamento. Ainda hoje não consegue olhar bem, para a pessoa que quase causou uma desgraça, ainda hoje sofre com a inveja dessa pessoa. Porquê? É a pergunta que tanto lhe equaciona o seu cérebro, ela não tem nada que se possa invejar, porquê? Porque é que quase foi assassinada juntamente com a mãe, porque é que a pessoa contou uma mentira por inveja? Nos primeiros anos de vida, sofreu com isso, até que o destino a marcou, e a mentira foi revelada, sim a máscara caiu, e foi-lhe pedido perdão pelo erro que quase a matara. Mas isso não apaga o passado, o seu avô morreu, pediu perdão por quase ter cometido uma loucura, mas a outra pessoa continua viva e continua à sua maneira a fazer-lhe a vida negra, e sempre com sucesso...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ai, a minha vida...

Quer-me parecer que em Agosto terei de vir para o trabalho de camisola polar! E, não, não será por culpa do S. Pedro, que esse não manda nos aparelhos de ar condicionado... Ou muito me engano ou mal dou por mim e virei pinguim... É que ninguém aguenta estar oito horas debaixo da saída dor ar condicionado quando este está a 19º, mas há quem teime em colocar o mesmo à dita temperatura, simplesmente porque tem calor todo o santo dia. Estivesse debaixo da saída de ar e iríamos ver se aguentava, até o neurónio congela. E já agora que tal despir o casaco, não? Que coisa que me havia de acontecer...

sábado, 6 de junho de 2009

Drogas...

(imagem do Sr João Palmela, em http://fotografiadejoaopalmela.blogs.sapo.pt/)


O tempo passou e ela meteu-se em sarilhos novamente, porque será que não aprende de uma vez que não é um gato? Porque será que não aprende com o ditado que diz que a curiosidade matou o dito? Foi um recuar no tempo, voltar ao dia em que o mundo deixou de ter cor para ela. Se estava tão bem, porquê voltar atrás? Perdeu o peso que tanto lhe custara a recuperar, em apenas 24 horas. Voltou a tomar drogas, e de novo anda quase a dormir de pé, mas pelo menos a dor já não a incomoda, e sente que está a retomar o caminho de que se desviou 48 horas antes. Sabe que é uma luta inglória, e que desta vez as drogas não podem ser postas de lado sem que esteja totalmente recuperada. Sabe que vai levar muito tempo, e que terá que ser muito forte, mas ela só quer sair da depressão em que caiu, só quer deixar de sentir que o mundo não é colorido e que existe mais vida para além da dor. Não desistiu dos objectivos que traçou, apenas sabe que será um pouco mais difícil alcançá-los, mas vai em frente, vai recuperar cada grama perdido esta semana, nem que se arrebente a andar de bicicleta e arrebente com as máquinas no ginásio. Prometeu a si mesma não descurar os cuidados básicos com a pele, que por agora parece uma lixa. Prometeu não voltar costas à luta que tem de travar com o seu coração e com o cérebro, para que juntos e coordenados possam esquecer que há pessoas que fazem as outras sofrer a troco de nada. Sim ela vai deixar de ser tão tola, e recuperar outra vez, e agora definitivamente.

sábado, 30 de maio de 2009

Here and Now!

Sexta-feira estive no Pavilhão Atlântico, no concerto Here and now, the 80's. Simplesmente fantástico! Foi muito bom recordar os grandes êxitos da minha meninice. Dançar e cantar ao som de Kim Wilde, Abc, Rick Astley, Curiosity Killed the Cat, Belinda Carlisle. Os vídeos que fiz, são péssimos, a máquina não é boa, e além de estar longe, estava a dançar :) mas valem pela música que contêm, pelo que vivi, durante 4 horas, recordei a minha meninice. E tão bem que soube.

Fica um video que mais alguém que lá esteve deixou no youtube! E foi um momento mágico, a ovação que se seguiu à bela Kim, que está como o vinho do Porto.



A malta de hoje não sabe o sabor que teve viver nos anos 80.
Se também lá estiveram, deixem a vossa opinião, gostava de saber mais opiniões, se afinal coincidem com a minha, ou não.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

a concha...



Ela rebusca escritos antigos, e vai lendo o que já escreveu em tempos que ainda era feliz e outros nem tanto. Pelo meio vai encontrando textos, cartas, uns com mais sentimento, outros simples escritos de pensamentos banais. Porém um poema desperta-lhe a atenção, e ao ler recorda cada segundo que viveu ao escrevê-lo, recorda cada palavra, cada sentimento que empregou para o escrever. Pegou no poema e resolveu publicar, no local onde costuma deixar os seus escritos mais sentidos, os poemas. Porém a nostalgia deu lugar, à angústia, à solidão que a sua alma teima em não admitir sentir. Quer poder esquecer, mas por vezes a vida teima em não deixar, há sempre qualquer coisa que faz despertar o que já deveria estar adormecido. Não se pode fechar em casa, e nem pode tapar os olhos ou passar a ser surda. Ora são situações que a fazem voltar a lembrar-se, ora são nomes anunciados nas televisões e toda a gente teima em se chamar o mesmo, pensa ela, ora é o modelo do carro com que se cruza, que é modelo raro, ora são as coisas que vai encontrando perdidas e que pensava já se ter livrado de todas, ora são as músicas, são os cheiros que teimam em reavivar memórias. De que lhe adiantou apagar e-mail, número de telefone, foto, cortar toda e qualquer ligação nas redes sociais, se tudo o resto teima em permanecer? Ela sabe que irá conseguir ultrapassar, mas sabe que irá demorar, afinal ela criou uma concha onde se fechou, e só quando a abrir irá finalmente deixar entrar mais alguém no seu universo. A concha, já a protegeu, mas não poderá permanecer lá dentro, irá sufocar com a solidão, com a dor que teima em guardar para si, e que só sabe dividir com o mar, mas o mar não lhe dá resposta, não leva a dor para longe. Por mais que tente sorrir, parecer feliz, ela sabe que os seus olhos a desmentem sem o menor pudor. Ela sabe que os seus olhos reflectem tudo o que a sua alma sente, mesmo que tente esconder.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Serei chata?

Há muito tempo que não escrevo na primeira pessoa, e agora que o venho fazer também não será para dizer grande coisa. Venho reclamar, o que não é de estranhar, afinal eu sou mesmo assim, reclamo de tudo, embora há muito tempo que não reclame de nada. Parece que a última vez que reclamei foi pelo mesmo assunto, o que diga-se fazê-lo novamente será como chover no molhado. Eu continuo sem perceber se as empregadas da charcutaria do mini, super e hiper-mercados são mesmo escolhidas com critérios estranhos, tais como ser surda, ignorar o que o cliente diz, fazer-se despercebido, entre outros atributos semelhantes. Ainda não percebi bem, se é prática das empresas ou se serão as empregadas que depois se fazem assim. Porque é que nunca fatiam nada como eu peço? Qual é a parte do " corte fininho, por favor" que não entendem? Se para elas fininho, são fatias que dava para fazer três, alguma coisa vai mal. Qualquer dia faço-me de parva, e depois de ver que não está como quero volto para trás e devolvo o produto e quero que me cortem outro tal como pedi. Irra que é demais, será assim tão difícil a tender um cliente como lhes é pedido? Acabo muitas vezes por desperdiçar o que compro porque depois não como, safa-se o gato que vai tendo um petisco para se lambuzar. No entanto não posso generalizar, de vez em quando até há quem faça o seu trabalho como lhe é pedido. Não tenho nada contra as pessoas das charcutarias, mas por favor, um pouco de simpatia, e atender como pedimos, não será pedir muito, acho eu.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vampira... ou nem por isso...


Ela jamais pensou que se metesse em alguns "assados", como o que acabou de sair. Agora decorridas algumas horas, repensa a situação e percebe que não sente arrependimento absolutamente nenhum, por se ter portado tal qual uma cadela que não tendo outra forma de o fazer se defende com os dentes. Até se consegue rir da situação, afinal deve ter deixado uma impressão bonita, da marca dos seu dentes nos abdominais musculados dele. Quem o mandou esticar-se mais do que tinha permissão? Lá diz o ditado " a pressa é inimiga da perfeição", e neste caso foi mais que certo. Ainda lhe perguntou se ele tinha comido sopa de elásticos, para que entendesse que se estava a esticar mais do que devia, mas ele estava tão obstinado nos seus intentos, que acabou por ficar marcado. Ela imagina a cena que deve ter acontecido a seguir, e até gostava de ser mosca por um momento, poder estar a ver a justificação que ele deu perante a favorita, perante uma marca de dentes femininos no abdómen. Ela não viu a intensidade com que deixou os seus dentes marcados, afinal mordeu-lhe por cima da camisa, mas pelo menos surtiu o efeito que queria, ele não insistiu mais e retirou a mão de onde insistia em colocar.
A saída acabou ali mesmo, não havia mais nada para dizer, ela marcou a sua posição, ele insistia que se queria algo dizia, que não andava com meias medidas, mas ela continuava sem perceber porque é que ele não percebia o seu lado da questão. Dali nunca iria sequer restar uma amizade, afinal para ele as mulheres devem ser como objectos que usa em proveito próprio, e depois de livra deles sem o menor remorso. Desta vez saíram-lhe as contas furadas, saiu-lhe um osso duro, e não teve dentes para o roer, antes foi mordido. No caminho de regresso, ainda teve o desplante de lhe tentar dar lições de moral como se ele tivesse moral para o fazer. Ela ainda lhe pediu desculpa por ter dado a dentada, mas não se arrependeu de o ter feito, e também deixou claro que a opinião dele em nada ia mudar a sua atitude perante a vida, irá continuar a ser a mesma, e com isso dorme tranquila sem arrependimentos. Irá continuar a não confiar em ninguém, até que lhe provem que merecem confiança. Foi acusada de medir todos os homens pela mesma bitola, de fazer pagar o justo pelo pecador, e no fim de contas com os seus actos ele provou que ela tem razão, e que ele sim, mede as mulheres todas pela mesma bitola, se é mulher, logo é para comer. Provavelmente não está habituado a que lhe de digam que não, e levou com um não redondo, para aprender que nem sempre inocência quer dizer que se está disponível, ou que isso significa que se embarca na primeira canoa furada que nos apresentam. Ela pode ser naif, mas não é tola, e muito antes entendeu que ele seria um galinha, apenas deixou correr as coisas a ponto de lhe dar uma lição, que deixou marca. Ela sabe que logo que lhe passem as marcas que lhe deixou, ele voltará à sua vida de sedução, mas sabe que jamais terá notícias dele novamente, afinal deixou bem definida a sua posição e se ele tem memória sabe que não se deverá meter com alguém como ela.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pedaços...


Ainda não passou muito tempo desde que ela viu destruídos os seus sonhos, os seus desejos, o seu amor pisado sem dó nem piedade. Sabe que nunca irá recuperar totalmente, mas já consegue ver as coisas de outra forma, já está no caminho que trilhou. Encontrou amizade, encontrou cumplicidade, e sabe que estar feliz, não depende dos outros mas de si. Encontrou, (ou foi encontrada, já não sabe), quem pegou nos pedaços destruídos e a ajudou a colar, e a reparar os estragos. Tem um coração remendado diz ela, mas isso não importa para quem a ajudou a reparar os danos, é assim que nos tornamos mais fortes. Sorri, ao lembrar as mensagens trocadas, as coisas que já disse, e que se deixou levar a dizer. Sim, sentiu novamente vontade de se entregar nos caprichos da vida, sentiu vontade de sair da linha uma ou outra vez. Não o fez ainda, por ser tão racional, por pensar demais antes de fazer qualquer coisa. Lembrou-se da conversa que acabou por mudar o rumo da história, e sabe que da próxima não haverão barreiras imaginárias, que impeçam que duas pessoas possam dar as mãos...